amor

Mixtape #45 – Só Love

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Ah, o amor. Tão lindo, tão cafona mas tão atemporal. Impossí­vel não ~amar~ amar, mesmo que a gente aplique a aquela mesma lógica do “nunca mais vou beber” pós porre, depois que a gente toma um pé na bunda ou tem uma paixão não correspondida.

E na semana do Dia dos Namorados, o tema da Mixtape não podia ser outro -mas é claro que não é qualquer seleção. Para celebrar (ou não) o amor, fiz uma seleção de músicas que já fizeram você suspirar, chorar, sonhar, desejar ou sorrir pelo mozão, principalmente na adolescência. Para encher seu coraçãozinho peludo de amí´ com muitos hits dignos de Disk MTV, Hit Parade e daqueles programas de rádio romí¢nticos, cheios de declaraçíµes de amor e outras cafonadas <3 <3 <3

mixtape45

Gostou dessa mixtape? Para baixar, clica aqui. E para ouvir todas as outras que já passaram para o blog, vem pra cá. Tem alguma sugestão de mixtape? Deixa aí­ nos comentários ou compartilha no grupo do blog no Facebook!

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Aproveitando, uma dica/convite: no dia 18, véspera de feriado, euzinha ~ataco de dj~ na Megazord Party, no Inferno aqui em SP. A festa é anos 90 e comecinho-inho dos 2000 e vai ter todos os hits que a gente ama -de BSB í  SNZ, de Spice í  Rouge, de Britney í  Tchan. Todas as infos estão no evento lá no Facebook!

Dose de amor do dia: Underwater Dogs

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Quem tem cachorro em casa ou já conviveu com um sabe que além de amor, carinho, cuidados, comida e responsabilidade por parte dos tutores, eles precisam de pouca coisa para se divertir, mesmo que cada um tenha uma personalidade um pouco diferente do outro. A Belly adorava bolas e panos para brincar de morder e chacoalhar quando estava nervosa. A Jully nunca ligou para brinquedos (aliás, tinha medo!) e sempre preferiu passear e correr no gramado. Já a Lilly e a Chilly são uma descoberta nova a cada instante: a Lil-lo adora bichinhos de pelúcia e adotou um patinho que faz barulho como “filho”, enquanto a Chil-lo se diverte (e destroi HAHAHA) chinelos, sapatos e meias. Enfim, estou realizada porque minha diversão depois de um dia longo de trabalho é ficar jogando bolinha para elas pegarem e provocando a Lilly com o “qí¼en qí¼en” do pato. Coisas e alegrias que só quem tem um bichinho em casa sabe como é.

Foi pensando nesse fací­nio que os cachorros tem por alguns objetos que o fotógrafo especializado em pets Seth Casteel montou o Underwater Dogs, uma série de fotos que mostra que eles fazem tudo por uma simples bolinha -inclusive, pular na piscina. O resultado são muitas caras e bocas inusitadas, como o Photopets da Carli Davidson.

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O amor é lindo (e também hipster e fashionista)

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Hoje é comemorado em muitos paí­ses o Valentine’s Day, que funciona mais ou menos como o Dia dos Namorados pra gente aqui no Brasil. E é claro que como toda data capitalista comemorativa, o que não faltam são campanhas exaltando sentimentos como amor, afeto e união. O problema é que muitas vezes apelam pro mais do mesmo e acabam caindo pro clichê, com campanhas repletas de coraçíµes e modelos fazendo a cena da futura famí­lia de comercial de margarina com sorriso digno de propaganda de creme dental. Por outro lado, estamos vivendo uma época aonde as pessoas, sobretudo as mais antenadas e conectadas ao mundo dos blogs e redes sociais, buscam cada vez mais pessoas e experiências reais, que se aproximem da realidade. Não é a toa que blogs de street style por exemplo, fazem o maior sucesso em todo o mundo. Agora imagina só se você conseguisse retratar este sentimento por meio de fotos contracenadas casais de verdade em momentos do dia-a-dia?

Foi pensando nisso que a joalheria Tiffany & Co convidou o casal Garance Doré e Scott Shuman do blog de street style The Sartorialist para lançar o projeto “What Makes Love True”. O objetivo? Fotografar casais reais pelas ruas de NY e Paris usando apenas um iPhone e filtros inspirados no Instagram.

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Chilly, a pimenta mais doce da cidade

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Há exatos 4 meses e 3 dias, contava aqui no blog sobre a minha dor de perder a minha pequena e amada cadelinha Jully. Dois meses e alguns dias depois, vinha contar para vocês a história da adoção da Lilly. E hoje, venho oficializar a notí­cia que quem me segue no Twitter ou curte o blog no Facebook está sabendo desde ontem: adotei mais uma cachorrinha! \o/

O desejo de ter 2 cachorrinhas é antigo. Quem é leitor do blog há tempos deve se lembrar da Belly que partiu no final de 2007 e era minha fiel escudeira junto com a Jully. Desde então, a idéia de adotar um segundo cachorrinho era recorrente, mas meus pais sempre vetavam toda e qualquer tentativa de adoção já que a Jully havia se adaptado muito bem como “filha única”. Quando a Jully partiu e eu comecei a cogitar as possibilidades de adoção, minha idéia já era de adotar duas cadelinhas, uma para fazer companhia para outra.

Na mesma semana que eu adotei a Lilly, uma amiga da minha mãe havia comentado com ela que a cadelinha do tio dele estava prenha e ele doaria os filhotes para quem realmente gostasse de animais. Para a minha surpresa nem precisei insistir para minha mãe para adotar um dos filhotes: ela mesma disse que queria uma fêmea para fazer companhia para a Lilloca, já que nós já haviamos notado que ela sentia falta de outros cães.

Ontem, 45 dias depois do nascimento, fui buscar a nova filhota, que é a coisa mais pequena e roliça da cidade!

Colocamos o nome de Chilly (é, com LLY para fazer jus aos cães da famí­lia) é por dois motivos: porque segundo a Alyce ela parece um Chinchilla e porque ela, segundo o tio da amiga da minha mãe, tem cor de pimenta do reino.

Já sobre a Lilly, ela está se adaptado ao pouco com a novidade. Apesar dela ter sentido a falta de outros cães antes da chegada da Chilly, ela anda super carente e morrendo de ciúmes da caçula, mesmo quando nós pegamos as duas no colo ou fazemos carinho ao mesmo tempo. A melhor parte é que o ciúmes da Lilly tem rendido boas risadas pra gente, como a bundada que ela dá na Chilly no ví­deo abaixo:

Enfim, tí´ feliz pra caramba Brasyl! Claro que ainda sinto saudades da Jully, mas tenho certeza que ela está duplamente feliz por mim agora, afinal, Lilly e Chilly tem feito meus dias muito mais divertidos e cheios de amor. E isso, não tem dinheiro neste mundo que pague.

Como eu já disse na outra ocasião, não sou só a favor da adoção de animais como também o faço e ajudo algumas protetoras independentes e ONGs de animais abandonados. Adotar um animal não é só um ato de amor pelos animais, mas também de cidadania. Antes de comprar um animal, que muitas vezes pode ser fruto de uma exploração animal, cogite a possibilidade de adotar um dos milhares cães e gatos que estão abandonados a espera de um lar em ONGs, CCZ e protetores independentes na sua cidade :D