novembro 2011

Dossiê do Cabelo: os favoritos dos últimos meses

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Em quase 26 anos de vida, acho que essa é a primeira vez que eu estou extremamente satisfeita com meu cabelo. Já contei aqui no blog em algumas oportunidades a minha saga cem busca do cabelo perfeito e das minhas tentativas em busca de produtos aliados dessa minha ~~~luta~~~.

Do meu último post sobre meu cabelo até hoje, algumas coisas mudaram. Como já disse aqui, o primeiro passo foi investir em bons produtos, baseado no lance do custo x benefí­cio. Já gastei tanta grana comprando produtos que não funcionaram pra mim ou me deram alergia que hoje prefiro pagar um pouco mais caro mas ter um retorno bacana e dentro do que eu espero. Fiz mais uma aplicação de Fiberceutic, tratamento que eu considerei decisivo para a melhora dos fios, abri mão da progressiva e segurei até agora para refazer a ombre de novo, que já está marcada para sexta. Dos produtos que eu usei naquela ocasião, alguns continuam na minha rotina, mas muitos outros entraram e ganharam meu coração e um espaço no armário do banheiro.

AS BELEZINHAS MAIS AMADAS DA VEZ <3

Por isso e atendendo a pedidos (aka Dai e Mari do TPM Moderna), preparei um resumo de resenhas com o que eu tenho usado e acho que vale a pena ser indicado e compartilhado!

1-) Extreme, Redken (R$ 149 o conjunto no Beleza na Web): dentre as marcas profissas de produtos para cabelo, a Redken é sem dúvidas a minha favorita. Depois de usar durante longos meses a linha Smooth Down, estou “in love” pela Extreme, que é desenvolvida justamente para reparar e reconstruir os fios. A melhor parte é que ao contrário da maioria das linhas desenvolvidas para este fim, os cabelos ficam bem “flofis”, com brilho e macio, macio tipo a pele da Xuxa com Monange.

2-) Linha Equilí­brio, Doctor Hair (R$ 83,30 o conjunto na Capillos): desde quando a Jí´ fez um alerta aqui no blog sobre os danos causados pelo sulfato, fiquei com vontade de arriscar um produto sem este componente. Conheci a Doctor Hair num evento deles aqui em SP e gostei bastante do conceito, já que eles definem a linha de produtos como “farmacosmético”, funcionando como um tratamento para fios, couro cabeludo e pele, perfeito para quem é mega alérgico a tudo e qualquer coisa tipo eu. O resultado é um cabelo lindo, cheio de vida e com um brilho absurdo. Apesar do preço “salgado” por ser um produto nacional, é bem mais em conta do que os similares gringos. O ponto negativo é que é bem difí­cil de encontrar nas perfumarias. Para quem ficou interessado, no site deles tem uma lista de pontos de venda no paí­s.

03-) Nature Rescue, Redken (R$48 shampoo e R$64 a máscara): outra ótima opção para quem está procurando produtos livres de sulfato. Conheci a linha no evento de apresentação em setembro desde então, tenho usado pelo menos 1x por semana em casa, como um “detox” dos fios. O que eu mais gostei é que apesar de ser livre de sulfato e parabenos, deixa o cabelo com brilho, macio e com cara de saudável.

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Os gatos fashionistas de Heather Mattoon

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Gosta de moda, ilustração, gatos e coisas fofas? Então certamente você ficará “in love” com o trabalho da artista plástica norte-americana Heather Matton.

Apaixonada por gatos e moda, ela decidiu retratá-los na série Cats In Clothes, que mostra os bichanos usando suas peças favoritas e também contando um pouco de sua personalidade -coisa que, diga-se de passagem, eles tem de sobra!

HARRY í‰ UM PRí‰-ADOLESCENTE QUE ADORA SAIR AO AR LIVRE E SEU PIJAMA DE CAVEIRAS.

MARGARET FAZ SUAS PRí“PRIAS ROUPAS E NO MOMENTO, ESTí FOCADA NOS PREPARATIVOS DO NATAL

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Esse tal de Código X

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Você já reparou o quanto a nossa vida é repleta de grandes mistérios que nós adoramos brincar de desvendar?

Somos movidos pelo mistério, adoramos desvendar algumas das grandes dúvidas da humanidade. Afinal, como surgiu o mundo? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Qual é o verdadeiro sentido da vida?

E agora, ao que tudo indica, nossa vida ganhou mais uma grande dúvida para ser desvendada: o código X. Afinal, o que é isso? Será que eu ou você já temos mas não sabemos ou algo que veio para revolucionar a nossa vida? Qual o sentido deste código na nossa vida?

A promessa é que daqui alguns dias a gente descubra o que é e para que serve este código. E você, está preparado para desvendar este novo mistério?

Pela licença poética de pirar na batatinha

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Acho que nunca na minha vida clamei tanto pelo final do ano e pelas minhas férias. A verdade é que tenho trabalhado e estudado non stop há pelo menos uns 4 anos e mesmo fazendo o que a gente gosta, chega uma hora que nós precisamos nos dar ao luxo de não fazer absolutamente nada. Ou pelo menos quase isso.

