britney spears

21 fatos dos anos 90 que entregam sua idade

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Ah, a idade… ela não perdoa. E é assustador ver como o tempo está passando mais rápido a medida que nós vamos ficando mais velhos. A sensação que eu tenho é que grande parte das coisas que eu vivi na minha adolescência aconteceram há no máximo 2/3 anos quando na verdade, já se passaram pelo menos uns… 15 FUCKIN’ ANOS?

AQUELE MOMENTO QUE VOCíŠ PERCEBE QUE ESTí MAIS PERTO DOS 30 DO QUE DOS 18

AQUELE MOMENTO QUE VOCíŠ PERCEBE QUE ESTí MAIS PERTO DOS 30 DO QUE DOS 18

Como sei que vocês adoram meus posts nostálgicos, decidi compartilhar aqui também alguns dos fatos da cultura pop que marcaram algum momento da minha adolescência e que já debutaram ou estão perto de debutar em 2014. Para começar essa viagem, dá o play nessa playlist aqui:

Preparado? Agora engole essa cápsula de Calcitran, pega na minha mão e vem comigo nessa viagem no tunel do tempo.

TimeTunnel

IMPORTANTE: os fatos apresentados a seguir aconteceram entre 1997 e 2000, por este motivo, muitas coisas ficaram de fora. A ideia deste post é mostrar alguns fatos que muitos de nós, na faixa dos 25 a 30 anos, vivemos nas nossas adolescências e centralizar em fatos que já fizeram ou vão fazer 15 anos em 2014. Para ler outros fatos da década de 90 (que aqui sim, vão além de 97-2000), acompanhe a TAG Nostalgia aqui do blog ;)

#01 Britney surge com “Baby One More Time” (1998)

babyonemoretime

Há 15 anos, a menina vestida de colegial enjuriada com a aula e ansiosa para sair para o recreio surgia na sua vida. Há 15 anos, você amou essa menina a ponto de sair na rua de chuquinhas ou reunir as amigas para treinar as coreografias (ou fazer isso no corredor do colégio quem nunca não é mesmo?), ou odiou por recalque por ela ser apontada como namorada do Nick Carter dos Backstreet Boys e posteriormente, do Justin Timberlake nos áureos tempos do NSync.

A canção foi lançada oficialmente no dia 30/09/1998 e o álbum de estréia daquela que seria coroada a princesa do pop anos mais tarde, em 12/01/1999. E o resto da história vocês já sabem, mas vale lembrar que o tempo passa para todos!

britneycriancas

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MTV Brasil e das coisas boas que ela me trouxe

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Dias desses estava pensando aqui sobre tudo o que eu gosto de ouvir. Sou uma pessoa eclética e não tenho nenhuma vergonha de admitir isso, pelo contrário: acho vazio quem se prende a um determinado estilo musical, se fecha para o mundo, para outras influências e critica tudo aquilo que, por ventura, não faça parte do clichê que ele mesmo criou sobre seu gosto musical. Não critico, e inclusive, acho que eu poderia me tornado uma dessas pessoas se não fosse o fato de ter feito parte da geração MTV.

logomtv

Lembro que o primeiro clipe que eu vi na MTV na minha vida foi do Guns, acho que era November Rain, lá por 1993, 1994. Meu primo, que é alguns anos mais velho, estava aqui em casa e sintonizou no canal. Era a banda da moda, anos 90, quase todo adolescente tinha essa inclinação a gostar de Guns e Nirvana. E nessa época, eu que ainda era uma criança, curtia Xuxa e ficava inconformada de não passar nada relacionado í  ela num canal de música. O que eu nunca poderia imaginar é que, anos mais tarde, ela se tornaria fundamental para a formação do meu gosto musical. í‰ engraçado porque a maioria dos meus amigos começaram a gostar de um determinado estilo musical por influência dos pais. Minha famí­lia nunca foi daquelas super musicais, movidas por música: Cher, Madonna e Queen foram algumas das poucas coisas que eu aprendi a gostar por influência deles. Hoje, acompanhando os depoimentos no Facebook e até mesmo na mesa do bar, percebo que muitos dos meus amigos também tiveram esse “empurrãozinho” da MTV na escolha de seus artistas favoritos.

Foi assistindo MTV que conheci duas das minhas bandas favoritas hoje: Garbage e Hole. Tudo isso, quando acompanhava programas como Disk MTV e TOP 10 EUA para assistir (e, obviamente, gravar os clipes na fitinha VHS) os clipes das Spice, Backstreet Boys, Britney, Mariah e Aguilera. Na época, não tí­nhamos TV a cabo em casa e o jeito era assistir í  estes programas na TV chuviscada, que ficava ainda pior em dias de chuva e nem o velho truque do Bom Bril na antena resolvia. Entre um clipe e outro de pop, fui conhecendo outros artistas de diferentes gêneros musicais, mas que de alguma forma agradavam aos meus ouvidos. Além do Hole e do Garbage, foi pela MTV que comecei a gostar de Foo Fighters antes de todo esse hype (sdds Everlong <3), Red Hot Chilli Peppers, Smashing Pumpkins e anos mais tarde, Strokes e Killers. Ah, e a gente viu até a Kelly Osbourne atacando de cantora em seu épico cover para “Papa Don”™t Preach” da Madonna.

