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Fashion Always Returns

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Com certeza você já ouviu falar naquele papo de que a moda sempre volta não é?

A agência brasileira Leo Burnett fez uma campanha MUITO legal para o amaciante de roupas Dreft com o slogan “Fashion always returns, take care of your clothes” (ou em bom português, “a moda sempre retorna, cuide de suas roupas”).


Do tempo que a Cenoura era a Semibagg…


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Owwwnnn: Pedigree Ad

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Pergunta: O que dá a junção de vários cachorros fofinhos e uma cí¢mera que grava 1000 frames por segundo?

Resposta: comercial fofo da Pedigree, criado pela agência canadense TBWA e produzido pela Imported Artists Film.

(e quem nunca jogou comida pro cão pular pra abocanhar, que atire a primeira pedra!)

Auto aceitação: um fato ou demagogia?

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Esse é um assunto que eu sempre quis tratar, mas eu não sabia como vocês iriam reagir, se iriam tacar pedras ou coisas do gênero. Até que essa semana, fui surpreendida por duas coisas que me fizeram recogitar a idéia de levantar a seguinte pergunta, bem polêmica: até que ponto o que revistas como Marie Claire e Nova pregam é real, de fato?

Acho tudo realmente lindo na teoria: se você é gordinha e é feliz da maneira que você é, ótimo; se você é nariguda mas você se sente exótica, bom pra você. Mas será que as coisas funcionam realmente assim? Será que a gordinha quando vai comprar uma roupa numa loja de marca sai feliz quando descobre que lá só tem calças até número 42? Será que a narigudinha engole os apelidos de uma maneira realmente “esportiva” e não cogita fazer uma plástica?

A culpada de tudo isso? Alguns veí­culos da mí­dia que pintam a mulher que exige um corpo perfeito, um rosto sem manchas e ainda por cima, bem resolvida no trabalho e principalmente na cama. Como eu disse ali, essa semana vi dois exemplos bem ní­tidos disso, mas um deles em particular me chamou muito a atenção: o tal projeto Cansei de Ser Gordinha da revista Marie Clarie, que gerou polêmica e revolta entre muitas meninas no Twitter. Se você ver com paciência o blog, assistir os ví­deos e ver as fotos da “personagem da história” verá que de gordinha, ela não tem absolutamente nada – e aliás, tenho certeza que você fez a mesma pergunta que eu e 99% das mulheres fizeram ao ver essa matéria: se ela é gordinha, eu sou o que? Obesa Mórbida?

O mais bizarro de tudo isso é que eu já li vááááááárias matérias nessa mesma revista sobre transtornos alimentares, mulheres que aceitavam o corpo da maneira que eram e outros assuntos que depois dessa, me pareceram um tanto quanto demagogos. A revista afirma que eles não tiveram a intenção de promover uma ditadura da magreza, mas covenhamos que foi bem perjorativo o tí­tulo dado para o blog e agora soa um tanto enquanto hipócrita esse pedido de desculpas.

Infelizmente não é só a Marie Clarie que pensa assim: maior parte das revistas femininas consideram uma mulher com formas mais volumosas gordinha. O mais contraditório é ás vezes na mesma edição, afirmarem que você precisa ter auto-estima – mas será que todo mundo consegue esse feito depois de ver uma revista recheada de corpos e rostos perfeitos?

í‰ por esses motivos que eu gosto do conceito da campanha da Real Beleza de Dove. A campanha é tão bem estruturada e bem feita que não dá margem a interpretação duvidosa como no caso da Marie Claire. O lema é simples: sinta-se linda, seja gordinha, magrinha, com cicatrizes ou manchas. Mas o mais importante da campanha é a idéia de se sentir melhor consigo mesmo, não deixar de viver os momentos por isso.

Quer um exemplo maior? Marilyn Monroe, uma das maiores sex symbols (se não for a maior) que a humanidade já viu usava manequim 46. Mas será que atualmente, em um mundo aonde a magreza berando a anorexia é o belo, ela continuaria sendo esse sí­mbolo de sensualidade extrema? Eu ainda prefiro acreditar na beleza exuberante e real de Marilyn…

O que vocês acham de tudo isso? Eu penso errado ou vivo numa realidade paralela? E se você quiser mais polêmica ainda, sugiro que leia este post sobre as pseudo mulheres-maravilhas da revista Nova.