Jackeline Aguiar

Mentiras que aprendemos com as comédias românticas.

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í€s vezes e só í s vezes, não há nada melhor do que se desligar do mundo ”“ parcialmente- e curtir um tempo sozinha. Quando eu quero fazer isso eu geralmente compro cerveja, pipoca e passo o sábado í  noite em casa debaixo das cobertas assistindo comédia romí¢ntica. Mas ultimamente eu tenho perdido a paciência, afinal, todas elas parecem ser exatamente iguais. A receita é bem fácil e muito usada ultimamente. Uma moça e um moço que se odeiam e descobrem no fim que foram destinados um ao outro, como o caso de Life as we know, que assisti recentemente e quase dormi no meio, confesso. Isso depois de ter quase dormido em Coincidências do Amor (The Switch), que faz a linha melhor amigo e melhor amiga que teoricamente não funcionam como casal, mas no fim acabam juntos. Gente, hoje em dia não fazem mais filmes como “O casamento do melhor amigo” em que a gente fica meio confuso e não sabe exatamente para quem torce?  Tem que ser tão óbvio? Será que ele reflete mais ou menos as coisas que nós mulheres acreditamos ou queremos acreditar?

Dá uma olhada nas boas mentiras que a gente pode tirar de comédias romí¢nticas. E nos clichês que insistem em aparecer, se você pretende escrever uma, não pode esquecer destes itens. A ideia do post veio do “The Frisky”.

A mocinha é capaz de ter um orgasmo em 45 segundos ou menos. Resumindo, sexo é deliciosamente fácil.


Em “No Strings Attached”, o filme com Natalie Portman (aquela linda) e Ashton Kutcher que fala sobre amizades com benefí­cios, a primeiras vez que os dois fazem sexo, Emma diz a ele que deve ser rápido por que tem que estar no trabalho em 45 segundos. Eles começam e ela logo chega ao orgasmo. Oi? Primeiro, sabemos que nem todo ato sexual termina em orgasmo, não para a mulher, e ainda que terminasse, 45 segundos? Minha nossa!

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Make It Better: uma reflexão sobre mudanças

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Toda vez que começa um ano diferente você se pergunta como pode fazer diferente. Afinal, as pessoas sempre vêm com aquele ditado xarope: “Nada muda se você não mudar”. E eu digo, é xarope, mas é verdade!

Geralmente a gente olha para o céu ou para qualquer outro lugar de onde esperamos que as coisas caiam sobre nossas cabeças e cruzamos os braços, fazemos mandingas, simpatias, oramos, consultamos horóscopo mas dificilmente paramos para pensar sobre como estamos fazendo as coisas. Aliás, pensamos, mas logo nos damos conta de que mudar tudo radicalmente é uma belí­ssima utopia e desistimos bem antes de chegarmos ao segundo tempo, digo, segundo semestre e nos frustramos anos após ano. Fato!

Não dá para mudar tudo de uma vez, tem que ser aos poucos. Aliás, quem disse que precisa mudar, nascer de novo, começar do zero, quando podemos apenas fazer melhor? Ao invés de desistir de você ou dos projetos que empatam sua vida, tente olhá-los sob nova perspectiva e pense em como poderia fazer a mesma coisa de outra forma. De uma melhor forma.

Fazer melhor faz mais sentindo do que simplesmente amassar o ano passado e jogar no lixo, simplesmente por que não dá para fazer isso. Mas você sempre pode fazer melhor.

Qualquer coisa que você faça, apenas faça da melhor forma possí­vel!

Com ou sem barba?

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A Vicky me pediu para escrever sobre barba, e bem, o que eu poderia falar sobre o assunto? Não tenho nada contra, aliás, tenho muito a favor. Vejam vocês como o Zac Efron passou de um menino lindo a um homem irresistí­vel.

Homens com barba por fazer exercem sobre mim um fascí­nio quase hipnotizante. Para não escrever um texto baseado somente em achismo, realizei uma pesquisa no Twitter para descobrir o que as mulheres pensavam sobre o assunto, e adivinha?

O time barba por fazer ganha de lavada dos demais. E por quê?