A MTV Brasil marcou minha vida pelas coisas simples, que anos atrás até soariam fútil, mas que hoje trazem boas lembranças de uma época feliz. Pela rotina de ir pro colégio na manhã e comentar com as amigas sobre a posição que o Backstreet Boys ficou de manhã, das ligaçíµes que eu fazia para minhas melhores amigas para falar sobre a nova cantora que aparecia de colegial na parada do TOP 10 EUA (e sim, era a Britney!), a expectativa da transmissão do VMA (e o compartilhamento das fitas VHS nos dias seguintes entre os amigos da escola) e até mesmo das briguinhas entre fãs do BSB x ”˜NSync por quem ficou em #1 no Disk MTV.

Há alguns anos não acompanhava a programação do canal, me limitando apenas aos shows especiais do World Stage quando passava algum artista que eu gosto e as excelentes seleçíµes de clipes que transmitiam nas primeiras horas da manhã, mas preciso admitir que o fim, ainda que parcial, dá uma dorzinha no coração. Espero que essa nova administração aproveite essa “90”™s fever” para trazer, para essa nova geração, um pouco desse sentimento que eu e mais um monte de novos adultos sentiram lá em 1999, 2000, e que possa inspirar mais gente a gostar de música boa, seja lá qual for o rótulo ou o estilo.

Deixo aqui registrado meu adeus í  velha MTV Brasil e um agradecimento por ter influenciado meus gostos musicais, por ter me ensinado a não viver sob um rótulo clichê, pelo fim da limitação do gosto musical por estilo, por ter me apresentado algumas das minhas bandas favoritas hoje e enfim, por ter feito parte da minha adolescência. Muito obrigada e boa sorte nesta nova fase.

Como eu me sinto: no transporte público

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Ah a segunda-feira! Hora de retomar a rotina diária e… se estressar. Depender de transporte público tem lá suas vantagens, mas conviver nele diariamente sem passar por ~apuros~ é uma arte. E como se não bastasse o transito e a má qualidade do transporte público (menos do metrí´, que é amor vdd amor eterno), ainda tem o fator conví­vio com outras pessoas que nem sempre, tem a mesma educação que a gente.

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Por isso, baseado no meu dia-a-dia de í´nibus, trem e metrí´, fiz uma seleção de coisas que mais me irritam e/ou me deixam constrangida no transporte público inspirada nos geniais tumblrs “Como Eu Me Sinto Quando” e “Classe Média Sofre”, tendo como personagem principal a nossa musa dos gifs, Neidinha!.

#01: Quando encontro algum conhecido e não quero socializar

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Se “fazer a egipcia” fosse esporte olí­mpico, certamente eu seria campeã. Não que eu não goste de conversar ou encontrar com as pessoas, mas é que convenhamos rola toda uma preguiça de ser simpática e socializar nas primeiras horas da manhã. í‰ claro que, uma hora ou outra, você vai encontrar quem você não gostaria de encontrar na rua, como ex-namorados/peguetes/cunhados, amigos do colégio que você não vê há anos e que conseguem ser piores que as tias que perguntam dos namorados no Natal.

A solução? Leve sempre na bolsa seu iPod devidamente carregado, fone de ouvido e se possí­vel, um livro, revista ou, na pior das hipoteses, destraia-se lendo os últimos tweets na sua timelinda.

#02: Quando a egipcia não funciona e a pessoa vem falar comigo

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Ai não tem jeito né? Se a pessoa for querida (ou ao menos suportável), ainda rola algum entendimento e a conversa pode acabar sendo boa. Agora se for alguém não tão desejável assim, o que resta é apelar para a boa e velha conversa monossilábica no melhor estilo Guru do Gugu.

#03: Quando um estranho começa a conversar comigo

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Como eu já disse ali, sou blasé pela manhã e odeio socializar, mas isso fica meio impossí­vel principalmente quando você pega í´nibus no mesmo ponto e no mesmo horário todos os dias: inevitavelmente alguém vai começar a se sentir í­ntimo o suficiente para puxar conversa com você pelo simples fato de vocês se encontrarem todos os dias. Até aí­, nenhum problema. O problema é quando a pessoa começa a querer saber aonde você mora, o que você faz da vida, aonde você trabalha e começar a compartilhar os dramas da vida como se fossem amigos de infí¢ncia. Apenas não.

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Moda, as divas pop e a evolução do estilo

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Com certeza, você já reparou o quanto a moda e música andam juntos. Além do estilo musical quase sempre definir a forma com que aquela pessoa se veste ou a tribo que ela pertence, algumas bandas e cantores também influenciam não só o guarda-roupa de seus admiradores mas também a moda como um todo. E isso também serve para alguns dos personagens mais icí´nicos do cinema.

Para celebrar o estilo de alguns í­cones pop ao longo dos anos e divulgar a linha de styling para cabelos, a Garnier francesa lançou o ví­deo “Evolution Of Style”, que mostra em um pouco mais de 1 minuto, os visuais mais marcantes da música ”“e também do cinema.

O resultado? Dá o play no ví­deo:

Consegui, de primeira, acertar todos os visuais icí´nicos. E você, quantos identificou? :D

(via Don’t Skip)