Rehab 2.0

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Antes de começar este post, gostaria de lançar uma pergunta a você, caro leitor deste humilde blog. Você consegue se lembrar como era sua vida não só antes da Internet, mas principalmente antes dos comunicadores instantí¢neos (e eu não estou falando só do MSN, lembra do ICQ?) e principalmente das redes sociais?

CUTUCAí‡íƒO FRENí‰TICA OFFLINE: TRABALHAMOS (OU AO MENOS ESTAMOS TENTANDO)

Fazem pouco mais de 12 anos que eu tenho Internet em casa e mais ou menos 7 que eu aderi a onda das Redes Sociais como conhecemos hoje. Se hoje faço amizades pelo Twitter ou pelo blog, antigamente era pelo chat da UOL que evoluí­a para o ICQ. Ironicamente, pouco antes de fazer minha primeira conexão na Internet, achava bizarro ouvir por aí­ que duas pessoas poderiam se conhecer através de um bate papo, assim como aquela sua tia que não manja nada de web e acha que você é um viciado hoje.

Tão irí´nico quanto meu pensamento de quando eu tinha lá meus 11 anos é pensar em como seria de fato minha vida hoje se a Internet não tivesse de fato aparecido. Talvez teria seguido a carreira de veterinária que era meu sonho da infí¢ncia se não tivesse tanto pavor de sangue ou sensí­vel demais para conviver com animais sofrendo ou ainda ter seguido a carreira de administração, usando roupas coxinhas e resolvendo tarefas burocráticas. Certamente não teria descoberto minha vocação para a publicidade e muito menos, meu gosto por escrever. E talvez seria uma pessoa mais fechada e low profile do que eu sou hoje. Ou não.

Não posso negar o quanto a Internet me ajudou a superar a barreira da minha timidez em partes (sim, não sou antipática, sou tí­mida gente!) e me aproximou de pessoas maravilhosas. Hoje a maior parte dos meus amigos reais conheci blogando, twittando ou de alguma forma com que a Internet possibilitasse a aproximação, o famoso amigo do amigo que você conheceu no Twitter mas que vocês se conheceram pessoalmente em uma festa e a partir daí­ engataram uma amizade. Por outro lado, tamanha praticidade e comodismo talvez tenham me deixado mais individualista, egocêntrica e impaciente com pessoas que talvez não tenham a mesma compatibilidade com meus gostos musicais e até mesmo que não entendam minhas piadas infames ou memes, frutos da minha convivência praticamente diária dentro da Internet. Gente que te olha com cara de tacho quando você manda um “aham Claudia, senta lᔝ, corrige teu “TODOS CHORA” ou “bons drink”. Mas afinal, quem está certo nessa história?

Se a Internet possibilitou coisas maravilhosas nas nossas vidas, por outra está nos afetando na forma com que nos relacionamentos na vida real: estamos de fato cada vez mais intolerantes com pessoas que tem um gosto, um comportamento ou uma opinião diferente das nossas. Com profiles nas redes sociais e nossos gostos e dia-a-dia escancarados para quem quiser ver, passamos a priorizar aquelas pessoas que tem um estilo de vida mais compatí­vel com os nossos, deixando o mundo mais “ervilha” do que ele já é ”“talvez essa seja uma explicação para o fato de eu, você e mais um montão de gente com interesses semelhantes termos amigos, reais ou virtuais, em comum.

Ainda mais irí´nico do que tudo isso é perceber que a mesma ferramenta que nos possibilita desbravar o universo e conhecer gente de todos os lugares do planeta sem sair de casa é a mesma que nos prende dentro do nosso próprio mundinho. Basta dar uma volta por aí­ para ver que nós estamos sempre conectados com nossos smartphones checando e-mails, notificaçíµes dos amigos e atualizando nossos status. Açíµes que fazemos enquanto almoçamos, estamos em um bar ou balada com os amigos, vivendo de fato a nossa vida real, de carne e osso. Queremos mostrar o que fazemos, com quem andamos, para aonde vamos, tudo em troca de algumas mentions e likes no Facebook feitos na maioria das vezes por pessoas que sequer fazem parte da nossa vida de verdade.

O ví­deo “You Need To Get Off Facebook” mostra mais ou menos tudo que eu disse aqui em cima e nos convida a refletir e entender que nós somos muito mais do que rostinhos bonitos escondidos em avatares, status feitos a partir do que estamos fazendo ou de frases impactantes da Clarice Lispector e do Fernando Pessoa e talvez o mais importante: você não tem 5 mil amigos.

Sinceramente não acho que existe um certo ou errado. Não acho que hoje, em pleno 2011, temos que abolir nossas formas de comunicação online ou ignorar que elas existam como alguns conhecidos meus. Porém, também não acho que devemos concentrar toda nossa energia social nela. Em outras palavras, não acho que devemos abrir mão da nossa vida on-line, de conhecer pessoas ou compartilhar aquilo que estamos vivendo naquele momento, mas não podemos deixar que isso defina nossa personalidade ou nossa vida real. Tão importante quanto isso é lembrar que existem pessoas incrí­veis por aí­ no mundo offline esperando por um ”like” ou uma cutucada ao vivo, mesmo que elas não freqí¼entem os mesmos lugares ou escutem a mesma banda que você. Ou ainda, que não entendem o meme do dia do Twitter.

Precisamos reaprender a tolerar as pessoas com seus defeitos e gostos opostos mas principalmente, interagir de verdade, nos permitir a desbravar um território desconhecido e menos obvio do que o nosso mundinho, nos surpreender com as pessoas.

Eu estou me dando uma chance de reaprender a viver offline e você?

24 comentários em “Rehab 2.0”

  1. Juliana Sena às 23:44

    Gostei de tudo que escreveu, principalmente, do final no qual fala de cutucar as pessoas ao vivo.
    Hoje por "n" motivos não elogiamos as pessoas, parece que todo mundo vive numa inércia ou tem medo do destaque / sucesso alheio…
    Um outro ponto a maioria dos meus amigos são formados em Administração ou Engenharia e sim, eles se vestem no coxinha style (rs). Eu também sou administradora e acabo me destacando dos demais colegas por não me vestir como eles e ter meu próprio estilo mas, confesso que é difícil pois, a maioria não entende…Eles me chamam de fashion mas, nem me considero, pois apenas mantenho e visto aquilo que gosto e tem a ver comigo.
    Ótimo post!
    Beijo.

  2. Bia às 22:26

    Me identifiquei com seu texto!! Não tinha reparado nisso, mas agora percebi que estou ficando cada vez mais intolerante às pessoas com gostos e estilos diferentes do meu. Isso é tão chato, né? Pelo que eu me lembre as redes sociais foram feitas pra aproximar e não ao contrário :/. A vida realmente fica mais restrita, mais entediante e o mundo diminui…
    O post trouxe uma grande reflexão pra mim! Beijos

  3. Deby às 21:34

    Cara, adorei o post!!
    Eu concordo com você, acho que não devemos abandonar completamente o mundo virtual, até porque as redes sociais hoje em dia são úteis até pra conseguir algum trabalho.. mas também não devemos deixar isso tomar conta da nossa vida, ou se mostrar de uma forma online e ao vivo outra totalmente diferente. Na internet é muito mais fácil você parecer legal e descolado que ao vivo, mas também é bem mais artificial..
    enfim, só vim comentar pq adorei o post mesmo.. beijo!

  4. Fernanda N às 09:22

    oieeee! :)
    concordo com o post… acho que as pessoas (me incluam nesta lista) acabam vivendo os momentos pensando sobre o que vão escrever nas redes sociais (sejam comentários, atualizações no perfil, fotos, etc), ao invés de aproveitar o momento de fato. e se formos pensar sobre isso, é realmente triste que isso aconteça, pois não vivemos o momento e não aproveitamos quando temos as pessoas ali, ao nosso lado de fato. sei que é fácil conhecer pessoas online, pelo fato de não precisarmos quebrar a barreira da timidez (porque sim, eu também me incluo neste grupo), mas as redes sociais realmente nos afastam das pessoas reais… mas não acho que devemos abrir mão de tudo isso. acho que devemos aprender a equilibrar ambas as coisas e tentar criar uma harmonia entre elas, sem que um lado fale mais alto que o outro… não conseguiria viver sem internet atualmente, mas também não gostaria que minha vida fosse só online, portanto precisamos mudar um pouco este nosso comportamento, néam? concordo com absolutamente tudo que você escreveu! precisamos dar uma nova chance ao offline… viver e ser felizes, na vida real! ;)
    beijo, beijo!

