diário

Sobre bloqueio criativo, pausas para respirar e recomeçar

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blow

É, eu voltei. Depois de 1 ano e 3 meses sem escrever para o blog, decidi que era a hora de voltar. Sem alardes, na calada da noite de sábado, sem que alguém pudesse notar. É engraçada a sensação de voltar para um lugar que sempre foi o meu. Deve ser algo como voltar para a terra natal depois de um tempo fora.

Esse ano completei 15 anos blogando, sendo 10 deles aqui no Borboletando. Escrever foi a forma que eu encontrei de me expressar e, principalmente, me relacionar com as pessoas. A timidez e ansiedade atrapalharam, durante muitos anos, a forma com que eu me relacionava com pessoas, principalmente na hora de fazer novos amigos. Sabe aquele medo de falhar, de não ser legal o suficiente e de gaguejar em público? Pois é, trabalhamos desde 1985. Ok, reconheço que tive uma grande melhora nesse ponto nos últimos anos, mas nem por isso ela deixou de existir em algum momento da minha vida.

Quando eu criei meu primeiro fã-clube na adolescência, o das Spice, no fundo eu só queria conhecer pessoas que tivessem algo em comum comigo e me comunicar com elas por cartas. E foi isso que aconteceu durante bons anos, com cartas quase que semanais para os amigos que fiz por todo o Brasil, sendo alguns deles, transportados para vida real. Quando eu fiz meu primeiro registro em blog, o sentimento não foi muito diferente: eu queria um espaço para que eu pudesse não só expor minhas ideias e fazer desabafos, mas ter a oportunidade de conhecer pessoas novas e interagir com aqueles que já faziam parte da minha vida, numa versão virtual daquela troca de cartas que eu fazia aos 11, 12 anos. Aliás, mais do que isso: escrever acabou se tornando uma paixão, uma terapia e válvula de escape para lidar com a ansiedade e os momentos que eu precisava canalizar essa energia.

Nesses 15 anos, a concepção de blog mudou e minha relação com ele também. Se no começo da minha vida como blogueira eu fazia, muitas vezes, mais de um post por dia contando sobre algo que havia acontecido comigo na vida pré-vestibular ou pérolas das primeiras baladas que eu frequentei, essa frequência foi diminuindo e os posts foram ficando cada vez mais escassos. Muito disso se deve ao fato de ter aperfeiçoado minha escrita, em trazer novos temas e ter ficado mais exigente com aquilo que eu compartilhava, além da rotina de estudos + trabalho, que também limitava meu tempo livre disponível. Porém, algo de errado começou a acontecer e essa conta não fechava como de costume. Sentar a bunda na cadeira e abrir o notebook para escrever nos meus momentos de ócio, principalmente aos finais de semana, foi deixando de ser um prazer para virar um daqueles fardos pesados, difíceis de serem carregados. Era a sensação de estar em um lugar completamente branco e insosso, e que mesmo querendo trazer cor e vida para aquele espaço, não conseguia agir. Quanto mais eu tentava, menos eu conseguia e , consequentemente, mais ansiosa eu ficava. Era como se eu abrisse uma matrioska eterna de rascunhos, abandonados sem ter sequer um parágrafo escrito.

Inspiração e motivação: muitas vezes ela até existia, mas pode acabar

Embora trabalhe profissionalmente com planejamento editorial/conteúdo web há quase 10 anos e lide muito bem com os momentos de bloqueio criativo no dia a dia (diga-se de passagem, é absolutamente normal quando você trabalha com criatividade e facilmente resolvido na maioria das vezes com uma pausa para tomar um café na copa ou uma conversa com o colega ao lado), sentia que havia algo de errado quando eu pensava na minha relação com o blog nestes últimos 2 anos. Algo que incomodava e me deixava cada vez menos motivada a escrever, mesmo sobre um tema que me enchesse os olhos ou algo que eu contasse com muito entusiasmo na roda de amigos. Eu simplesmente não conseguia desenvolver nenhum texto, nenhum raciocínio, nada. A cada nova tentativa, era tomada por um tsunami de frustração, inadequação e até um certo desconforto físico, que me fazia respirar fundo e fechar o Word sem mesmo salvar qualquer rascunho para tentar mais tarde. E o que antes era minha forma de canalizar minha ansiedade, foi se tornando combustível para alimentá-la com a auto-cobrança e meu grande bug mental: o medo de falhar e de entregar algo abaixo das minhas próprias expectativas.

