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Dia das Crianças: 5 frustrações da minha infância

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Eu tive uma infí¢ncia extremamente feliz. Embora filha única porque o destino quis (longa história, não vou entrar em detalhes pq o objetivo deste post é ser divertido!), fui uma criança independente e completamente satisfeita com tudo aquilo que eu tive a oportunidade de viver e ter. E sou muito grata pelo que meus pais puderam proporcionar para mim (inclusive, o senso de desejar algo e fazer por merecer, e não apenas ter) e por ter nascido numa época tão rica em estí­mulos para crianças como foi os anos 80 e a primeira metade da década de 90.

MINI EUZINHA!

MINI EUZINHA!

Mas, apesar de tantas alegrias, todo mundo tem uma frustração de infí¢ncia. Seja aquele brinquedo que você sempre quis mas seus pais não compraram por alguma razão, o sonho não realizado, o desejo de ser alguma coisa que por motivos óbvios você não poderia ser. O lado bom da coisa é que quando a gente cresce, olhamos para trás e damos boas risadas de tudo isso.

Por isso, neste Dia das Crianças, resolvi fazer algo de diferente e listar algumas das minhas ~frustraçíµes~ de infí¢ncia. Aquelas situaçíµes e coisas que eu quis muito e por alguma razão, não pude tê-la, mas que hoje dou risada lembrando de tudo isso.

#01 ”“ Ser Paquita

PAQUITA VICKUXA: INVEJOSOS E RECALCADOS DIRíƒO QUE í‰ MONTAGEM

PAQUITA VICKUXA: INVEJOSOS E RECALCADOS DIRíƒO QUE í‰ MONTAGEM

Quando me faziam aquela pergunta clássica sobre o que eu queria ser quando eu crescesse, eu tinha não uma, mas duas respostas na ponta da lí­ngua: ser veterinária e principalmente, ser paquita. Ficar todos os dias perto da ~Xú~ e realizar meu maior sonho da infí¢ncia: participar dos sorteios das cartas naquelas montanhas de envelopes, ajudando a jogar tudo pro alto!

Eu acordava todos os dias para assistir a Xuxa, ~minha primeira í­dola~, só tomava café da manhã com a TV ligada no Xou da Xuxa e meu grande objetivo de vida lá pelos 5, 6 anos era ser uma das ajudantes de palco dela. Daí­ que minha frustração começa: eu não tinha idade, não morava no Rio de Janeiro e sequer era loira ”“inclusive costumo brincar que talvez isso justifique o quanto eu me gosto com os cabelos claros anos depois HAHAHA.

Quando teve a troca de paquitas pela “new generation”, meu coraçãozinho teve um tico de esperanças porque entrou uma morena no time, a Chaveirinho. Mas passaram alguns anos e eu definitivamente desisti de ser uma paquita porque meu objetivo de vida virou outro: ser uma Spice Girl. Mas isso aí­ é assunto para outro post/lista!
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Dia das Crianças: como eram e como estão?

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Sexta-feira estava eu fuçando no meu Twitter e de saco cheio do meu avatar. Fui caçar alguma foto razoavelmente nova no PC quando encontrei uma foto quando eu era uma larvinha e pensei: “porque não? Dia das Crianças tá aí­ mesmo!”. Para minha surpresa, vários amigos começaram a trocar a foto do avatar alguns minutos depois e no dia seguinte, o Twitter estava tomado de criancinhas!

Vendo como as pessoas estavam se divertido com isso, decidi fazer uma brincadeirinha aqui no blog. Vocês já pararam para pensar como aquele blogueiro que você lê todos os dias era quando ele nem sonhava com Internet e o máximo que ele escrevia era a redação “Minhas Férias”? Ou ainda aquele twitteiro que você segue nos tempos que os bilhetinhos curtos dele era para pedir cola no colégio? Pois é! Fiz uma mega chamada no grupo do Blogueria e no Twitter e para minha surpresa, muitos toparam participar. Vamos ao resultado dessa brincadeirinha?

Comecei a brincadeira:

@alancorrea, designer do Link Ninja e blogueiro do Bate Cabeça:

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