anos 80

Brandon Flowers e uma passsagem só de ida pros anos 80 em “Can’t Deny My Love”

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cantdenymyloe

Tô sumida? Tô. Esqueci o 52 Álbuns? Não, inclusive, essa semana desencanto do último post que tá preso no rascunho há quase 1 mês. Mas vim falar de coisa boa? Na verdade vim pra falar de coisa excelente e, quiçá, a melhor notícia do mundo. E sim, é claro que envolve ele, muso deste blog e mozão platônico da minha vida, Brandon Flowers, e seu novo trabalho solo. Ou seja: vai ter muito post, sim, e se reclamar, faço post sobre ele todo dia.

Bom, enquanto o Killers está em merecidas férias depois da tour de divulgação do álbum “Battle Born” e da coletânea ‘Direct Hits” (aka Hiatus Tour), os integrantes aproveitaram a folga para trabalhar em seus projetos paralelos. Junto com o anúncio da pausa em 2013, Brandon também contou que começaria a trabalhar em seu segundo trabalho solo porque né, o mundo não para e ele tem três filhos para criar, precisa garantir o leitinho da criançada. Foram meses de expectativa em torno do novo trabalho e sobre o que poderíamos esperar dele e, uma das poucas informações que tínhamos sobre, era que estava sob produção de Ariel Rechtshaid, responsável por alguns dos hits de outras bandas que amamos como HAIM, No Doubt e Vampire Weekend. Pouco depois, com o trabalho em andamento, Brandon revelou que Ariel o tirou da zona de conforto e que o álbum soaria como uma combinação explosiva de “calor, Pepsi e óculos de sol”, o que, para mim, deveria soar como o terceiro álbum de estúdio do Killers, “Day & Age” (se você nunca ouviu, ouça, pq é maravilhoso!). E tudo o que eu queria era Brandon menos coxindie e mais ousadia & alegria, se é que vocês me entendem.

Segura esse blazer de onça dourada e esse hino, migos!

Segura esse blazer de onça dourada e esse hino, migos!

O que eu não esperava é que, de fato, o álbum seguisse não só a linha de “Day & Age”, mas que também trouxesse elementos da new wave e synthpop dos anos 80. A primeira amostra disso vem na excelente “Can’t Deny My Love”, que apresenta um Brandon completamente diferente do que nós conhecíamos mas ao mesmo tempo, muito próximo de suas referências musicais pessoais, como New Order e Bowie, já ficaram evidentes em diversos momentos da carreira do Killers, como no álbum de estréia “Hot Fuss”, e também, em faixas posteriores como a maravilhosa “Deadlines And Commitments”, presente no “Battle Born”. Ficou curioso? Então tire pouco mais de 3 minutinhos para ouvir a palavra de Deus dando o play logo abaixo:

“Can’t Deny My Love” faz parte do álbum “The Desired Effect” que será lançado em 18 de maio. Além deste samba da geração, a versão standard do álbum deve conter 9 outras faixas e que, de acordo com a NME, deve contar com a participação do Pet Shop Boys e do HAIM. Ou seja: vai ter muito forninho despencando, sim!

Tá pouco Brandon? Então fica com o show do mozão no festival “Vivo Latino”, realizado na semana retrasada, e que também contou com uma performance especial de “Can’t Deny My Love”. E para quem ainda não conhece o trabalho solo dele, vai ler minha resenha do 52 Álbuns sobre o “Flamingo”.

Em tempo: 52 Álbuns não acabou, tá gente? Pelas próximas semanas, vai ter euzinha postando várias resenhas que estão pendentes para correr atrás do tempo perdido. Para quem ainda não leu minhas sugestões, pode acompanhar neste link!

Mixtape #54 – Good Music Never Gets Old

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capatape54

Que eu gosto de música velha, isso já não é uma novidade entre os leitores do blog. Meu gosto musical parou na primeira década de 2000 e desde então, acabo ouvindo as mesmas coisas e, quando são coisas novas, geralmente se parecem muito com as que eu já conhecia.

Daí, que um dia desses me peguei ouvindo New Order e Madonna das antigas e pensei o quanto os anos passam e aquelas músicas, produzidas há 20, 30 anos atrás, soam como novas. Foi ai que veio a ideia de fazer uma mixtape com hits que parecem só melhorar com o passar dos anos. Confesso que comecei a editar com uma lista enorme de músicas em potencial, mas como a mixtape ficaria gigante, acabei focando em músicas que fizeram sucesso até o comecinho dos anos 90 -e ainda assim ficou um monte de coisas que eu amo de fora. Ou seja: bem provável que aquela música que você ama e também acha eterna entre numa segunda ou terceira parte da lista!

mixtape54

Gostou e quer levar com você? Então baixe a versão editada aqui ou sincronize a playlist em seu Spotify. Para ouvir todas as Mixtapes que já passaram por aqui, clique aqui. Quer sugerir um tema? É só falar nos comentários ou contar para mim lá no grupo do blog no Facebook.

