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The Killers sendo maravilhosos no Lollapalooza Brasil 2013

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Não é nenhum segredo o quanto eu sou apaixonada pelo The Killers. Embora seja uma pessoa movida a música e gostar de vários artistas, poucos alcançam o status de “amor incondicional” no meu coração ”“e claro que Brandon e sua trupe fazem parte deste ~seleto~ grupo, junto com o Garbage.

Acompanho a banda praticamente desde o “Hot Fuss”, de 2005. Se Garbage foi a banda da minha adolescência, posso dizer que Killers é a banda da minha vida adulta. E preciso confessar que a cada oportunidade que eu tenho de ver a banda ao vivo, este amor só aumenta. E a expectativa de vê-los é sempre gigante, acompanhada de uma certa ansiedade em vê-los novamente.

Quem já teve a oportunidade de conferir a performance ao vivo da banda de Las Vegas, ou pelo menos através de ví­deos ou do maravilhoso DVD Live From Albert Hall, sabe que Brandon, Dave, Mark e Ronnie não se contentam com pouca coisa. Além de uma setlist poderosa, a banda esbanja simpatia e carisma, com performances inesquecí­veis. E me perdoem os haters, mas se tem uma coisa que o Killers sabe fazer bem é fazer um show de encher os olhos. E o show desta sexta-feira no Lollapalooza Brasil 2013, não poderia ser diferente. Ou melhor, foi. E para a melhor.

EUZINHA FAZENDO UMA PONTA NA FOTO OFICIAL DO SHOW DO LOLLAPALOOZA 2013!

EU (SETA) E BRANDONLINDO NA FOTO OFICIAL DO SHOW: UM DIA DIFICIL NA VIDA DAS INIMIGAS

Cheguei no Jockey por volta das 13h30, dei uma volta e, ao ver que eu conseguiria um bom lugar no palco “Cidade Jardim”, dedidi ficar por lá. A partir das 14h, consegui um espacinho na grade que separava o público do palco e achei por bem ficar por lá. Dali em diante, foram horas de espera, sem comer, sem beber água, sem ir ao banheiro, sem circular, dores nos pés e nas costas. Mas eu sabia que aquele esforço valeria a pena ”“e valeu!

Depois de uma longa espera e muitos gritos durante a montagem (principalmente quando o sintetizador com o raio iluminado de Brandon chegou), a banda entrou no palco com um dos seus maiores hits, Mr. Brightside, e botou o Jockey inteiro abaixo. Brandon ficou tão emocionado que era visí­vel que ele estava tremendo nas primeiras músicas do show, e assim como restante da banda, que parecia desacreditar em tudo aquilo –nesse trecho dá pra ver a cara de surpresa dele. Durante a terceira música, “The Way It Was” (Battle Born, 2012), BFlow aproveitou para cumprimentar o público em português, muito amor.

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Gifs por oversunsetplain.tumblr.com

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Daí­ em diante, o que se viu nas outras 1h30 de apresentação foi um show recheado de grandes hits da banda e pouquí­ssimas músicas do último álbum. Acredito que esta escolha se deva ao fato de não ser um show independente da banda, mas um formato festival, considerando que nem sempre o público presente é fã da banda a ponto de conhecer músicas que não sejam single, assim como o Brandon puxando coros em músicas não singles do BB. De qualquer forma, senti falta de músicas como Bones, Here With Me, Flesh and Bone (próximo single) e a faixa-tí­tulo da tour, Battle Born. A estrutura do palco estava linda, contando com backdrops incrí­veis e iluminação, que mudava de acordo com a era/single da banda, e efeitos especiais, como uma “bomba” inesperada em “Miss Atomic Bomb”, papéis picados em formato de raios e “K” na maravilhosa “All These Things That I’ve Done” e chuva de fogos em “When You Were Young”.

O que me deixou mais impressionada é o fato da banda estar a cada nova tour, em melhor forma ”“ e olha que os shows sempre foram fantásticos. Os CDs podem decepcionar os fãs mais xiitas (não euzinha, porque eu amo o Day and Age e o Battle Born, rsss), mas não dá para negar que no palco os filhos de Nevada estão ainda melhores, tanto em termos de carisma, quanto forma: Brandon está cantando mais do que nunca (e olha que 2 semanas atrás ele cancelou shows por conta de uma faringite) e está cada vez mais performático, carismático e usando seu poder de persuasão para conquistar plateias, que respondem prontamente com vozes, mãos e palmas.
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