britney spears

Para ouvir: Jessie and The Toyboys

postado em  •  4 comentários

Depois de tantos anos sem novidades boas na música pop (reclamei aqui em 2008), estamos recebendo uma nova safra de boas novidades nesses últimos 3 anos: Lady Gaga, Ke$ha, Katy Perry, Mika e Rihanna (que nem é tão recente assim, mas não é da época de ouro do pop teen 90’s) estão aí­ para provar que o pop não morreu e que dá para reinventá-lo sempre. Por isso, toda novidade boa é muito bem vinda.

Quando estavamos na fazendo a setlist daquela Post It que eu discotequei, o Thiago falou que tinha uma carta na manga e me apresentou Jessie and The Toyboys. Daí­ que foi amor a primeira ouvida.

E sim, a banda é na verdade isso mesmo que você está pensando mesmo: os toyboys são na realidade, manequim desses de lojas. A “banda” faz um electropop com um quê meio oitentista, desses que dá vontade de sair dançando pela casa. O primeiro single, Push It (leia-se a carta na manga do Thi) mostra ao que Jessie e seus bonecos vieram:

Não é viciante? í‰ uma daquelas músicas que dão um UP na sua disposição, no humor… tí´ amando! Valentine, que ainda não tem clipe, é tão boa quanto Push It. Já quero muito um cd completo!

Isn’t she lovely this Hollywood girl?

postado em  •  9 comentários

Esse é um daqueles posts que eu venho ensaiando para fazer desde quando vazou o Femme Fatale. Como em todas as ocasiíµes que a Britney lança um trabalho novo, brinco de fazer uma review afinal, sou fã da Brit Brit desde os meus 14 anos. Mas assim como Luisa Marliac, dessa vez resolvi fazer uma coisa diferente.

Femme Fatale não é só mais um álbum de música pop, e sim o começo de uma nova era. í‰ uma nova Britney, que ainda não pode ser aquela que nós conhecemos com energia no palco, mas bem diferente daquela menina que nós nos acostumamos a ver nos últimos 4 anos, surtando pelas ruas de L.A. de cabeça raspada ou peruca pink, sempre com um copo de frapuccino na mão ou trabalhando em um cd bem aquem da sua capacidade (vulgo Circus). Gosto do Femme Fatale mas de uma forma isolada, não o suficiente para ouvir o cd inteiro e colocar no repeat várias vezes, nesse quesito o Blackout ainda fica em vantagem mesmo um álbum que não traga boas recordaçíµes da princesa. Trip To Your Heart e I Wanna Go são as minhas favoritas, mesmo que as chances da primeira ser single são praticamente iguais a 0. Mas o que me faz gostar realmente dele é o fato de ser um cd com mais identidade como o Blackout e principalmente, por me fazer sentir aquele espirito “Britney” da minha adolecência que eu falei nesse post aqui.

Se eu ainda tinha alguma dúvida que ela está no caminho de volta para o lugar que ela nunca deveria ter saí­do, ela acabou depois de assistir a participação dela com a Rihanna no Billboard agora pouco. Linda e mostrando “who owns the throne” para quem quiser ver:

E falando na Brit, tí´ encantada com o ensaio dela para a Happer Bazzar desse mês. Já pode amar?

Como diria a diva Luisa Marilac, “se isso é estar na pióóóóóoóóór, porrãn… o que é tá bem néam?”

Britney, sua linda. í‰ nessas horas que eu me orgulho de ser sua fã e de nunca ter perdido as esperanças de que você ia dar a volta por cima <3

Who Owns the Throne?

postado em  •  13 comentários

Música é uma das minhas grandes paixíµes, e isso é desde cedo. Nunca liguei muito para cinema (o filme tem que ser muito bom para me conquistar), livros (péssimo hábito) ou seriados (preguiça eterna de acompanhar, assim como novelas), mas como eu disse no post do Two Door Cinema Club, tenho a maior disposição para ouvir não só coisas novas, mas artistas de que alguma forma marcaram minha vida. Também não me considero uma pessoa com gosto musical ecletico, até porque tenho duas vertentes muito bem definidas e sem nenhum tipo de preconceito. Desde meus 12 anos tenho isso muito claro na minha mente e nos meus ouvidos: enquanto assistia o Disk MTV para assistir os clipes do Backstreet Boys e das Spice na parada, comecei a gostar de bandas como Hole, Garbage e Foo Fighters, bandas que até hoje fazem parte da minha vida e não saem do meu iPod. E foi assim que eu comecei a gostar de pop e rock ao mesmo tempo, sem preconceito ou rótulo. No fundo eu gosto de música boa independente do estilo: basta ser suficiente para me fazer dançar, tocar meu coração ou ouvir 293934x no repeat.

