10 grandes lições de vida que eu aprendi com as Spice Girls

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spice

Já contei aqui no blog em várias oportunidades do quanto eu fui fã das Spice Girls e de quantas alegrias elas trouxeram na minha adolescência -os primeiros melhores amigos, as primeiras festinhas na garagem, os passeios no shopping, enfim, tudo por conta delas. O que eu nunca tinha contado é o quanto elas influenciaram minha personalidade e minhas convicções até hoje.

Na verdade essa foi uma descoberta muito recente. Dias desses, revirei meu baú de recordações da adolescência para procurar minha pasta dos Backstreet Boys, encontrei alguns dos meus materiais das Spice, e peguei para olhar os recortes e também, reler a biografia oficial da banda, lançada em 1998 aqui no Brasil pela Jovem Pan. A cada página da biografia, uma lembrança diferente e uma certeza: a de que a girlband influenciou minha vida e me ensinou mais do que eu pudesse imaginar.

E foi baseado nessa experiência que eu decidi fazer este post, elencando as 10 maiores lições que eu aprendi com as Spice Girls, com direito a imagens da própria biografia. Será que você também aprendeu algumas destas coisas por influência delas? :)

#01 – Sororidade e empatia entre mulheres

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Uma das principais características das Spice Girls era a união de suas integrantes e as constantes declarações de amor incondicional uma pela outra. Ainda que hoje a gente saiba que nem tudo era às 1000 maravilhas, a banda sempre incentivou o empoderamento das mulheres e principalmente, a sororidade entre elas.

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Tanto as letras, como no hino Wannabe que era cantarolado “se quiser ser meu namorado, tem que se dar bem com meus amigos” quanto em atitudes (oi anel da amizade) e declarações, as integrantes sempre encorajaram meninas a confiarem umas às outras e principalmente, se apoiarem em todos os momentos da vida. E isso vai muito além de ter uma melhor amiga ou viver cercada de figuras femininas: é respeitar outras mulheres, independente do seu nível de intimidade com ela. É sobre empatia e acolher a outra, ainda que ela viva em uma realidade diferente da nossa ou tenha uma atitude na qual nós pessoalmente não concordamos.

#02- Girl Power e a introdução ao feminismo

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Antes de Beyoncé usar trechos do discurso de Chimamanda Ngozi Adichie na faixa “Flawless” e de se declarar feminista durante sua performance no último VMA, as Spice Girls já entonaram o coro do “girl power” e a igualdade entre os sexos. Muito mais do que declarações pontuais sobre o assunto, o Girl Power! sempre esteve associado ao conceito que envolvia a banda, sobretudo nas letras das músicas. É impossível não pensar em Spice Girls e lembrar do Girl Power! e vice-versa.

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PS: discordo do trecho  sobre o pé na bunda do feminismo. Girl Power é só mais uma forma de falar sobre ele, não anula o feminismo.

PS: discordo do trecho sobre o pé na bunda do feminismo. Girl Power é só mais uma forma de falar sobre ele, não anula o feminismo.

Para muitas mulheres da minha geração, as Spice Girls foram o primeiro contato com feminismo ou pelo menos, o conceito dele. Foi graças à elas que comecei a entender que eu poderia ser quem eu quisesse, da forma que eu bem entendesse e que as pessoas deveriam me respeitar por isso, assim como apoiar e ter empatia com outras mulheres com suas decisões.

#03 Adotar um estilo que reflita minha real personalidade

look

Uma das coisas que fizeram com que eu virasse fã das Spice foi o fato da banda, indo na contramão de outros grupos pop, terem personalidades/estilos diferentes e se bancarem, sem se importar com que as pessoas achavam disso. Ainda que elas tenham assumido personagens, o fato de cada uma adotar uma personalidade com características distintas e se sentir bem com isso, encorajou outras meninas a se sentirem confortáveis com o que vestiam e assumirem sua identidade real, sem medo de julgamentos.

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Os maiores exemplos para mim disso são a Mel B, Mel C e a Geri. Enquanto Mel B sempre fez questão de incorporar traços étnicos nos seus figurinos e de valorizar a beleza negra, Mel C não tinha vergonha nenhuma de adotar uma posição mais esportiva, com roupas folgadas, e de admitir que era fã de futebol -esporte visto para muitos como predominantemente masculino. A Geri, conhecida como a mais espevitada do grupo, não tinha vergonha nenhuma de se mostrar uma mulher empoderada e confiante, a ponto de usar roupas curtas e figurinos mais ~ousados~ para os padrões da década de noventa, com peças curtas e calcinha à mostra. Maravilhosas <3

#04 Empoderamento e Auto-Confiança

Acho que, de todas as lições que eu aprendi com as Spice, essa talvez seja a mais importante e a que eu demorei mais tempo para perceber o quanto me impactou. O lance de Girl Power! e de mostrar para as outras meninas o quanto elas podiam ser o que elas queriam foi certamente a maior herança que a banda deixou para suas fãs.