  5. Ira às 11:23

    carne e unha.. alma gêmea…
    msm sitonia sempre ne?
    :*******

  6. Paula às 11:01

    Nossa Victoria, perfeito o seu post viu?!
    E concordo com o que você falou! Acho que evoluímos bastante e continuará assim, e vamos ter que nos adaptar a essa realidade, ao mundo virtual, ele está em tudo não é mesmo?! Mas não podemos esquecer do mundo fora disso! da Vida Real!!!!
    Eu também, peguei a fase da não-internet, onde ficava na rua com meus amigos, brincava de barbie, jogava bola e tudo mais!! Era muito bom, e poderia ter continuado assim não é verdade?! Tbm peguei a época do Bate papo no Uol, e ICQ, realmente muito bom rsrsrs enfim…é a mais pura verdade e realidade tudo isso! Gostei bastante….. =) e o vídeo? tbm bemmmm bacana! Mas ainda não tenho coragem de abandonar tudo, querendo ou não, esse é o meio mais fácil e rápido de nos comunicarmos não é?! Beijãozão e bom final de semana *

  7. Monize às 22:24

    Que legal esse vídeo! E concordo com o que vc falou no post! As pessoas estão tão conectadas que esquecem de serem elas mesmas!
    Parabéns pelo post!
    Beeijo

  8. @Camila187 às 21:31

    Já pensei bastante sobre isso e concordo quando diz que estamos muito impacientes com pessoas de gostos e crenças diferentes das nossas, especialmente nas redes sociais.

    Mas acho que conciliamos a vida aqui na matrix com a real muito bem, embora não pareça. É inevitável levar os amigos que conhecemos por aqui para a nossa realidade, e mesmo nosso gosto por musica, livros e lugares permanece, com sorte ainda ganhamos mais amigos que dividam isso conosco.

    Só que mesmo assim ficamos dependentes da internet, e muitas pessoas enlouquecem esperando uma DM bapho ou comentários sobre fotos postadas no facebook. Ai sim é hora de reavaliar nossas prioridades e direcionar nossa atenção para as coisas mais simples da vida, como os bons drinks por exemplo.

    Abração.
    Camila

  9. Suélen às 17:55

    Eu sempre procuro ser tolerante e não deixar a vida virtual me dominar. Sou tímida como você, e a internet me ajudou a superar várias coisas e me aproximar de pessoas que não teria feito se fosse pessoalmente. Mas também tenho amigos, minha melhor amiga, inclusive, que não usa internet como eu. Ela não vai entender se eu disser “aham Claudia, senta lá” nem “todas comemora”. E eu nunca cobrei nada dela, antes achava um absurdo ela não se conectar, mas sabe, isso não faz TANTA diferença na nossa amizade e agora eu já nem me importo mais. Mas as coisas seriam muito mais fáceis se ela e outros amigos se conectassem. Meu namorado então, largou todas as redes sociais desde que me conheceu. E eu vivo brigando com ele pra fazer um perfil no Facebook, já que meu status está “Namorando sério com ninguém” aheaiuhe. Adorei o vídeo, é bem interessante. E adoro seu blog também, conheço há pouco tempo, mas já me encantei. Beijão

  10. João Terceiro às 20:54

    Lendo o post, senti até saudades de ouvir o barulhinho de quando conectava a internet discada rs Lembro que logo que fiz MSN, liguei pro meu primo que mora em Fortaleza pra ficar ON, era a única pessoa que tinha adicionado. Acho que fiquei mais intolerante às pessoas que tem gostos diferentes do meu, e sempre ouço esse tipo de reclamação de alguém da família. Comecei a criticar mais, a ter menos paciência… talvez tenha ficado mais chato. A timidez ainda vive em mim, sou daqueles simpáticos online, mas pessoalmente sou a timidez em pessoa. Isso faz com que pensem que sou UÓ. Enfim, sou de poucos e bons amigos. E viva a internet.