PELO DIREITO DE PIRAR NA BATATINHA: ESTAMOS TRABALHANDO

Minha vida é corrida. Moro longe do trabalho, da pós graduação, dos lugares que eu freqí¼ento, dos meus amigos… volto para casa praticamente para dormir, ficar com meus pais e as cachorras. Desde quando comecei a ter uma rotina mais puxada por conta das minhas obrigaçíµes profissionais e estudantis, passei a abrir mão das minhas horas de folga e ócio para ficar em casa, ou escrevendo para o blog, ou conversando com meus amigos na web ou ainda lendo alguma coisa relacionada a Internet, mí­dias sociais ou artigos das aulas. Sair de casa era luxo, e exigia toda uma programação prévia, que geralmente já deixava preparada no começo da semana. Eu, que nunca fui a pessoa mais baladeira do universo mas procurava manter um certo compromisso de sair 1 ou 2 vezes por mês, deixei de sair. As poucas vezes que eu me dignifiquei a sair de casa geralmente emendava depois do trabalho, indo para a casa de um amigo ou para algum Happy Hour com horário cronometrado para voltar para ir embora. Fazia tudo isso com a ilusão de estar descansando, quando na verdade, só estava ficando mais cansada ainda. Há mais ou menos 4 meses, tenho me forçado a sair, a ver gente, conhecer pessoas, estar perto dos amigos e vou dizer que tudo isso tem me feito muito bem, obrigada. Tenho começado a semana com mais motivação, mais feliz e com a sensação de estar descansada.

Nós temos a maldita mania de achar que para estar cansado, é preciso fazer algum esforço fí­sico, como se pensar também não exigisse de nós energia e tempo. Eu trabalho com relacionamento e produção de conteúdo, passo a maior parte do tempo no trabalho criando e escrevendo textos. Nos últimos tempos, tenho percebido que não tenho rendido tanto e também uma sensação de bloqueio criativo. Sabe quando você escreve e acha que o texto ficou ruim? Ou ainda quando você tem todo o discurso formado na cabeça mas dá um bloqueio criativo que você não consegue jogar as idéias no Word? í‰ assim que eu tenho me sentido nos últimos tempos, não só no trabalho, mas principalmente aqui no blog. Acho que grande parte dessa minha sensação se deve ao fato de eu ser uma pessoa extremamente perfeccionista e auto-critica, daquelas que não consegue fazer nada mais ou menos e acha que nada é o suficiente. Já a outra parte é a tal auto-cobrança: perdi a conta de quantas vezes eu abri o painel do WordPress para escrever um post bacana sobre algum assunto que eu queria debater e não conseguia escrever. Saia para respirar, dar uma volta, abria o painel de novo. Um dia, dois dias, uma semana, duas semanas. E aquela sensação péssima de que você não consegue mais transcrever e expressar sentimentos e pensamentos, que se manifesta em forma de angústia e um certo calafrio.

Perdi a conta de quantas vezes chamei amigos para desabafar, conversar, ver se eu tirava daquela conversa uma inspiração, desencantar o bloqueio criativo que eu estava enfrentando. E sabe como eu consegui fazê-lo? Na hora que eu deixei de me cobrar. Desencanei dos prazos, das pressíµes, da necessidade do “ai meu Deus tenho que postar”, da maldita ~cagação~ de regra de “você precisa postar ao menos uma vez por dia”. Quem disse isso? Aonde tá escrito que isso é uma regra, é uma obrigação? Para mim, escrever é um prazer e tenho a sorte de poder trabalhar com isso. Mas como todo prazer, só tem sentido quando ele te faz bem, te faz sentir uma pessoa melhor. Para mim, não rola escrever qualquer coisa “por obrigação”: eu preciso olhar para ela e achar que ela está bem feita e que vai agregar alguma coisa para o leitor. E isso vale não só para o blog, mas também para meus trabalhos como webwritter, que é minha profissão e o que me sustenta.

Uma vez eu li um artigo, não vou me lembrar aonde agora, em que o autor falava que ás vezes precisamos perder o foco naquilo que estamos fazendo para que as coisas fluam, e é verdade: parece que quanto mais focado estamos em um objetivo, mais ele se distancia da gente. ís vezes precisamos nos dar ao luxo de não fazer nada para que a inspiração venha, ou ainda, observar o que está ao nosso redor, mesmo que não tenha ligação com aquilo que nós estamos buscando naquele momento. Precisamos na maioria delas, expandir nossos horizontes, deixar de ver só o que está debaixo dos nossos olhos.

Umas semanas atrás vi um ví­deo no blog da Lu Ferreira que mostra 29 maneiras de se manter criativo, e todas as dicas mostram justamente isso: saia do lugar comum e observe, permita-se sair do foco, errar.

E é essa minha meta para os 26 anos e para 2012: me cobrar menos, me permitir mais, exercitar e motivar minha criatividade todos os dias.