Tão importante quanto incentivar meninas e mulheres a assumirem suas personalidades/estilos, é mostrar que cada uma delas podem ser quem elas quiserem e, principalmente, acreditarem nelas mesmas e em suas respectivas convicções em todos os aspectos da vida.

spicegirls-empoderamento

spicegirls-controle

Inclusive, lembre-de destas frases na próxima vez que um homem querer te convencer que o feminismo é besteira e gaste seu preciso tempo fazendo o que as Spice já fizeram: empoderando outras mulheres.

#05- Me importar menos com aquilo que me faz mal

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A Geri declarou em uma entrevista, no ápice das Spice Girls, o seguinte: “não importa o que as pessoas dizem de você. O jornal de hoje é o papel para enrolar peixe de amanhã”. A declaração, que era sobre os boatos envolvendo sua vida pessoal, nunca saiu da minha cabeça e cada vez que algo de ruim acontece, lembro disso e lembro que eu preciso focar no que realmente importa e deixar aquilo que me faz mal de lado.

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Muitas vezes nos preocupamos tanto em agradar os outros que esquecemos de quem somos e da nossa essência. Abrimos mão do que gostamos para não magoar o outro e acabamos machucando quem mais nos importa: nós mesmos. Um pouco de egoísmo e orgulho, em doses certas, cai bem.

#06- O que eu uso não dá permissão à nada

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Mulher de roupa curta tá pedindo? MEÇA SEUS PENSAMENTOS, PARÇA. Se uma coisa que uma mulher de roupa curta tá pedindo é respeito e não para chamar a atenção dos homens ou ser estuprada. Toda mulher tem o direito de vestir o que bem entender e sabe o que ela deve ganhar em troca? Respeito e o direito de ir e vir sem ser incomodada.

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“Ah mas é o instinto do homem, é de caça, as mulheres são presas, se elas não querem levar cantada ou serem incomodadas, precisam usar roupa comprida” UMA OVA QUERIDX, UMA OVA. Quem tem que mudar não sou eu ou qualquer outra mulher. É o homem, que precisa ser reeducado, e a mulher que reproduz o machismo, que precisa praticar a sororidade com a outra miga e deixar de nutrir o slut shamming.

#07- Ninguém precisa estar em um relacionamento ruim

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A faixa do primeiro álbum da girlband “Love Thing(“There’s no room for lovin’ stop that push and shovin’yeah, don’t wanna know about that love thing”) e o hit “Stop” (“Stop right now, thank you very much, I need somebody with the human touch”) falam justamente sobre relacionamentos ruins e o desejo de cair fora deste barco. E é justamente o que você deve fazer quando sentir que a relação não está do jeito que você gostaria que estivesse: caia fora.

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A verdade é que ás vezes achamos que a pessoa vai mudar, que é só uma fase, que é o jeito da pessoa, e seguimos nos anulando, ouvindo que tudo é um exagero, que somos loucas e outras coisas desagradáveis nas quais não somos obrigadas a aguentar. Certamente Geri & Cia recomendariam o vídeo da maravilhosa Jout Jout sobre o assunto.

#08- Todo estereótipo é burro

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A frase dita na imagem acima até parece 2015, por conta de toda essa discussão em torno do sexismo e questão de gênero, mas é de 1998. E foi dita justamente pela Spice Girl que menos seguia o padrão mulherzinha. No papel da Sporty Spice, Mel C usava roupas largas, tênis, maquiagem quase imperceptível e sempre declarava seu amor pelo futebol, sobretudo pelo time da cidade natal, o Liverpool. Não precisou muito para que a sexualidade da moça fosse colocada em cheque, pelo simples fato dela ir contra a visão estereotipada sobre as mulheres e passando bem longe do que é considerado “feminino” pela sociedade.

