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Isn’t she lovely this Hollywood girl?

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Esse é um daqueles posts que eu venho ensaiando para fazer desde quando vazou o Femme Fatale. Como em todas as ocasiíµes que a Britney lança um trabalho novo, brinco de fazer uma review afinal, sou fã da Brit Brit desde os meus 14 anos. Mas assim como Luisa Marliac, dessa vez resolvi fazer uma coisa diferente.

Femme Fatale não é só mais um álbum de música pop, e sim o começo de uma nova era. í‰ uma nova Britney, que ainda não pode ser aquela que nós conhecemos com energia no palco, mas bem diferente daquela menina que nós nos acostumamos a ver nos últimos 4 anos, surtando pelas ruas de L.A. de cabeça raspada ou peruca pink, sempre com um copo de frapuccino na mão ou trabalhando em um cd bem aquem da sua capacidade (vulgo Circus). Gosto do Femme Fatale mas de uma forma isolada, não o suficiente para ouvir o cd inteiro e colocar no repeat várias vezes, nesse quesito o Blackout ainda fica em vantagem mesmo um álbum que não traga boas recordaçíµes da princesa. Trip To Your Heart e I Wanna Go são as minhas favoritas, mesmo que as chances da primeira ser single são praticamente iguais a 0. Mas o que me faz gostar realmente dele é o fato de ser um cd com mais identidade como o Blackout e principalmente, por me fazer sentir aquele espirito “Britney” da minha adolecência que eu falei nesse post aqui.

Se eu ainda tinha alguma dúvida que ela está no caminho de volta para o lugar que ela nunca deveria ter saí­do, ela acabou depois de assistir a participação dela com a Rihanna no Billboard agora pouco. Linda e mostrando “who owns the throne” para quem quiser ver:

E falando na Brit, tí´ encantada com o ensaio dela para a Happer Bazzar desse mês. Já pode amar?

Como diria a diva Luisa Marilac, “se isso é estar na pióóóóóoóóór, porrãn… o que é tá bem néam?”

Britney, sua linda. í‰ nessas horas que eu me orgulho de ser sua fã e de nunca ter perdido as esperanças de que você ia dar a volta por cima <3