Como eu disse neste post, a chegada dos 30 tem me ajudado a compreender muitas coisas, descomplicar outras e a me cobrar menos com relação as coisas, desde aquelas que dependem único e exclusivas de mim às que eu não posso ter controle. Aprender a lidar com a minha ansiedade, embora ela esteja aqui desde sempre, foi essencial nessa caminhada, entendendo que ela não era apenas um traço da minha personalidade, mas algo que atrapalhava minha forma de lidar com as coisas ao meu redor e comigo mesma. A autocobrança continua existindo, o medo de falhar às vezes aparece para lembrar que ele existe, mas estes últimos tempos tem me ensinado a lidar quando eles decidem bater na minha porta para dar um oi. Não vou mentir: nem sempre consigo vencê-la e as vezes o caminho é parar tudo, respirar fundo e tentar mais tarde. Mas, se eu aceitar que eu posso refazer em um outro momento, me dou por satisfeita e me considero uma vencedora nessa batalha interna.

A pausa no blog fez parte deste processo. Mais do que um simples bloqueio criativo, me permitir a tirar este tempo para que eu entendesse que se a minha peça não está encaixando naquele quebra-cabeça, é preciso respirar fundo e recomeçar –as vezes tentando um novo jogo, as vezes sem regras premeditadas, as vezes guardando tudo e tentando de novo outro dia. É como diz em Closing Time do Semisonic, uma das minhas músicas favoritas da vida: “todo novo começo vem do fim de outro começo”. E assim por diante.

Daqui para a frente, não vou prometer. Minha única pretensão é manter este espaço como a mesma leveza que a Victoria dos 16 anos manteria seu diário-agenda: sem roteiros, sem pautas, sem pressão e talvez, com muitas surpresas que os dias reservam para a gente. Quero escrever sobre algo que eu vivi algum dia destes aí, indicar algo que eu ouvi, recordar momentos do passado, falar sobre a última série que eu assisti, sobre algo legal que aconteceu na minha vida. E espero ter você por aqui :).

Blogger Secreto: a revelação!

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migocapa

No final do ano passado, a Duds e a Marina fizeram um convite irrecusável: participar de um amigo secreto entre as migas blogueiras. Ao contrário da maioria das pessoas, eu curto muito participar de amigo secreto, sou geralmente a “tia do pavê” puxar o coro da brincadeira e já estava chateada que ia passar 2014 sem participar de nenhum. Não tinha como dizer não <3.

Infelizmente, não consegui participar de todas as atividades propostas na brincadeira, como apresentar o que ia acontecer e, principalmente, montar minha wishlist para minha amiga secreta escolher meu presente, por conta da correria de final do ano. Ou seja: teoricamente, dei um trabalhinho extra para quem tinha me tirado, mas, por outro lado, preciso tirar o chapéu para ela porque ela não poderia ter acertado mais.

Dai que um dia desses, cheguei em casa e encontrei uma caixa com o remetente chamadx Toni. Podia ser de “Antônio” ou algo assim, mas na minha cabeça começou a tocar automaticamente:

Bom, voltando. Abri a caixa e dei de cara com um presente embrulhado em um papel de seda dourado e três papéis com dicas sobre quem era aquele pokemon -e dai a dúvida de qual abrir primeiro, o presente ou ou papel. Fui para os papéis para fazer um suspense maior:

Dica #1: vish

Dica #1: vish

Dica #2: começou a melhorar, mas ainda rola 1dúvida

Dica #2: começou a melhorar, mas ainda rola 1dúvida

Dica #3: AGORA SIM MANOLOS!!!!!!!!1111111

Dica #3: AGORA SIM MANOLOS!!!!!!!!1111111

migo-almofada

O último papelzinho entregou o jogo e antes mesmo de ler a carta-revelação, já saquei que era a gatézima da Ba Moretti. Rolou toda uma emoção quando eu descobri que era ela porque 1) AMO o blog dela 2) porque eu acho a Ba uma querida 3) porque ela acertou demais na escolha do presente e fiquei feliz em ver que, apesar de eu não ter dado pista nenhuma do que eu queria, rolou todo um carinho na escolha. Obrigada Ba, de verdade. A almofada já está na minha cama, ornando perfeitamente com meu flamingo de pelúcia que eu ganhei de outra amiga linda, a Manu.

