atestado de velhice

Anos 90: 10 álbuns de rock para amar hoje e sempre

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Ok, não é definitivamente nenhuma novidade para quem acompanha o blog do quanto eu amo/sou anos 90, sobretudo quando o assunto é música. Costumo, inclusive, brincar que meu goto musical parou na metade da década passada, porque a última banda que realmente me conquistou a ponto de ser fã foi o Killers, porque o resto acaba ficando na década de 80 e principalmente, a de 90.

FAZENDO DO RÁDIO MINHA MAQUINA DO TEMPO

Aproveitei essa vibe maravilhosa noventista e o “Dia do Rock” para fazer um post que já estava sambando na minha pasta de rascunhos há tempos: álbuns de rock anos 90 para você amar ontem, hoje e sempre e atualizar a sua biblioteca de músicas.

#01 Hole, Celebrity Skin (1998)

hole

Os fãs mais xiitas provavelmente dirão que este é um dos piores álbuns da banda liderada pela deusa/rainha/diva do grunge, Courtney Love. Mas eu, que também sou fã da banda, direi que é o melhor. Bem diferente de seu antecessor, o aclamado pela crí­tica “Live Through This” (1994), Celebrity Skin mostra uma faceta mais pop e divertida da banda ”“embora seja muito subestimado. í‰ de longe um dos meus álbuns favoritos dos anos 90.

Singles para você amar: Celebrity Skin, Awful e Malibu.
í“timas surpresas: Northen Star, Boys On The Radio, Heaven Tonight e Petals.

#02 Garbage, 2.0 Version (1998)

garbage1

Assim como os fãs do Hole, alguns darklings vão falar que o o primeiro álbum do Garbage é melhor, mas euzinha levanto o dedinho e faço isso na cara do underground:

NíƒO *TSC TSC TSC*

NíƒO *TSC TSC TSC*

O segundo álbum do Garbage é, na minha opinião, o melhor da banda. Uma mistura perfeita de rock alternativo com elementos eletrí´nicos resulta em um daqueles CDs que você larga tocando sem pular nenhuma faixa. Tanto é que depois dele, virei fã incondicional da banda -e esse amor perdura desde 1998 <3.

Singles para você amar: Push It, I Think I”™m a Paranoid, Special, When I Grow Up e You Look So Fine.
í“timas Surpresas: Medication, Sleep Together, Hammering In My Head e The Trick Is Keep Breathing.

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Anos 90: pequenos prazeres que as novas gerações jamais terão

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Quem acompanha o blog, já sacou o quanto eu amo/sou os anos 90 né? Não sei se foi o fato de ter sido a primeira década que eu tive o prazer de viver completamente, mas cada vez mais chego a conclusão de que esta foi a melhor época ever ”“e olha que eu sou super entusiasta dos anos 80.

Depois de ter feito aquela lista das bandas que um dia nos amamos mas acabamos esquecendo que elas existem alguns anos depois e inspirada pelos posts incrí­veis e mega nostálgicos do Buzz Feed, resolvi eleger algumas das coisas que mais me marcaram ou me fizeram feliz nos anos 90 e que a nova geração, seja essa que nasceu no final desta década maravilhosa ou dos meus futuros filhos, não terão o prazer de vivenciar.

Agora pega na minha mão, dá o play e vem comigo nesta viagem pelo tunel do tempo!

Fazer mixtape de raiz na fita K7

Uma das minhas lembranças mais fortes da adolescência são das “mixtapes” que eu fazia, gravando as músicas que eu mais gostava no rádio numa fita K7. E era uma tarefa árdua: deixava o REC+play+pause devidamente posicionadas no ponto que eu queria que fosse gravada e rádio sintonizada a espera da tal música. Ah, e na maioria das vezes, você demorava um século para descobrir quem cantava e qual era o nome da música. Demorei meses para descobrir o nome do “No Doubt” e que a música que eu gostava chamava “Don”™t Speak”. Sente o drama.

K7

Quando eu viajava para a praia, levava uma porção de fitas K7 para fazer maravilhosas mixtapes lá, já que a rádio local tinha um programa diário a noite que só tocava pop e rock ”“e eu fazia a festa ligando para pedir músicas. O mais engraçado é que, de tanto ligar lá, o locutor virou brother e eu descobri que a gente tinha quase a mesma idade (eu tinha uns 13 e ele 16), e ele deixava a música até o final para eu poder gravar. Maravilhoso! HAHAHAHAHA

E, se hoje a gente fica rezando para vazar o novo single do nosso artista favorito, naquela época, o jeito era ficar atendo as vinhetas que anunciariam quando e que horas a música seria lançada. Eu lembro até hoje, quando os BSB lançaram “I Want It That Way”, fiz plantão em casa para gravar a tal música na Jovem Pan.

Nessa época, eu tinha 3 grandes pesadelos: o da fica acabar bem quando eu consegui gravar a música, de gravar uma música por cima da hora e, principalmente, da fita embolar. Mas esse último, aprendi um truque valiosí­ssimo:

SE VOCíŠ SABE A RELAí‡íƒO ENTRE ESTES 2 OBJETOS, PARABí‰NS: VOCíŠ ESTí VELHO!

SE VOCíŠ SABE A RELAí‡íƒO ENTRE ESTES 2 OBJETOS, PARABí‰NS, VOCíŠ ESTí VELHO!

Enfim, agradeça ao Napster, Kazaa, 4Shared, iTunes e Shazan e outras maravilhas da tecnologia pela graça alcançada da música fresquinha e disponí­vel quando você bem entende.

Ter uma banda cover (mesmo que de mentirinha)

Duvido que nunca na sua vida, mesmo que por brincadeira em uma festa, você brincou de ser um grande í­dolo pop ou do rock. Como boa filha dos anos 80 e adolescente nos anos 90, brincava com as minhas amigas (oi Anne, oi Jessica eu sei que vocês estão lendo este post! HAHAHAHA) de imitar as Spice Girls. Comecei sendo a Mel C, depois a Anne (que era ruiva, logo era a Geri) ficou loira e nós trocamos os personagens porque euzinha fiquei ruiva. Daí­ eu virei a ~Geri~ e ela virou a Emma.

FAZER COVER DAS SPICE GIRLS, QUEM NUNCA?

FAZER COVER DAS SPICE GIRLS, QUEM NUNCA?

Quando eu me reunia com as amigas que curtiam os Backstreet Boys, nós brincávamos de ser as Backstreet Girls e a divisão não era por semelhanças, mas entre os nossos favoritos. Sendo assim, eu era o, quero dizer, a Nick.
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