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Outra Spice Girl que sambou na cara da sociedade colocando em cheque a questão do estereótipo e do “nem tudo que parece é” foi a Geri, em seu primeiro single solo “Look At Me”. A Ginger Spice, que por sua personalidade mais espontânea e espevitada, levantou boatos sobre seu passado antes de integrar a girlband. No clipe, a cantora Geri satiriza os boatos encarnando diferentes personagens que criaram em torno dela durante sua passagem pela banda.

Nem tudo que parece é e ainda se fosse, é um problema que não se diz respeito a ninguém, a não ser delas mesmas. E advinha quem tem que mudar? Isso mesmo, quem acha que tem que julgar a maneira que o outro vive. Mas se é para viver em uma sociedade que tem essa necessidade de colocar todo mundo em caixinhas e ser julgado de qualquer jeito, vamos optar por ser felizes e quebrar esses esteriótipos (e a cara dos haters).

#09- Eu posso ser e fazer o que eu quiser -e ninguém tem nada a ver com isso

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Esse tópico conversa um pouco com a questão do empoderamento e do esteriótipo, e quando a gente começa a entender estes dois pontos, esse aqui fica mais fácil. Tão importante quando quebrar a barreira do clichê e de se sentir empoderada, é poder ter culhão suficiente para se bancar e fazer o que você quer da sua vida -ainda que você precise falar um pouco mais alto para isso.

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"Se queremos comer um doce ou ficar bêbadas, vamos nessa". Sábias palavras de Victoria Beckham

“Se queremos comer um doce ou ficar bêbadas, vamos nessa”. Sábias palavras de Victoria Beckham

Nota mental: jamais se esquecer que você é a única pessoa responsável pela forma que conduz sua vida. Se quiser realizar um sonho, corra atrás -ainda que todo mundo te diga que é impossível.

#10- Que eu sou, acima de tudo, humana

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Concorda com a lista? Tem mais alguma coisa que você aprendeu graças às Spice Girls ou que influenciou sua vida até hoje? Conta pra mim aí nos comentários! :)

35 comentários em “10 grandes lições de vida que eu aprendi com as Spice Girls”

  1. Patrine às 22:41

    Amei o post. Eu tinha essa biografia, vou até procurar onde está kkk. Eu não me importava muito com o lance do girl Power na época, meu negócio era a coreografia, letras e traduções

  2. Luciana deyse às 10:01

    Olá oi Vick quem eram as SG q tinha uma união?

  3. Raphael às 04:55

    Post maravilhoso! Com uma ressalva a música “Stop” não foi composta falando de relacionamentos como mencionado. Foi comppsta em um momento onde as meninas já estavam sem folga há mais de um ano, e durante uma vôo para volta para casa, Geri intuiu os primeiros versos, “stop right now, tku very much, i need somebody with the human touch” pois a correria estava tão grande e elas pouco conseguiam aproveitar a vida, familia e amigos.

  4. Ana Clara às 19:28

    Aí que TUDO!!! Muito amore por esse post tão especial!
    Girl Power forever and ever <3

  5. Andrea Azevedo às 17:40

    Só queria dizer q vc está de parabéns! Trazer de volta esses discursos das Spice, me faz lembrar o quanto eu era forte quando era pequena. Provavelmente, sou muito mais feminista por influência delas! Post MARAVILHOSO que tem que ser compartilhado 1000000x por ai! =D

  6. Jess às 14:54

    Guriaaa, elas fizeram minha infância!
    Eu e minha prima brincávamos muito delas haha
    Era engraçado porque eu meio que não tava nem aí pros Backstreet Boys e N’Sync.
    O Girl Power foi meu primeiro contato com o feminismo e eu tinha uns 10 anos!
    Queria muito ter comprado essa biografia delas haha

    bjs

  7. Thiago às 01:12

    Adorei a matéria, inteligente e muito bem detalhista. Queria dizer que sou um grande fã das Spice Girls e que todos seus ensinamentos feministas não foram absorvidos somente pelas garotas, pelos meninos também, hoje sou um homem que valoriza mais as mulheres, sei respeitar o modo de vestir, sei admirar o quanto elas trabalham e sei aguentar seus dias mensais de fúria. As Spice Girls mostraram o quanto as mulheres são diferentes dos homens e como devem ser respeitadas por serem assim.

  8. Juliana às 12:40

    Que demais esse post! Nunca tinha parado pra reparar nisso, e realmente, é a mais pura verdade!
    Bjs!

