fevereiro 2012

Project Pan 10 e o consumo consciente

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Uma das coisas nas quais eu me orgulho de ter aprendido mais especialmente no último ano, foi ser mais consciente no que se diz respeito a consumo. Ano passado fiz um post-desabafo no blog sobre o quanto eu era consumista e que eu estava tentando aprender a comprar menos e melhor. Se um pouco antes daquele post eu fazia aloca da perfumaria, hoje elejo apenas aquilo que vai satisfazer meu desejo e minha necessidade daquele momento. Por isso, não hesito de pagar ás vezes mais caro por uma coisa que eu sei que vai valer a pena e que eu quero muito. Não é status, mas sim a consciência que eu criei ao longo desses anos de compre pouco, mas compre bem.

Na mesma época que eu escrevi aquele post, fiz uma seleção daquilo que eu costumava usar com mais freqí¼ência e outras que eu havia comprado por impulso, como sombras coloridas e esmaltes em cores que eu não costumo usar e acabei passando para frente. Isso sem dizer nas coisas que eu recebo das assessorias e agências, que acabam ficando acumuladas aqui por causa das minhas restriçíµes alérgicas í  alguns produtos. Do que restou, fiz um pacto comigo mesma: só voltaria a comprar coisas novas quando conseguisse eliminar parte das coisas que restaram, que realmente faziam parte do meu dia-a-dia, como bases, corretivos, delineadores, blush, máscaras de cí­lios e batons. Nesse pacto, também inclui produtos de cabelo e perfumes, coisas que eu também tenho aos montes aqui em casa.

Logo depois de ter feito esse pacto comigo mesma, conheci o Project Pan através de um post no Vende na Farmácia, que surgiu entre as blogueiras e videologgers de beleza gringas e ganhou algumas adeptas aqui no Brasil ”“inclusive a própria Loo. A idéia é mais ou menos como aqueles memes da blogosfera old school, aonde você elege até 10 produtos que estejam perto do prazo de validade ou próximos de acabar para usar até o fim. O nome é inspirado no fundinho que a gente vê quando o pó ou base compacta começa a apresentar seus primeiros indí­cios do fim.

O RESULTADO DOS MEUS "PANS"

O mais legal dessa experiência é que além de conseguir eliminar as coisas antes do prazo de validade (maquiagem estraga, tá?), é que eu estou aprendendo a fidelizar alguns produtos e elegendo o que eu quero levar para a vida. Claro que estar aberta a testar coisas novas é bem bacana, mas vamos combinar que tão bom quanto isso é encontrar um produto certo, daquele que parece que foi feito sob medida para atender nossas necessidades sem precisar sair gastando horrores a busca do cosmético perfeito. No meu caso, elegi minhas bases (Studio Fix da MAC para o dia e Nude da Dior para a noite), o delineador (fluid line da MAC) e o corretivo (Studio Fix da MAC) como os itens honour concour da minha penteadeira.

Para quem curtiu a idéia e quer aderir ao projeto, vale a pena ler também o post da Gabi do Lipstick Corner que foi a última adepta do desafio e abriu um grupo no Flickr para que outras meninas compartilhem a experiência :D

Vale tudo mesmo, Rihanna?

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Sí‰RIO QUE VOCíŠ FEZ ISSO RIHANNA? ME DIZ QUE í‰ UMA PIADA DE MAL GOSTO VAI!

Eu sou do tipo de pessoa extremamente sincera e honesta comigo e com meus princí­pios. Desculpa se para algumas pessoas soa hipocrisia, mas eu realmente acredito que algumas coisas estão acima de tudo e dinheiro nenhum pode comprar. Dignidade, integridade, amor próprio e honestidade são algumas delas. Sabe a paz de poder encostar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilamente? Então. Eu não abro mão disso, e não são verdinhas que me fariam mudar de idéia. E talvez seja por isso que em algumas ocasiíµes, fico extremamente assustada e inconformada como as pessoas agem sem escrúpulos, só vislumbrando um resultado que mais me parece uma realização financeira do que pessoal, mesmo que seja preciso pisar em cima dos próprios princí­pios.

Isso talvez justifique o tamanho da minha decepção pela Rihanna, cantora que até pouco mais de 24h atrás admirava não só musicalmente, mas principalmente por ter conseguido reerguer sua carreira e se estabelecer como um dos maiores nomes da música pop atual depois de ter seu auge nos tempos de Good Girl Gone Bad ofuscado pela agressão causada pelo ex-namorado Chris Brown após uma discussão a caminho do Grammy 2009. Minha admiração não se limitava ao fato de reerguer a carreira, mas também como pessoa, pelo fato de ter conseguido superar, ao menos publicamente, este triste e lamentável acontecimento. E acredito que mesmo quem não a acompanhe, seja por incompatibilidade musical ou por qualquer outro motivo, ficou chocado com a história e admirado com a força que ela teve para reerguer sua vida e a carreira, afinal, violência contra a mulher é uma daquelas coisas que revoltam qualquer pessoa com o mí­nimo de bom senso e compaixão.

