fevereiro 2011

Oi meu nome é Victoria e hoje eu não comprei

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Antes de começar a descorrer este post, gostaria de fazer uma confissão: sou uma pessoa assumidamente consumista. Sim, consumista e sem freios, impulsiva, principalmente com coisas que eu sei que eu sequer usarei. Ao longo do último ano (mais precisamente depois disso aqui) tenho tentado me controlar e pensar mil vezes antes de comprar e já adianto que não é fácil, é quase uma luta diária. E sei que não estou sozinha nessa e por isso, resolvi fazer um post sobre este assunto aqui no blog porque tenho certeza que uma grande parte das minhas leitoras vão se identificar comigo.


Cher, minha musa inspiradora na arte do consumo desde 1996

Umas semanas atrás, eu e meus amigos do trabalho saí­mos para almoçar quando surgiu o assunto cosméticos e consumo. Conversa vai, conversa vem, caí­mos no assunto produtos que efetivamente usamos e os outros que ficam jogados ali no fundo do organizador de maquiagem, esperando apenas chegarem no prazo de validade para serem jogados direto no lixo, muitas vezes sem qualquer indí­cio de uso. Foi ali que eu comecei a realmente pensar na quantidade de maquigem que eu compro e em paralelo, o que eu efetivamente uso. Quem convive ou já encontrou comigo em algum momento deve ter reparado que em 99% das situaçíµes eu estou com a pele feita (corretivo, base, pó, blush e bronzer), delineador preto, máscaras de cí­lios e batom rosado (aka Pink Plaid da M.A.C.)- o outro 1% é quando eu troco o Pink Plaid pelo Ruby Woo e deixo o traço do delineador mais fino ou faço um smokey eye preto com batom nude tipo Hue. Essa é minha maquiagem básica, que eu uso todos os dias para trabalhar ou quando emendo um Happy Hour ou até mesmo uma balada com os amigos. Por mais que eu AME maquiagem e ache incrí­veis os looks que a Andreza por exemplo faz, você dificilmente verá eu usando uma proposta mais ousada, com cor. í‰ quase uma zona de conforto, um piloto automático da maquiagem: levo os itens pro banheiro e 10 minutos depois, a “mágica” foi feita.

Nesse mesmo dia, vim para casa pensando no quanto eu já havia gastado com maquiagem e o que eu realmente havia usado. Chegando, resolvi mexer nas minhas maquiagens e para minha surpresa, encontrei coisas que eu simplesmente havia “esquecido” que eu tinha: batons de cores que eu sei que eu nunca usaria, vários tubinhos de gloss (gente, não uso gloss há anos!), sombras e palletes coloridas, delineadores e lápis coloridos e muitas, mas muitas coisas repetidas -e quase tudo intacto e relativamente novo, maior parte comprada nos últimos 2 anos. Olhei um pouco mais para o lado e vi a quantidade de perfumes que eu vim acumulando ao longo dos últimos 3 anos (fora os que eu trouxe da viagem) e percebi que só o Fantasy, Play Intense e o Womanity estão com os frascos usados, os demais, intactos. Os esmaltes foram pelo mesmo caminho: comprava 2, 3 da mesma cor com medo de sairem de linha e hoje voltei a usar só os tons avermelhados que devem se limitar a 2 ou 3 cores em meio uma caixinha de 200 esmaltes. Olhei para tudo aquilo e pensei: porque eu acumulei tudo isso se o que eu preciso e uso de verdade se resume a no máximo 10 itens de maquiagem, 3 perfumes e 1 cor de esmalte? E isso sem dizer nos 3849559 produtos de cabelo parados há tempos no banheiro porque eu sempre caia no conto das vendedoras “solí­citas” das perfumarias que tinham sempre a solução milagrosa para meu cabelo loiro.

