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Mixtape #09: VVEQFMB – Pop 90’s

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Vamos começar a semana com Mixtape nova? \o/

Atendendo a inúmeros pedidos, a Mixtape desssa quinzena é mais um dos momentos Vitrola Velha do blog, mas dessa vez com um tema que nós amamos: o pop dos anos 90! De Madonna a Britney, de New Kids On The Block a Backstreet Boys, Kylie a Everything But The Girl. O melhor do pop anos 90 sem rótulos, sem preconceito, tudo misturado :D

Quer baixar e levar para aonde quer que você vá? Clica com o botão direito neste link aqui >> salvar link como. Para ver todas as mixtapes que já rolaram aqui no blog, clica aqui.

Para ouvir as outras Mixtapes do blog, vem aqui. E aproveite para conhecer o Vitrola Velha í‰ Que Faz Música Boa, meu tumblr e da Ira sobre músicas old school :D

Bem vinda, Lilly

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Há pouco mais de 2 meses eu vivia um dos dias mais tristes da minha vida e contava aqui no blog. Quando a Jully morreu nos meus braços, perdi completamente o rumo de tudo e sem nenhum exagero, era uma parte de mim que estava indo embora naquele momento. Jully foi a minha grande companheira no final da minha infí¢ncia, começo da adolescência e viu eu me tornar adulta. Enxugou minhas lágrimas das minhas brigas com meus pais, relacionamentos frustrados, amores não correspondidos. E também era minha companheira nos momentos de alegria ou do absoluto nada para fazer: a presença dela já era o suficiente para me fazer uma pessoa mais feliz.

Jully foi muito especial não só para mim, quanto para a minha famí­lia inteira. Desde de sua partida, o comentário mais comum da famí­lia era “que saudades daquela cachorra”. E o que era dor, virou saudades e com ela, um vazio. Um vazio que só quem sempre conviveu com bichos sabe o que é. Logo nos primeiros dias, alguns amigos me recomendaram a adoção de outra cadelinha, mas eu preferi esperar. Queria que a dor passasse, que a saudade ficasse e que meu coração estivesse livre para me apaixonar por outro bichinho da forma que ele fosse, não como um “tapa-buraco”. E assim como a Belly e a Jully, queria que a paixão fosse a primeira vista sabe? Então.

Há umas 3 semanas, mais conformada, decidi que era a hora de procurar um cãozinho para adotar. Comecei a saga avisando alguns amigos protetores independentes (eles resgatam, tratam e encaminham para adoção) e visitando sites de ONGs para ver datas de feiras de adoção e fotos de possí­veis candidatos. Nesse meio tempo, foram 5 tentativas e todas sem qualquer sucesso. Até que na segunda-feira, minha tia que também adora cachorros e conhece muitos protetores, me liga falando que havia uma cachorrinha mais ou menos nas caracterí­sticas que eu procurava para adoção: fêmea, porte pequeno, SRD e muito carinhosa. Marquei de visitar a protetora na quarta e foi amor instantí¢neo, a primeira vista. Só conseguia olhar para ela e dizer: filha, filha, filha :D

Foi assim que Lilly surgiu na minha vida: de uma forma inesperada mas instantí¢nea, intensa, como os amores devem ser. Só sei que peguei a pequena no colo e alguns minutos depois, voltava com a minha nova companhia para casa.

Assim como grande parte (para dizer todos) os animais a espera de um lar, a história da Lilly (que antes chamava Bolinha) não é das melhores. Apesar de ter apenas 8 meses, ela já passou por 2 casas. A primeira dona, que cuidava direitinho dela, era uma senhorinha que faleceu algumas semanas depois do nascimento dela. O segundo dono foi o genro desta senhorinha, que a deixava acorrentada durante todo o dia e não dava água nem comida para ela. Foi graças a uma denúncia que esta protetora resgatou a Lilly. Mas como já diria Florence, “dog days are over” (#trocadalhos) e ela enfim poderá ter uma vida digna e cheia de amor e carinho.

Apesar do trauma anterior, a Lilly tem se adaptado super bem a nova famí­lia e rotina. Ela é extremamente carinhosa, daquelas que pulam no sofá e deitam no colo sem que você peça (amo!), de fazer festa quando você chega em casa a ponto de até ir se rastejando te encontrar, depois sair rolando no chão e por fim, pular pedindo colo. Desde quarta não consigo fazer outra coisa nas horas de folga que não seja estar com ela.

 

 

 

 

 

 

Só sei de uma coisa: tí´ apaixonada por ela, Brasyl. Sou definitivamente uma pessoa completa novamente. Tô muito muito muito muito feliz mesmo! E tenhocerteza que a Jully e a Belly estão felizes também, mandando muita energia boa para a Lilly de alguma nuvem fofinha do céu dos animais :D

E se você está a procura de uma companhia, seja um cachorro ou um gatinho, pense 2x antes de comprar um animal. Existem muitos bichinhos lindos (a Jully e a Lilly tão aí­ para provar isso!), fofos e muito carinhosos a espera de um lar em ONGs e CCZ municipais. Além de você garantir uma companhia fiel par a sua vida, você ainda salva uma vida -como já diria Selune e Giu, duas grandes amigas e alocas dos bichos, sobre a adoção de animais!