  11. Pamela às 20:41

    Tbm esqueci de comentar que se não fosse a net, nunca teríamos nos conhecido :D
    Sabendo dosar, faz bem sim, até pq tudo que é demais faz mal :/

    Eu não sei o que seria da minha vida sem internet, assim como vc sou SUPER tímida (e uso essa MESMA frase, não sou antipática poha, sou tímida hahaha) e recentemente tem me ajudado muito a me relacionar de novo com as pessoas. No meu caso internet faz super bem <3

    Só preciso aprender a dosar e viver mais momentos sem o computador uahuahauhau

    =***

    1. Victoria Siqueira às 20:51

      Das coisas boas da interwebs: ter conhecido gente linda e fofa tipo a sobrinha mais linda e amada da cidade <3

  12. Brenda Santos às 20:23

    Eu acho essa é uma tarefa difícil pois tem muitas pessoas que são viciadas pela internet e que passam o dia todo na frente de um computador, eu não sou assim só mexo durante a noite e não fico muito tempo pois minha mãe reclama mas é bom isso, pois tem adolescentes que não tem ninguém para impor limites e eles acabam fazendo o que querem…
    Lindo o blog, estou seguindo.

    Beijos

  13. Paloma Sernaiotto às 18:20

    Eu entrei no mundo das internê há pouco tempo. Comecei quando o ICQ tava no finalzinho, MSN era a onda! HAHAHAHA Desde lá já entrei no mundos dos zip.net e não saí mais! Estive refletindo sobre isso, esses dias! Ando muito seletiva quanto a amizades, meus ‘melhores amigos’ moram longe pois são todos online! Claro que tenho uns 2 ou 3 que são presentes aqui, mas ando tão low cash e tão forever alone que minha vida social está completamente dependente da vida online!! Aos poucos estou me afastando um pouco desse vício. Não totalmente, loucura querer abrir mão de tudo, como vc falou. Mas ando mais noveleira com minha mãe, conhecendo gente nova na loja e valorizando mais as pessoas que me cercam! Pirei no seu post! E um dia, espero que em breve, quero conhecer você! Uma pessoa que admiro há um boom tempo – bem quietinha – mas que ultimamente tem se mostrado ser totalmente humilde, bacana e fofa comigo pelo twitter e face!! Quem sabe, né? Cotinue sendo essa blogueira maravilhosa!! Todos ama você!! hahahahaha

    1. Victoria Siqueira às 20:50

      Eu me sinto exatamente como você. Pra ser sincera, eu não lembro como é conhecer uma pessoa sem conhecê-la previamente sabe? Senti isso qnd comecei a fazer pós. Agora, com quase 1 mês de aulas, comecei a interagir com algumas pessoas da sala. Sofri para conseguir entrar em algum grupo dos trabalhos, pq a timidez me travava :~~~

      E owwwwwwwwwwwwwwwwwwn pra você. E vamos nos conhecer sim, é só marcar. Eu não sou antipática, sou só tímida hahahaha… <3333333 Vê se vem pra cá, ou eu vou praí conhecer a lodjinha :D

      =**** sua linda

  14. Camila às 17:50

    Sempre penso sobre isso, "o que eu faria se não estivesse na internet?".. e são tantas opções que acabo ficando triste de perceber isso só as 00:30 qndo já tenho q ir dormir pra levantar cedo pro trabalho… =/

  15. Pamela às 16:57

    Amay o post! Me fez refletir também com certeza :D

  16. @alessandroarau às 16:34

    eu estou tentando cada vez mais me desapegar da net e fortalecer contatos pessoais, já que na net todo mundo é perfeitinho e lindo demais, né? além do que, qualquer coisa que se fale tem uma dimensão bem maior que na dita vida real. adorei o post! beijos