Agora querem saber quem eu tirei? Bom, vou deixar algumas dicas:
#01 Ela é incrível
#02 É mineira
#03 Escreve para outros blogs tão incríveis quanto o dela
#04 Tem um homeoffice lindo e mega inspirador.

Quer descobrir quem é? Então visita os outros blogs que participaram do Blogger Secreto e descubra <3

Adri – Pequenina Vanilla, Andressa – Era 1x, Ba Moretti – BMRTT, Carol – Alma Camponesa, Celle –Cerise’n’Pepper, Cris – Entre Batons & Cafés, Duds – Pode Chamar de Duds, Gabi –Teoria Criativa, Julia – Twolia, Marina – Querido Click, Pat – Avec Mes Louboutin, Marina – Plataforma 36, Mih – Mobic, Lominha – Sernaiotto

Uma carta aberta ao meu antigo eu

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Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

O que você faria de diferente na sua vida? Quais conselhos você gostaria de dar para você mesmo anos atrás? Quais escolhas você tomaria?

A primeira blogagem coletiva do mês do Rotaroots foi quase um soco no meu estí´mago. Quando a Paloma sugeriu essa ideia no grupo, inspirada na TAG original do Hypeness, jamais achei que fosse ser tão impactante. E foi. í‰ como uma viagem no tempo e quase uma terapia, principalmente para reforçar alguns dos aprendizados do nosso “eu” hoje e nos ajudar a traçar novas diretrizes daqui para frente.

Convido você a ler esta carta aberta ao meu antigo eu e que ela inspire não só a pessoa que quero ser, mas também outras pessoas. Para começar a experiência, dê o play aqui:

“Oi Victoria, tudo bem?

Eu sei que você odeia ser chamada assim, até porque eu sou você daqui alguns anos ”“para ser exata, 10. Mas, mesmo sabendo que neste exato momento você deve estar bufando porque eu não estou te chamando de Vic ou Vivi, resolvi optar por uma abordagem mais séria. Ou mais ou menos isso. Mas fica tranquila, vim em missão de paz.

A vida passou rápido daí­ pra cá e, conhecendo você melhor do que ninguém, sei que esse jeito desligado vai fazer com que você nem perceba quando chegar aonde eu estou hoje, cada vez mais perto dos 30. Não estou aqui para te dar um spoiler do que vai acontecer daqui para frente, mas te dar conselhos de alguém que já percorreu esse caminho para que talvez, você possa fazer algo diferente.

Ní“S, SEPARADAS POR ALGUNS ANOS E MUITAS EXPERIíŠNCIAS

Ní“S: SEPARADAS POR ALGUNS ANOS, MUITAS EXPERIíŠNCIAS e UM DESCOLORANTE

Para começo de conversa, esqueça os roteiros. Sim, esqueça deles. A vida não será exatamente como aquela que você planejou nas enquetes do colégio, ou nas brincadeiras feitas com papel sulfite e dobradura. E antes que você se desespere com isso, saiba que isso vai ser legal. Confie em mim.

Não sofra por antecipação. Aliás, pare de sofrer. Pare de transformar todo e qualquer acontecimento em um roteiro digno de novela mexicana. Pense mais, respire, relaxe. Lembre-se que tudo na vida se resolve, mesmo que nem sempre o desfecho seja aquele que nós gostarí­amos.

o tenha medo de errar. í‰ eu sei que você odeia errar, mas não tenha medo, muito menos se envergonhe disso. Tropece, uma, duas, três vezes. Escolha um caminho, se não gostar, faça o retorno dele e recomece. E também não se cobre tanto. Eu sei que você quer dar seu melhor, que você não quer decepcionar as pessoas, que você não quer se decepcionar, que você tem medo de se auto-frustrar. Seja menos perfeccionista, seja mais humana. Você não é uma máquina. Você é uma humana, e tem todo e qualquer direito de falhar.

Não se culpe. Não se flagele. Remoa menos mágoas. Se precisar chorar, chore. Se precisar gritar, grite. Você sabe qual o melhor jeito de se sentir melhor, de botar aquele sentimento ruim para fora. Seja mais gentil com você mesma.

Preocupe-se menos com que as pessoas pensam. Faça o que você tem vontade, diga o que você pensa, pare de engolir sapos. Aliás, a cada vez que você pensar em engolir um sapo, lembre que você tem fobia í  anfí­bios. Coloque um filtro imaginário em seus ouvidos e nos seus olhos, absorva apenas aquilo que é relevante e importante para você como pessoa.

Ame-se mais. