consumismo

A Ankle Boot mais linda e purpurinada da cidade!

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Com os dias contados para o fim do verão (som de fogos de artifí­cio) e a chegada do frio, já estou na vibe de criar wishlists mentais com todos meus desejos de consumo desta estação. Além do xadrez e dos ~caveirismos~ que já fazem parte do meu guarda-roupa o ano inteiro, tenho desejado jaquetas de couro (tí´ louca por uma vermelha!), blusas com ombreiras, casaquetos e sapatos, em especial botinhas tipo ankle boot.

Daí­ semana passada, fazendo meu tour pelas lojas virtuais para fazer minhas wishlists mentais e caçar sapatos incrí­veis, dei de cara com uma ankle boot toda glitterinada da Top Vision por 149 dilmas no Dafiti. Mesmo abolindo o salto da minha vida, confesso que não resisti a tanto amor materializado em forma de sapato…

O salto tem 11,5cm e é bem grosso, o problema é que na parte da frente não tem plataforma, ou seja, o pé fica mega inclinado e é meio torturante para quem desaprendeu a usar saltos mais altos do que 7cm. A princí­pio pensei em levar na Sapataria do Futuro para ver se eles conseguem diminuir o tamanho do salto, mas de acordo com a Deia que é profissional da área, vão conseguir reduzir no máximo uns 2cm. Mas vamos combinar que já é um avanço né? HAHAHAHA

Estava ~chateadí­ssima~ com a Santa Lolla depois da minha sapatilha de caveira ter quebrado com 5 minutos de uso bem no dia do meu aniversário, mas daí­ toda a mágoa e recalque passaram quando eles lançaram a coleção de outono/inverno 2012 e sambaram na minha cara. Resultado: tí´ toda trabalhada no status “esperando a coleção chegar enfim nas lojas para comprar os meus”.

Cadê Brasil? Cadê meu glitter produção?

DOROTHY GALE CHORA GLITTER LENDO ESTE POST

Síndrome de Dorothy Gale (ou de travestchy?)

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Os sapatinhos vermelhos glitterinados de Dorothy #musa #diva #inspiração


Se tem uma peça do guarda-roupa que eu amo são os sapatos. Já tive sí­ndrome de centopéia, daquelas de fazer “aloca” nas lojas e ter vários pares em casa, mas hoje me contento em ter bons e poucos sapatos, daqueles que combinam com qualquer ocasião.

Como eu tenho muitas roupas com a mesma estampa (xadrez, oi?) e quase sempre pretas ou cinzas, tenho procurado investir em sapatos diferenciados e coloridos para dar uma quebrada na monotonia do meu guarda-roupa.

Ultimamente ando numa vibe meio travestchy Dorothy Gale e amando com todas as forças sapatos brilhantes com acabamento em paetê e principalmente glitter, que são ótimos para substituir o saltão na buatchy sem abrir mão daquela coisa mais feminina e do glamour. Minha primeira aquisição purpurinada foi aquele Oxford do Empório Naka que eu já contei nesse post aqui e já virou meu sapato favorito de todos os tempos das últimas semanas. Mas eu queria mais glitter, muito mais glitter saindo do armário.

Aí­ que essa semana estava eu dando uma bizoiada em alguns sites para ver as coleçíµes novas de sapatos quando dei de cara com as novidades da Santa Lolla para a Primavera/Verão 2012 e quase morri de tanta emoção: tem vááááárias coisas com glitter, inclusive sapatilhas (com direito a fivela de caveirinha!) para quem como eu, praticamente aboliu o salto do figurino. í‰ ou não é o amor em forma de particulas luminosas?

Outro desejo glitterinado da vez foi por uma versão do Converse, que eu (ainda!) não descobri aonde achar aqui no Brasil. Vi uma menina na rua com um e desde então, garrei amor e o desejo como nunca desejei um na vida (ou melhor, nos últimos anos).