Quando começaram os primeiros boatos sobre uma possí­vel parceria do ex-casal para o single de Birthday Cake, confesso que não botei muita fé, bem como uma possí­vel reconciliação noticiadas pelos tablóides depois de todos os ocorridos e das justificativas bizarras de Chris Brown sobre o ocorrido. Até que ontem, no dia do aniversário de 24 anos da Rihanna, eles resolveram dar um presente (só que ao contrário) para os fãs e todos aqueles que torceram por ela: a versão remix de Birthday Cake, novo single do ótimo Talk That Talk, que já contava com uma letra cheia de trocadilhos sexuais e ganhou uma nova estrofe, dessa vez cantada por ninguém menos do que Chris Brown. Estrofe, diga-se de passagem, abusando do mal gosto, algo do tipo “quero te ****** agora, faz muito tempo que não tenho seu corpo”. A questão não é bem a letra ou pagar de puritana em pleno 2012 com a música pop cada vez mais apelativa e sexual, mas com tantos rappers por aí­ e Rihanna bombando no mundo com várias músicas em #1 nas paradas, ela precisava se rebaixar a este ponto com o cara que quase acabou com a vida e a carreira dela? Mesmo?

Há quem diga que tudo isso é “mí­dia” e propositalmente pensado para gerar “polêmica”, mas tudo que eu consigo pensar é numa inversão de valores e a perda do bom senso. Como eu comentei com o André Pacheco, para tudo nessa vida existe um bom senso, inclusive para a máxima do “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. A questão aqui não é um reencontro após uma briga boba de casal, uma rixa criada entre fãs a la Britney x Gaga, um desentendimento: foi um crime. Crime esse que acontece todos os dias em todo o mundo, dentro da casa de muitas pessoas. E desculpa: gerar mí­dia em cima disso é vexatório e vergonhoso. Rihanna não precisava levantar bandeira contra a violência, abrir ONG, virar embaixadora de alguma campanha, mas o que deveria ter no mí­nimo era respeito por outras mulheres que assim como ela, sofreram nas mãos de seus ex-companheiros. Deveria permanecer calada e fazendo o trabalho mega bacana enquanto que ela estava fazendo até então.

Rihanna já é grandinha, completou 24 anos, já sabe muito bem o que fazer da vida. Perdoar alguém que te fez mal em algum momento da sua vida é uma atitude louvável, mas acho que para tudo existe um limite. Guardar mágoa é natural, afinal, quem nunca? O que me assusta nesse caso é essa falta de bom senso, respeito e princí­pios. Será que vale mesmo a pena se sujeitar a isso publicamente só para gerar “mí­dia” e polêmicas desgastantes? Será que vale a pena colocar a ganí¢ncia por mais um #1 nas paradas e pisar em cima dos próprios princí­pios? Acho uma pena que um single, que é ótimo e tinha tudo para ser mais um sucesso, e uma cantora incrí­vel precisem deste tipo de apelo. O resultado está aí­: fãs inconformados, pessoas que admiravam sua carreira e sua garra decepcionados. Ao que parece, o tiro saiu pela culatra e grande parte dos seus admiradores repudiaram a atitude.

Se para ela falta amor próprio, ela deveria ao menos ter compaixão por outras tantas mulheres que passaram pela mesma situação. Lamentável.

Mixtape #16 – Sextape

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Carnaval, essa época bonita e colorida do ano na terra do samba e pandeiro, aonde os hits do axé, do funk, do sertanejo universitário, enredo clássicos das Escolas de Samba e marchinhas viram trilha sonora nos bailes, bloquinhos e ruas da cidade.

Se você não aguenta mais “tira o pé do chãããão”, “noooosa nooossa” nem tche tchererere mas quer deixar de sensualizar nesse Carnaval, keep calm and TEM MIXTAPE NOVA! A ordem aqui é incorporar o lado ~sensual~ do Carnaval para sensualizar e dançar até o chão nos próximos dias de folia com alguns dos hits mais hot do pop e do rock. YAY!


Quer baixar e levar para aonde quer que você vá? Clica com o botão direito neste link aqui >> salvar link como. Para ver todas as mixtapes que já rolaram aqui no blog, clica aqui.

Dose de amor do dia: Underwater Dogs

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Quem tem cachorro em casa ou já conviveu com um sabe que além de amor, carinho, cuidados, comida e responsabilidade por parte dos tutores, eles precisam de pouca coisa para se divertir, mesmo que cada um tenha uma personalidade um pouco diferente do outro. A Belly adorava bolas e panos para brincar de morder e chacoalhar quando estava nervosa. A Jully nunca ligou para brinquedos (aliás, tinha medo!) e sempre preferiu passear e correr no gramado. Já a Lilly e a Chilly são uma descoberta nova a cada instante: a Lil-lo adora bichinhos de pelúcia e adotou um patinho que faz barulho como “filho”, enquanto a Chil-lo se diverte (e destroi HAHAHA) chinelos, sapatos e meias. Enfim, estou realizada porque minha diversão depois de um dia longo de trabalho é ficar jogando bolinha para elas pegarem e provocando a Lilly com o “qí¼en qí¼en” do pato. Coisas e alegrias que só quem tem um bichinho em casa sabe como é.

Foi pensando nesse fací­nio que os cachorros tem por alguns objetos que o fotógrafo especializado em pets Seth Casteel montou o Underwater Dogs, uma série de fotos que mostra que eles fazem tudo por uma simples bolinha -inclusive, pular na piscina. O resultado são muitas caras e bocas inusitadas, como o Photopets da Carli Davidson.

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