Eu arrisco dizer que é por causa da boa e velha cara de cafa que a barba por fazer confere ao homem, e como devem saber, o cafajeste tem poder sobre as mulheres.

E quando eu falo sobre cafajeste, por favor, esqueçam a imagem daquele homem que não presta, que te faz comer o pão que o diabo amassou e que obviamente não liga no dia seguinte. O cafajeste a qual me refiro é o bom e velho conquistador.

Já falei sobre ele diversas vezes no meu blog, mas encontrei uma definição perfeita feita pela Girl acid:

“Quando eu digo cafajeste, eu denomino um cara que não tem a  necessidade de ser bonito, mas precisa invariavelmente ser charmoso, um cara que tem cara de safado e um ar misterioso, que joga  indiretas com tom de brincadeira, mas pela cara dele você vê que é  só dar chance e ele cai dentro. Cafajeste é aquele cara que gosta de mulheres e as trata com muito respeito e admiração, mas não assume compromisso com nenhuma delas, talvez porque ele tem muitas opçíµes e não consegue se decidir por uma só. O cafajeste conquista cada mulher que ele acha interessante, fazendo as se sentir importantes e únicas”.

E, por ter tantas mulheres, devemos levar em consideração o fator “conquista”, sabe? Aquele desejo de ter algo que a principio é impossí­vel. Acredito que todo ser humano, homem ou mulher, nasce com essa gana de correr atrás daquilo que aparentemente é mais difí­cil. E funciona justamente assim com o cafajeste. Ele te trata como se fosse a mulher mais linda e interessante que já pí´s os pés neste planeta, ao mesmo tempo, ele não está com você de verdade. Então você acha que pode prendê-lo, que pode fazer-se apaixonar, e acho que é basicamente por isso que perdemos tanto tempo com o dito cafajeste.
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Delírios de consumo

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Quando assisti “Os Delí­rios de Consumo de Becky Bloom” me identifiquei logo de cara, acabei o filme com a certeza de que haviam me descoberto e feito um filme sobre mim, aliás, ainda procuro alguém para processar por direitos autorais. Brincadeiras a parte, eu sou cconsonsumista, do pior tipo possí­vel. Sempre preciso de alguma coisa, sempre quero alguma coisa e geralmente quando estou em crise, o que não é um evento raro, só uma nova aquisição pode me deixar tranquila. ís vezes eu enfio os pés pelas mãos, gasto mais do que tenho e sempre quando abro o guarda-roupa me bate uma tristeza por que poxa, eu poderia ter viajado, feito inglês, mas gastei tudo em sapatos, roupas e maquiagens.

Recentemente estava decidida a guardar dinheiro para realizar um mochilão pela Europa ano que vem. Abri uma poupança e até fui feliz por um tempo, cheguei a juntar mais de dois mil dinheiros, mas me pergunta quanto tenho agora? Pois é, nada.

Dizem as más lí­nguas, e com isso quero dizer a minha mãe, que quando se tem um objetivo nada pode tirar você do seu caminho. Tenho que abaixar as orelhas e concordar, quem sabe exatamente para onde está indo não se perde no meio de caminho.

Mas será que existe solução para gente assim como eu, que quer fazer um mochilão na Europa, mas não resiste a coleção nova do que quer que seja?

Achei a solução no site da Criativa ontem, pode não ser definitivo, mas certamente ajudaria bastante, por que é quase como “um jogar nas  fuças a nossa falta de vontade”.


A marca americana Blue Q criou cofrinhos super divertidos ”“ e lindos- para você economizar dinheiro e tornar realidade as aspiraçíµes mais especí­ficas e inusitadas.

Os Tin Banks são pequenos potinhos feitos de metal para você depositar as sobras do mês – nem que sejam apenas as moedinhas que sobram no fundo da carteira ou ficam espalhadas pelo carro ”“ de um jeito bem mais divertido.

O interessante das latas, além do visual retrí´, é que ela estampa seu desejo. Logo, sempre que pensar em retirar o dinheiro para comprar a sua revista preferida, você vai lembrar por que decidiu comprar aquele cofre. Psicologia reversa.

Cada um está í  venda por US$ 7,99 no site da marca.

Qual frase estamparia o seu cofre?