Pense nisso :)

Da série shows dos sonhos: U2

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U2: amor verdadeiro, amor eterno

U2 foi uma das primeiras bandas de rock que eu comecei a ouvir saindo da infí¢ncia e indo para a pré-adolecência. Lembro que foi mais ou menos na época da PopMart Tour, fiquei facinada com a estrutura do palco e do show, transmitido pela TV, e lembro como se fosse hoje que eu adorava assistir o clipe de Discotheque na MTV. Alguns anos depois, veio Sweetest Thing e Bono e sua banda ganharam oficialmente meu coração.

Ver o U2 de perto sempre esteve na lista de shows dos sonhos, daqueles que eu tenho que ver antes de morrer. Depois da PopMart que eu não fui por motivos óbvios (10 anos, oi?), veio a Vertigo Tour em 2005 e não fui novamente, dessa vez porque não consegui comprar ingressos muito menos, uma companhia para ir comigo.

Quando anunciaram que a 360º passaria pelo Brasil, não hesitei. Primeiro porque consegui companhia (yeah!) e segundo, porque traria também o Muse, uma das minhas bandas favoritas (alí´ Bellamy, seu lindo!). Duas tentativas de comprar ingressos nos shows do dia 09 e 10 e nada. Para o show do dia 13, eu e a Sara fizemos uma perigrinação on-line, deixando o site da T4F logado bem antes do horário da abertura de vendas, dando F5 freneticamente. Até que eu finalmente, depois de inúmeras tentativas, consegui comprar meu ingresso.

Da compra do ingresso ao grande dia, foram 4 meses de espera, ansiedade e curiosidade para conferir de perto a maior turnê da história e realizar o tal desejo -isso sem contar os 14 anos esperando a oportunidade de ver tio Bono ao vivo. E confesso que toda a espera valeu e muito a pena!

Já fui em outros shows grandes shows internacionais e posso garantir que essa foi uma experiência absolutamente diferente das demais. E não é só pela estrutura do palco, efeitos especiais ou qualquer outra coisa visual ou sonora que esses eventos podem proporcionar: eu gosto é de ver a energia, a presença de palco, sentir o carisma do artista ali na minha frente. Já sai de show com cara de “nhê” porque apesar de gostar da banda/artista, rolava uma decepção ao vivo. Esse foi o caso do Kings Of Leon no SWU ano passado, que eu decidi ir exclusivamente para vê-los ao vivo e por mais que eu tenha cantado minhas músicas favoritas, sai um pouco decepcionada porque achei que Cabeb e sua banda deixaram um pouco a desejar no quesito presença de palco: versíµes das músicas idênticas ao cd, poucos diálogos com o público, uma postura fria e um pouco diferente das outras bandas e artistas que passaram pelo festival, como a Joss Stone, que mesmo não conhecendo quase nada (para não dizer nada, só Super Duper Love) do repertório dela, fiquei bem entusiasmada. Em compensação no show da Madonna em 2008 por exemplo, sai impressionada com a energia que a rainha é capaz de transmitir e mesmo odiando a era Hard Candy mas amando a artista, acabei até gostando de algumas músicas do álbum depois de assistir as performances ao vivo.

A história da Joss Stone e da Madonna se repetiu com tanto com o Muse quanto o U2: ambas conseguiram transmitir essa energia positiva para o público e levantaram o Morumbi inteiro. No caso de Bono, The Edge, Adam e Larry mostram que muito mais do que ser uma banda bem sucedida, com grandes hits e a tantos anos na estrada, o carisma e a presença de palco são essenciais. Sabe quando você sente que o artista está feliz de estar ali em cima do palco? í‰ disso que eu gosto. A estrutura do palco em 360º e que mais parecia uma nave espacial, as passarelas que se moviam, o jogo de luzes e o telão que mudava de forma são lindos, de encher os olhos, mas nada disso adiantaria se a banda não mandasse bem ali. E talvez isso justifique o porque a banda está a tantos anos na estrada, arrastando uma legião de fãs de todas as idades e cada vez mais fiéis.

í‰ Bono, você defintivamente proporcionou um Beautiful Day não só para mim, mas para todos as quase 300 mil pessoas que foram ao Morumbi para te ver de perto nesses 3 dias de show.

Obrigada, Bono. Seu lindo <3 PS1: fiz uns ví­deos do show do Muse e do U2 e subi lá no Youtube. Quem quiser assistir, clica aqui. Não são os melhores ví­deos do mundo, mas o que vale é a intenção né pessoal? HAHAHA