4/52 Álbuns: para dançar como se ninguém estivesse vendo

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Este post faz parte do desafio “52 Álbuns em 2015”, que consiste na indicação de um álbum por semana até a primeira semana de 2016. Para saber sobre o desafio e como participar, clique aqui. Acompanhe as resenhas do blog lendo a TAG “52 álbuns”. Para acompanhar as indicações dos outros participantes, entre no grupo do blog no Facebook.

O quarto tema do desafio dos 52 Álbuns era escolher um álbum que me fizesse dançar até o chão aonde quer que eu esteja- desde que eu o fizesse como se ninguém estivesse olhando. Como diria Billy Idol, se eu tivesse uma chance eu convidaria o mundo para dançar e eu estaria dançando comigo mesma. E a escolha dessa semana não poderia ser mais propícia.

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Confessions on a Dance Floor (2005) é o décimo álbum de estúdio da rainha do pop, Madonna. O álbum foi produzido para parecer exatamente como um set de DJ em uma pista de dança: todas as músicas são extremamente animadas e cheias de coreografias em potencial para puxar o passinho entre os migos na buatchy. Para alcançar um resultado com louvor, Madonna foi buscar nas décadas de 70 e 80 as referências necessárias para um álbum cheio de atitude e dançante, mesclando com elementos da nova dance music. Prova disso é que basta uma ouvida para identificar influências de vários ícones da música pop como ABBA, Pet Shop Boys, Donna Summer e Depeche Mode.

Logo no primeiro single, Madonna mostrou que panela velha é que faz comida boa e usou o sample do clássico “Gimme Gimme Gimme” do ABBA na excelente e dançante “Hung Up”. Hit instantâneo, a música invadiu rádios e pistas de dança e, se você era frequentador de festas pop, certamente puxou a coreografia do refrão com os amigos.

A vibe coreografias e “confissões na pixxxta da buatchy” continua no segundo single da era de Madonna, “Sorry”. Assim como em “Hung Up”, o clipe usa e abusa de influências das décadas de 70 e 80 que aparecem não só na música, mas também no figurino e detalhes do clipe, como os patins e o rádio no melhor estilo “boombox”.

Já no terceiro single da era Confessions, Madonna mostra uma faceta diferente das duas primeiras faixas em todos os sentidos. “Get Together” é uma faixa futurista se compararmos com as influências do álbum como um todo, quase todo pautado na Disco Music. Ao contrário das faixas anteriores, o single parece ser uma versão atualizada do que Madonna fez em “Ray Of Light”, como a incrível “Nothing Really Matters”. De longe, uma das melhores músicas da carreira da Madonna.

As músicas seguintes mesclam o futurismo da música eletrônica com leves toques da disco music. “Future Lovers” soa como uma continuação de “Get Together”. “I Love New York” segue a mesma linha, com uma sonoridade mais “clássica”, fazendo uma declaração de amor para a Big Apple. “Let It Will Be” e a excelente (e hino desperdiçado) “Forbidden Love” dão a intro para o último e viciante single da era, “Jump”. Seguindo a mesma vibe eletrônica futurista de “Get Together”, o single apresenta influências dos anos 80 e soa como uma versão 2.0 de “West End Girl”, do Pet Shop Boys. Ou seja: puro creme do amor.

Confessions reafirma a história construída por Madonna ao longo destes mais de 30 anos de carreira e mostra o quanto ela pode ser genial e visionária, mesmo que seus últimos álbuns tenham deixado (e muito) a desejar. É um álbum para dar o play e sair dançando pela casa, para embalar o esquenta com os amigos ou até mesmo uma festinha, além de relembrar os bons tempos de Madge (inclusive, sdds miga!).

Ficha Técnica
Confessions On a Dancefloor (2005)Spotify | Deezer
Melhor música: “Get Together” e “Sorry”
Pior música: “How High”
Não deixe de ouvir: “Hang Up” e “Forbidden Love”
Por que você deveria ouvir?: um dos melhores álbuns da carreira da Madonna e, até o momento, último trabalho genial dela.
Numa escala de 1 a 5 Madonnas Bagaceiras, quanto vale o Confessions?

madonna Clique aqui para acompanhar todos os posts do “52 álbuns para ouvir em 2015”. Tem algum álbum para indicar para as próximas fases do desafio? Então deixa nos comentários ou sugere no grupo do blog no Facebook. Para acompanhar as indicações de outros blogueiros este tema do desafio, vemk. :)

10 comentários em “4/52 Álbuns: para dançar como se ninguém estivesse vendo”

  1. Chris às 13:54

    Oi Victoria! Acabei de conhecer o seu blog e estou amando! Você é muito criativa! Estou adorando ler os seus posts e os gifs são demais! Parabéeeeens! <3

  2. José Neto às 21:12

    CONFESSIONS ???
    Sobre “até o momento, último trabalho genial dela”: #JUSTICE4REBELHEART hahaha

  3. Sara Lolitta às 01:13

    Madonna é a “inspiração” mesmo depois de tanto tempo.

  4. Rodrigo às 21:47

    Madonna, minha all-time favorite!!! Amo demaaaaaaais!!! Toda a era Confessions é genial. O álbum é um hinário dançante mesmo, amo forte!!! Uma das mais bailantes é um remix de Let It Will Be, que é a versão que ela canta na tour, aquela música me anima demais!!! Ótima escolha!!!

    http://aestantecheia.blogspot.com.br/

  5. Rafaella Ribeiro às 14:40

    ~~as pernas dessa mulher~~ merecem um post a parte, vixe!

  6. Alê às 23:36

    Esse álbum é incrível. Assim como essa fase do collant dela! <3

  7. Dud's às 16:57

    Meu preferido dela <3

  8. BA MORETTI às 15:03

    madonna maravilhosa

  9. Karin de oliveira às 12:13

    Sou fã da Madonna! E esse é o meu segundo álbum favorito dela (o primeiro é Ray of Light). E realmente é incrível, as outras músicas que não foram lançadas como single também arrebentam. Super indico para dançar muito na pista de dança ou da sala mesmo.
    Beijos

  10. Memories às 11:00

    As músicas da Madonna são ótimas para dançar sempre!

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