  17. Cris às 15:37

    Pois então, tava lendo seu texto e lembrando do comentário de uma amiga. Ela disse que agora, depois que ela e o marido compraram smartphones, eles não conversam mais quando vão se deitar pra dormir. Tipo, eles ficam no Face, ou no Twitter, cada um com seu smart, e as vezes nem notam que um ou outro ja adormeceu, sem terem trocado uma palavra.
    Muito triste isso, viu? Pô, tu passa o dia no trabalho, longe da família, e quando chega em casa se agarra com o smart e nem comenta como foi o dia, se o almoço tava bom, se sentiu saudade…NADA!!
    Gente, vamos virar o que? O que vai ser da gente se ficarmos interagindo diretamente com uma máquina o tempo todo?
    Concordo com tudo que vc disse! Internet é massa, Facebook, Twitter, etc, tudo bem legal, mas vamos maneirar né? Trocar um afago no marido ou uma brincadeira com o filhote pra ficar coladinho com um aparelho eletrônico não dá!
    Rehab djá!!

  18. Lekkerding às 15:32

    Minha vida hoje é a mesma coisa que era sem nets. Continuo lendo muito, vendo muito filme, saindo com os amigos de vez em quando, às voltas com minhas patetas, trabalhando muito, estudando muito, pensando muito, falando muito. E sem filtros. Continuo angariando muitos desafetos simplesmente por ser eu mesma – e por não ligar pra quem não é fã de pura autenticidade. O que você escreveu, você podia ter me dito numa conversa de bar. O comentário seria minha resposta. As redes não mudaram muito a vida que levamos. Elas apenas acrescentaram mais uma opção aos nossos meios de comunicação.

    O problema aqui é não enxergar que internet é como telefone, jornal, rádio e etc. É tudo isso ao mesmo tempo. É ferramenta, e só. Não tem ninguém vivendo aqui. Mas o povo não enxerga isso, e acha que tem uma "segunda vida" cheia de pixels e códigos bonitinhos. Aí começa a valorizar demais o tal do "eu da internet". E dá nesse monte de mensagens vazias sem sentido que até parecem fazer algum sentido – vê como as coisas são contraditórias? Ninguém vive aqui, mas de tanto acharem que vivem, começam a tratar cada coisinha que aparece como algo real, vivo, e que te afeta. Isso nunca dá certo. A História ensina.

    Não por nada, mas não adianta sair do Facebook, ou do Clube dos Teletubbies, ou whatever. Não importa como o ser viva a vida – qualquer que seja essa vida, ou o que se acha que é vida. Não é o Facebook que precisa ser deixado de lado. É a super-valorização da superficialidade e a celebração da estupidez.

    Bom post, mas eu discordo de algumas coisas – já falei aí em cima o que penso.

    Pronto, falei. Que me processem.

    1. Victoria Siqueira às 15:44

      Polêmicas HAAHAHAHAHA

      Mas falando sério: o maior problema é que uma parte das pessoas criou um alterego dentro da web. Não é o meu caso, mas tenho reparado que esse é um comportamento muito comum, talvez mais do que eu sempre achei. Bizarrice define.

      Não acho que a gente precisa sair do Facebook, Twitter ou seja lá do que for, como eu disse nos últimos parágrafos, mas acho que como td na vida, precisamos de um equilibrio. Vc me conhece e sabe que eu sou igual nas 2 situações, mas não é todo mundo que é assim.

  19. Angélica às 15:12

    Puxa, sabe que eu andei me perguntando a mesma coisa? O que eu seria se não tivesse internet hoje em dia? Bom, em primeiro lugar eu não estaria noiva agora. rss Conheci o Angelo na internet, mas precisamente no ICQ a mais de 10 anos atras… hehehehe Bom, eu não estaria trabalhando como desenvolvedora de interfaces, já que o meu trabalho é dependente 100% da internet.

    Enfim, a internet trouxe tanta coisa boa na minha vida. Trouxe amigos, amores, interesses, vocação, inspiração… tanta coisa boa! Mas lógico, precisamos balancear nossas atividade virtuais. Não deixar nosso lado social ficar concentrado 100% no virtual. Tem tanta coisa bonita lá fora para agente buscar não é?

    Beijokas Vivi! Mais um post nota 1000! :)

    1. Victoria Siqueira às 15:44

      Exato sua linda.

      Taí o post que eu tinha te falado 2 semanas atrás HAHAHAHAHAHAHA

      =*

      1. Pamela às 20:54

        Owwnnn rasgação de ceda 2.0 xD

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