  9. Michele Bdz às 11:07

    Ooooo saudades dessa época!
    Das Spice Girls..
    Ai como era bom!

    me fez recordar esse post!
    amei

  10. Mia às 14:43

    AI MELDELS QUE POST MARLINDO!!!! <3
    Spice Girls, né? ADOOOOORO. Mas vezenquando esqueço o porquê. E é exatamente por isso. Não é apenas pela vibe anos 90 que é TÃO gostosa (e da qual sinto a maior falta, por sinal), mas é porque Girl Power total! Acho que todas as meninas, sejam lá de que idade for, deveriam prestar atenção nas letras/declarações das Spice. Faz sentido e é algo atemporal.

  11. Bárbara Hernandes às 07:06

    Meu, muito muito muito legal! Eu também sou criança/pré-adolescente dos anos 90 e assim como você, curti muito as Spice Girls – não somente suas músicas, mas todo o universo que as rondava. Toda essa questão do girl power, da amizade, de ser o que se tem vontade – é tudo muito emblemático e poderoso. Não à toa elas ainda causam suspiros quando lembradas pelos fãs – elas eram e são maravilhosas!

  12. isa às 10:52

    que post absolutamente MARAVILHOSO! minhas lembranças de Spice Girls são as músicas e as coreografias, mas eu nunca tinha notado tanto essa vibe feminista, lá nos seus primórdios. que coisa NECESSÁRIA, gente. de qualquer maneira, era lindo – eu, por exemplo, me identificava muito com a Mel C, a coisa do “esporte para meninos”, das roupas largas, etc – e sempre me senti muito bem de ter alguém pra me representar assim. fora, é claro, as músicas incríveis sobre amizade e se sentir maravilhosa no matter what.
    #voltaspicegirls
    adorei!

  13. jéssica roberta às 19:46

    Uauuuu… essa é a primeira vez que entro no seu blog e ja vejo uma postagem como essa… que íncrivel.. tanto a matéria como a forma que você passou a mensagem, que pelos comentários dá pra ver que geral curtiu.
    Parabéns.. ^^

  14. Bárbara às 13:17

    Gente, quase chorei agora!
    Eu tinha essa biografia que vinha num kit com camiseta e um adesivo <3
    Amei o post!

  15. Carla Profeta às 16:14

    Ótimo post, elas fizeram parte da minha vida (ainda fazem) e tiveram o mesmo impacto pra mim. Óbvio que hoje entendo de verdade o que elas significaram/mostraram…mas já tinha uma ideia aos 11 anos rs

    senti sdds dessa biografia (tb tenho haha) acho q vou pegar para ler de novo!

    arrazou.

    bjos!

  16. Erica às 16:56

    Elas são divas!

  17. Spice Girls Brasil às 16:19

    A D O R E I o post!! Parabéns! E obrigado por ainda manter viva a chama do Girl Power!!

  18. Karin de Oliveira às 08:13

    Victória, como viver com esses posts lindos sobre as Spice Girls???
    Como aprendi (e ainda aprendo) com essas meninas.
    Lembro que na época não compreendia muito bem o que “Girl Power” queria dizer, mas sabia que era poderoso.
    Que era algo que nós, meninas e mulheres, precisaríamos utilizar para vida, que deveria se tornar um mantra, um slogan, algo para carregar até o final de nossas vidas. E que essas duas palavras deveria ser o norte para nossas vidas.

    Esse post foi um manifesto para mostrar tudo o que as meninas dos anos 90 aprenderam inconscientemente com essas garotas e que agora que tomou ciência disso. Você colocou no papel as coisas que aprendemos graças ao Girl Power proclamado por elas.

    Mil beijos!!!

  19. Patricia Leardine às 19:34

    2015 me fez lembrar delas, e que elas fizeram parte da minha infância, bom, um pedacinho. Eu gostava do pop, da atitude, e principalmente por cada uma ter o seu “estilo”. Aí quando adolescente eu conheci o feminismo através da literatura e depois das bandas que eu conheci como “riot grrrls” – pense em alguém que ouvia Bikini Kill todo santo (e feminista) dia! Acho que isso foi um pouco do que eu era, mas fez mudanças para eu ser quem sou (e com mais um bocado de outras mudanças pelo caminho). Esse comentário enorme é para dizer que eu amei o seu post porque ele me fez perceber as Spices de uma forma que eu nem imaginava. Gostei de todos os tópicos, mas principalmente a lição #03 que, conscientemente ou não, eu levo até hoje, e ainda estou descobrindo minha personalidade.