Mixtape #50: Borboretrô

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capamixtape50

Tem coisas inexplicáveis que parece até que a gente combina, mas na verdade é pura coincidência (ou não!). Estava pensando num tema para essa Mixtape quando me deu conta de que ela era a de CINQUENTA. São mais de 3 anos fazendo essa TAG aqui no blog e confesso que, além de não achar que ela duraria tanto, não imaginaria que ela faria tanto sucesso. Sério, essa deve ser a TAG mais querida do blog de todos os tempos e sempre fico feliz quando alguém me conta que as Mixtapes são uma forma de animar o começo da semana ou que usaram para embalar alguma festinha com os amigos. Muito amor <3.

Então, para comemorar o layout novo e a Mixtape #50, preparei uma seleção de-tudo-um-pouco do que passou na TAG aqui no blog. De anos 80 a hits atuais, de pop ao rock, passando pelos hits bagacentos que nós amamos odiar (ou seria odiamos amar? hahaha!). Claro que tudo com aquela curadoria rebolativa e feliz para começar a semana (e recomeçar o blog) com o pé direito e com sorrisão no rosto.

E atendendo a inúmeros pedidos, a partir desta Mixtape você pode escolher se quer baixar a versão editada ou ouvir a playlist direto no Spotify. EEEEEEEE!!!!!!!!!!!111111111

mixtape50
Para guardar esta Mixtape e levar para onde quer que você vá, clique aqui para baixar ou ouça a seleção em seu Spotify. Para ouvir todas as Mixtapes que já passaram por aqui, clique aqui. Quer sugerir um tema? É só falar nos comentários ou contar para mim lá no grupo do blog no Facebook.

É isso! Espero que gostem da seleção e do novo formato das listas (inclusive, sugestões sempre muito bem vindas!) :D

Dia das Crianças: 5 frustrações da minha infância

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Eu tive uma infí¢ncia extremamente feliz. Embora filha única porque o destino quis (longa história, não vou entrar em detalhes pq o objetivo deste post é ser divertido!), fui uma criança independente e completamente satisfeita com tudo aquilo que eu tive a oportunidade de viver e ter. E sou muito grata pelo que meus pais puderam proporcionar para mim (inclusive, o senso de desejar algo e fazer por merecer, e não apenas ter) e por ter nascido numa época tão rica em estí­mulos para crianças como foi os anos 80 e a primeira metade da década de 90.

MINI EUZINHA!

MINI EUZINHA!

Mas, apesar de tantas alegrias, todo mundo tem uma frustração de infí¢ncia. Seja aquele brinquedo que você sempre quis mas seus pais não compraram por alguma razão, o sonho não realizado, o desejo de ser alguma coisa que por motivos óbvios você não poderia ser. O lado bom da coisa é que quando a gente cresce, olhamos para trás e damos boas risadas de tudo isso.

Por isso, neste Dia das Crianças, resolvi fazer algo de diferente e listar algumas das minhas ~frustraçíµes~ de infí¢ncia. Aquelas situaçíµes e coisas que eu quis muito e por alguma razão, não pude tê-la, mas que hoje dou risada lembrando de tudo isso.

#01 ”“ Ser Paquita

PAQUITA VICKUXA: INVEJOSOS E RECALCADOS DIRíƒO QUE í‰ MONTAGEM

PAQUITA VICKUXA: INVEJOSOS E RECALCADOS DIRíƒO QUE í‰ MONTAGEM

Quando me faziam aquela pergunta clássica sobre o que eu queria ser quando eu crescesse, eu tinha não uma, mas duas respostas na ponta da lí­ngua: ser veterinária e principalmente, ser paquita. Ficar todos os dias perto da ~Xú~ e realizar meu maior sonho da infí¢ncia: participar dos sorteios das cartas naquelas montanhas de envelopes, ajudando a jogar tudo pro alto!

Eu acordava todos os dias para assistir a Xuxa, ~minha primeira í­dola~, só tomava café da manhã com a TV ligada no Xou da Xuxa e meu grande objetivo de vida lá pelos 5, 6 anos era ser uma das ajudantes de palco dela. Daí­ que minha frustração começa: eu não tinha idade, não morava no Rio de Janeiro e sequer era loira ”“inclusive costumo brincar que talvez isso justifique o quanto eu me gosto com os cabelos claros anos depois HAHAHA.

Quando teve a troca de paquitas pela “new generation”, meu coraçãozinho teve um tico de esperanças porque entrou uma morena no time, a Chaveirinho. Mas passaram alguns anos e eu definitivamente desisti de ser uma paquita porque meu objetivo de vida virou outro: ser uma Spice Girl. Mas isso aí­ é assunto para outro post/lista!
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