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#Destino: Londres – O que fazer (de graça) pt I

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Uma das coisas mais legais de Londres é a possibilidade de roteiros e programas que você pode fazer a custo zero. Só para se ter uma idéia, a maior parte dos pontos turí­sticos da cidade são gratuitos, o que é ótimo para o bolso de nós turistas no saldo final da viagem.

Como são MUITOS lugares bacanas para conhecer, resolvi dividir novamente em 2 partes para que a leitura não fique cansativa (mesmo com muitas fotos!) e vocês consigam abosorver melhor as dicas.

Parlamento e Big Ben

House of Commons, SW1A OAA Westminster Station

O Big Ben dispensa qualquer tipo de apresentaçíµes né? í‰ o principal cartão postal da cidade, impossí­vel não pensar em Londres e não aparecer a imagem dele na cabeça.

O relógio mais famoso do mundo faz parte do conjunto arquitetí´nico do parlamento inglês e é ainda mais bonito a noite, quando uma iluminação especial é acesa. Impossí­vel não ficar arrepiado e sentir lágrimas nos olhos ao ouvir suas badaladas :~

Infelizmente não é permitida a entrada de turistas no Parlamento nem na torre de St. Stephen que abriga o Big Ben, por isso sugiro que você o visite ao final de um passeio pela London Eye ou em algum dos pontos turí­sticos próximos a ele.

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SP: O outono/inverno 2011 da 284

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Ultimamente ando meio bodiada no assunto moda, tanto é que mal acompanhei a SPFW apesar de ter ido lá (1 dia e por menos de 2 horas) e ter acompanhado alguns blogs falando sobre as tendências apresentadas no desfile. Minhas últimas referências sobre o quesito moda para o inverno foram de Londres, fuçando nas araras de lojas como a Topshop, vendo vitrines e observando o que as inglesas usavam nas ruas. Por isso, qualquer convite que me fizesse me sentir menos ET e saber um pouco do que vamos encontrar por aqui nos próximos meses seria muito bem vindo. E Deus ouviu minhas preces consumistas.

Na última quinta-feira (17), eu e a Ale Ferreira fomos prestigiar o lançamento da coleção de outono/inverno da 284, na loja do Shopping Cidade Jardim, com direito aquela linda da Samantha Simon mandando super bem nas pick-ups da festa.

A coleção apresentada pela grife traz várias tendências que eu já havia observado no inverno gringo com muita oncinha, caramelo, couro e peças com elementos rocker e principalmente country. Tudo bem feminino e girly, mas sem perder o estilão.


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SP: Hot Seria!

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Não sei se com vocês é assim, mas até uns 22, 23 anos eu ADORAVA balada e odiava bar. Mas desde que eu comecei com a rotina de trabalho e o fato de eu morar relativamente longe de onde as coisas acontecem (aqui na Proví­ncia A balada boa é lenda), ando com uma preguiça gigantesca de ir para buatchys e acabo indo só para algumas festas bem especí­ficas do Vegas e do Secreto. Por isso, quando eu encontro algum bar bacana mas que tenha música boa, gente bonita e animada, é uma alegria só (TODOS COMEMORA).

O Hot Seria foi uma das gratas surpresas dos últimos tempos. Já tinha ouvido alguns bons comentários sobre o bar, mas só tive a oportunidade de conhecer no aniversário do Cadu semana passada e vou te contar: não decepcionou, muito pelo contrário.

O bar com jeitão de lounge fica ali na Augusta e foi instalado dentro de um galpão, o que garante um espaço gigantesco e super arejado -quem passa pelo lado de fora da rua consegue ver o que acontece ali dentro. A decoração ali tem um jeito arrumadinho-despojado dando um ar aconchegante (com direito até a sofás!) e ao mesmo tempo moderinho, bem caracterí­stico dos bares da região da baixa Augusta.

í‰ o tipo de lugar para você chamar vários amigos para tomar uma cerveja no Happy Hour ou no sábado para um esquenta ou simplesmente, bater papo.


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