  20. Vy às 19:06

    Girl Power forever <3

  21. Alisson de Sousa às 17:26

    Gente, as Spice eram phodas demais

  22. Chell às 08:43

    Fico imaginando se vc estivesse no meu lugar na aula de kung fu da semana passada e ouvisse o rapazinho de lá falando “mas que que isso de Spice Girls?”. Sério. To na fossa hahahaha.

    Esse post tá MARAVILHOSO! Vou usar o caps junto cas coliega ai de cima =D

  23. Marcela às 22:16

    Que post INCRÍVEL! Eu não gostava tanto delas na época, mas vendo agora fico surpresa em como elas tinham idéias geniais, fiquei super feliz! (:

  24. Maki às 18:31

    NOSSA VIC MELHOR LISTA DE TODOS OS TEMPOS! Era bem o que eu precisava ler (e me lembrar). Spice Girls é muito amor e é incrível como o que elas falaram lááááááááá atrás super cabe hoje em dia.

  25. Jenny às 16:55

    Nossa até arrepiou

  26. Memories às 15:43

    Parabéns pelo post, todo artista tem algo de bom para nos ensinar. Eu curtia elas mas nem tanto como você, beijos!

  27. Vanessa Bevini às 15:06

    Amei o post, muito criativo, ficou incrível.
    Eu também tinha pasta das Spice Girls e do Backstreet Boys, tenho os cds delas, ficava vendo clipes e shows para aprender a coreografia.
    Elas sempre tiveram com um pezinho a frente de um assunto, que hoje, é tão discutido.
    Beijos!

  28. Mila às 14:43

    Spice ? Girls.

  29. Renata às 14:20

    Adoreiiiiiii…..eu era fã das Spice….enquanto todas morriam pelo Backstreet Boys….ou Leonardo de Caprio eu adorava elas……rsrs….mas gostava deles tb….e seu texto comparando com a atualidade está ótimo….

  30. Re Vitrola às 14:12

    Tô sem palavras com esse post. Bem feito, bem escrito e maravilhoso. Só tenho que te dar parabéns, sério! Adorei as fotos com as partes de matérias. Fiquei pensando: será que os jovens de hoje em dia se sentem influenciados positivamente assim também pelos seus ídolos?

    um beijo,
    Re

  31. Poly às 13:21

    As vezes eu até as culpo de tanto que minha personalidade foi moldada por elas. Elas me ensinará. Sobre a vida mais do que qualquer pessoa ou minha própria mãe.
    Meus amigos foram todos por causa delas. Só hoje, depois de ~~~15~~~ anos que estou fazendo novas amizades que não tem absolutamente nada a ver com o grupo. Mesmo assim quando qualquer um canta wannabe já rola aquela empatia de cara.
    E as letras das músicas? Eu ouvia todos os CD todos os dias e cada dia as letras me falavam sobre algo que estava acontecendo comigo naquele momento. Escola, amigos, garotos… Elas foram minhas melhores amigas por anos, mesmo depois que o grupo acabou.
    Elas me deram melhores amigos (até hoje), meu primeiro namorado, as primeiras baladas, meu curso de inglês, minhas aulas de dança (e modelo e teatro), meus “novos” ídolos (tipo Madonna), minha primeira grande decepção (turnê mundial com direito a Buenos Aires que nunca saiu do papel)…

  32. Pamela às 13:07

    AMAY esse post, apenas! <3 <3 <3 <3

  33. Prix Schall às 11:59

    /SHORANDO com esse post!
    Que lindo! Meu deeeeus, que lindo!
    Eu era muito novinha pra entender essas coisas quando tive a minha fase “fã-maluca” das spices (lembro de fazer reuniões de fã-clube com as amigas da escola s2s2s2), mas é incrível pensar que esses valores foram passamos pra mim mesmo sem eu perceber.
    YAS! Concordo com tudo!

  34. Duds às 11:48

    MARAVILHOSO ESSE POST <3333 só li vdds. eu sempre fico muito feliz quando penso que elas foram meus primeiros exemplos e que eu sou desse jeitinho justamente por causa delas <3 <3 hoje vejo que aceitar o feminismo que tinha em mim era só uma questão de tempo, depois de reproduzir o discurso delas durante tanto tempo!

  35. Karen às 10:27

    Que post MARAVILHOSO. Eu curto muito as Spice Girls mas não tenho registro nenhum da época, então não sabia como o discurso de empoderamento tava lá vivo e forte (e bem atual com o que queremos do feminismo). Sério, tô maravilhada com isso tudo – apesar do pé na bunda.

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