maio 2011

Isn’t she lovely this Hollywood girl?

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Esse é um daqueles posts que eu venho ensaiando para fazer desde quando vazou o Femme Fatale. Como em todas as ocasiíµes que a Britney lança um trabalho novo, brinco de fazer uma review afinal, sou fã da Brit Brit desde os meus 14 anos. Mas assim como Luisa Marliac, dessa vez resolvi fazer uma coisa diferente.

Femme Fatale não é só mais um álbum de música pop, e sim o começo de uma nova era. í‰ uma nova Britney, que ainda não pode ser aquela que nós conhecemos com energia no palco, mas bem diferente daquela menina que nós nos acostumamos a ver nos últimos 4 anos, surtando pelas ruas de L.A. de cabeça raspada ou peruca pink, sempre com um copo de frapuccino na mão ou trabalhando em um cd bem aquem da sua capacidade (vulgo Circus). Gosto do Femme Fatale mas de uma forma isolada, não o suficiente para ouvir o cd inteiro e colocar no repeat várias vezes, nesse quesito o Blackout ainda fica em vantagem mesmo um álbum que não traga boas recordaçíµes da princesa. Trip To Your Heart e I Wanna Go são as minhas favoritas, mesmo que as chances da primeira ser single são praticamente iguais a 0. Mas o que me faz gostar realmente dele é o fato de ser um cd com mais identidade como o Blackout e principalmente, por me fazer sentir aquele espirito “Britney” da minha adolecência que eu falei nesse post aqui.

Se eu ainda tinha alguma dúvida que ela está no caminho de volta para o lugar que ela nunca deveria ter saí­do, ela acabou depois de assistir a participação dela com a Rihanna no Billboard agora pouco. Linda e mostrando “who owns the throne” para quem quiser ver:

E falando na Brit, tí´ encantada com o ensaio dela para a Happer Bazzar desse mês. Já pode amar?

Como diria a diva Luisa Marilac, “se isso é estar na pióóóóóoóóór, porrãn… o que é tá bem néam?”

Britney, sua linda. í‰ nessas horas que eu me orgulho de ser sua fã e de nunca ter perdido as esperanças de que você ia dar a volta por cima <3

#MTVPlayground: Alex Noble e suas musas

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Moda e música são duas coisas que sempre andam juntas. Basta reparar quantas tendências nascem a partir do estilo de um cantor, ou quantas cançíµes inspiraram coleçíµes.

Foi pensando nesses dois universos que a MTV gringa e a Swatch se uniram e lançaram um projeto mega bacana o Swatch MTV Playground, que consiste em um canal para descobrir novos artistas e compartilhar idéias do universo da moda e da música com blogueiros e leitores do mundo inteiro. E eu e o Borboletando fomos escolhidos como um dos representantes brasileiros (YAY!), que compartilharão um pouco do conteúdo exclusivo disponbilizado pelo projeto.

O primeiro ví­deo desta parceria entre o blog e o SMP é uma conversa com Alex Noble, estilista inglês responsável pelos looks de dois grandes nomes da música atual: Lady Gaga e Florence Welch.

No blog do Alex é possí­vel encontrar algumas fotos das suas criaçíµes e até curiosidades, como o croqui do figurino usado por Lady Gaga no clipe Judas. Vale a pena acessar e conferir! ;D

Os copos de requeijão do Herchcovitch

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Se você nunca foi Creuza o suficiente para usar copo de requeijão para tomar água, a hora é de ter seu primeiro “Creuza Instant” é essa, minhas amiga (/palmirinha):

A Danubio vai lançar no começo do mês que vem uma linha de copos de requeijão assinada pelo Alexandre Herchcovitch, batizada como Fashion for Food (F4F), com 5 estampas exclusivas. Na verdade não tí´ muito ligando se é assinada ou não por algum estilista famoso. O que importa mesmo é que a de caveirinha com zebra é muito amor para um copo só e eu já estou morrendo de amores por ele.

Como minha alergia não permite o consumo de leite, o jeito vai ser pedir para a famí­lia inteira se entopir de requeijão e juntar uma porção de copos de caveirinha para mim.

Eu, Loo e Alyce já estamos aguardando ansiosamente por esse lançamento.

E só para constar: este não é um publieditorial. O portador da notí­cia amor do dia foi o Portal Exame.

Barbie como você nunca viu por Mariel Clayton

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Ao contrário da maioria das meninas da minha geração, a Barbie nunca foi uma grande paixão na minha vida. Na real, gostava mesmo era dos acessórios tipo carro, casa, banheira e claro, das roupinhas de Barbie que eu tinha várias delas. Acho que durante minha vida inteira tive duas ou três Barbies (inclusive a que falava e foi meu trauma de infí¢ncia porque minha vó mandou pra doação sem querer) e um Ken. Sempre preferi ganhar pelúcias e roupas a bonecas.

Já a fotógrafa Mariel Clayton sempre teve um ódio mortal pela boneca, e expressa seu desprezo em um projeto inspirado num conceito “serial killer”, definido por ela como “o sorriso vazio pintado de batom e os olhos sem alma escondem o coração negro de uma verdadeira sociopata, assim como na vida real.”

Mariel também criou uma série de fotos batizada como “Rooms”, que coloca a boneca e seus amigos em cenas cotidianas, dessas que podem estar acontecendo em um apartamento ao lado do seu. Uma visão mais real e próxima da nossa realidade do que o mundo intocável da Barbie tradicional e sua versão “serial killer” produzida por Mariel.


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