E a Britney é uma dessas artistas que me fazem gostar o suficiente para despertar todos esses sentimentos -e olha que ela está longe de ter um vozeirão espetacular como outras grandes divas como a Aguilera, que eu também sou fã. Gosto dela, simples assim. Mas só gostar muitas vezes não é o suficiente e eu sentia muita falta da Britney que fez parte da minha adolecência e que me fazia sentir vontade de sair dançando pela casa inteira anos mais tarde. Sentia saudades daquela euforia para assistir o clipe novo estrear no TOP EUA já que em 1990 e poucos, mal tinhamos acesso a Internet tampouco imaginavamos assistir ví­deos em um Youtube da vida.

O Blackout, álbum lançado em 2007 durante o auge do surto da Britney, foi o último trabalho que me conquistou de verdade, de ouvir o CD até a exaustão (que diga-se de passagem, nunca chegou). Ao ouvir Circus ou até mesmo o último single lançado, 3, não sentia AQUELA Britney sabe? Não que fosse ruim, mas parecia que faltava alguma coisa. Era música por si só, faltava aquele toque que conquistou fãs em todo mundo. A euforia para assistir um novo clipe simplesmente não existia, porque eu não conseguia ver boa e velha Britney ali: eram só músicas carregadas de polêmicas, como se quisessem tirar o foco da artista e deixar que as letras se encarregassem de chamar a atenção do público.

Hoje, enquanto esperava acordada (leia-se insí´nia) e ansiosa pela estréia do clipe, percebi que minha timelinda inteira compartilhava do mesmo sentimento que eu, da tal euforia que a gente sentia na premiere dos clipes dos nossos artistas favoritos nos áureos tempos da música pop. E quando Hold It Against Me finalmente estreou, conseguimos ver a menina que há 12 anos atrás conquistou o mundo.

O roteiro, que a princí­pio parece confuso, começou a fazer todo o sentido quando o pessoal do Twitter começou a divagar sobre a história: do iní­cio da carreira e o esteriótipo “garota perfeita”, as correntes que a prendiam, a luta contra “ela mesma”, a imagem manchada, a queda e claro, o controle novamente da carreira e da sua vida. Isso sem dizer nas inúmeras referências de seus álbuns e os quase 12 anos de carreira. í‰ o tipo de clipe que quanto mais você assistir, mais vai gostar e mais vai entender o que ela quis dizer com essas mensagens “subliminares”.

Muito mais do que um clipe a altura da música, em Hold It Against Me Brit-Brit mostrou que AQUELA Britney que enchia os fãs de orgulho e sacudia o mundo pop está de volta. E voltou digna de aplausos e mostrando que quem é princesa jamais perde a majestade.

Samba Britney, samba na cara de todas elas e de quem te gongava. Samba que a gente tá amando, sua linda!

As novidades de Brit-Brit!

postado em  •  9 comentários

Quem me conhece sabe que eu ADORO a Britney, mas sabe que eu adoro mais ainda a linha de perfumes dela a ponto de ter quase TODOS (falta o In Control, aceito de presente viu gente? HAHAHA) os lançados pela diva. E não, eu não compro porque eu gosto dela, mas porque os perfumes são exatamente como eu gosto: docinhos na medida certa e com frascos lindos de morrer!

Depois de um hiatus perfumí­stico desde o Circus Fantasy, a Brit-Brit anunciou o lançamento da sua 9ª fragrí¢ncia, Radiance, em parceria com a Elizabeth Arden.

O perfume, que será lançado em setembro junto com seu novo single, traduz delicadeza e a feminilidade de Britney através do frasco lindí­ssimo com detalhes em pedraria e através das notas de frutos silvestres, orvalho das flores, tuberosa, jasmim, flor de laranjeira e flor-de-lis. Pela descrição, a fragrí¢ncia deve lembrar um pouco as notas do Midnight Fantasy (amo!) e do Believe, ou seja, sucesso certo!

A outra novidade foi a divulgação de 3 faixas-demos da diva. Com excessão de When I Say So, que foi gravada em dezembro do ano passado, as outras faixas foram gravadas em 2000 e provavelmente fariam parte do álbum Britney, lançado em 2001. Já ouviram?

Continue lendo →