Sei que um tempo atrás eles lançaram uma versão de paetês, mas não lembro de ter visto o de glitter. Se alguém souber aonde eu posso achar por aqui por favor me avise. Se não, vai rolar um DIY para satisfazer meu desejo de ter um :~

Ah, e quem souber de mais marcas que estão lançando sapatos purpurinados por favor, compartilhe nos comentários!

Oi meu nome é Victoria e hoje eu não comprei

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Antes de começar a descorrer este post, gostaria de fazer uma confissão: sou uma pessoa assumidamente consumista. Sim, consumista e sem freios, impulsiva, principalmente com coisas que eu sei que eu sequer usarei. Ao longo do último ano (mais precisamente depois disso aqui) tenho tentado me controlar e pensar mil vezes antes de comprar e já adianto que não é fácil, é quase uma luta diária. E sei que não estou sozinha nessa e por isso, resolvi fazer um post sobre este assunto aqui no blog porque tenho certeza que uma grande parte das minhas leitoras vão se identificar comigo.


Cher, minha musa inspiradora na arte do consumo desde 1996

Umas semanas atrás, eu e meus amigos do trabalho saí­mos para almoçar quando surgiu o assunto cosméticos e consumo. Conversa vai, conversa vem, caí­mos no assunto produtos que efetivamente usamos e os outros que ficam jogados ali no fundo do organizador de maquiagem, esperando apenas chegarem no prazo de validade para serem jogados direto no lixo, muitas vezes sem qualquer indí­cio de uso. Foi ali que eu comecei a realmente pensar na quantidade de maquigem que eu compro e em paralelo, o que eu efetivamente uso. Quem convive ou já encontrou comigo em algum momento deve ter reparado que em 99% das situaçíµes eu estou com a pele feita (corretivo, base, pó, blush e bronzer), delineador preto, máscaras de cí­lios e batom rosado (aka Pink Plaid da M.A.C.)- o outro 1% é quando eu troco o Pink Plaid pelo Ruby Woo e deixo o traço do delineador mais fino ou faço um smokey eye preto com batom nude tipo Hue. Essa é minha maquiagem básica, que eu uso todos os dias para trabalhar ou quando emendo um Happy Hour ou até mesmo uma balada com os amigos. Por mais que eu AME maquiagem e ache incrí­veis os looks que a Andreza por exemplo faz, você dificilmente verá eu usando uma proposta mais ousada, com cor. í‰ quase uma zona de conforto, um piloto automático da maquiagem: levo os itens pro banheiro e 10 minutos depois, a “mágica” foi feita.

Nesse mesmo dia, vim para casa pensando no quanto eu já havia gastado com maquiagem e o que eu realmente havia usado. Chegando, resolvi mexer nas minhas maquiagens e para minha surpresa, encontrei coisas que eu simplesmente havia “esquecido” que eu tinha: batons de cores que eu sei que eu nunca usaria, vários tubinhos de gloss (gente, não uso gloss há anos!), sombras e palletes coloridas, delineadores e lápis coloridos e muitas, mas muitas coisas repetidas -e quase tudo intacto e relativamente novo, maior parte comprada nos últimos 2 anos. Olhei um pouco mais para o lado e vi a quantidade de perfumes que eu vim acumulando ao longo dos últimos 3 anos (fora os que eu trouxe da viagem) e percebi que só o Fantasy, Play Intense e o Womanity estão com os frascos usados, os demais, intactos. Os esmaltes foram pelo mesmo caminho: comprava 2, 3 da mesma cor com medo de sairem de linha e hoje voltei a usar só os tons avermelhados que devem se limitar a 2 ou 3 cores em meio uma caixinha de 200 esmaltes. Olhei para tudo aquilo e pensei: porque eu acumulei tudo isso se o que eu preciso e uso de verdade se resume a no máximo 10 itens de maquiagem, 3 perfumes e 1 cor de esmalte? E isso sem dizer nos 3849559 produtos de cabelo parados há tempos no banheiro porque eu sempre caia no conto das vendedoras “solí­citas” das perfumarias que tinham sempre a solução milagrosa para meu cabelo loiro.

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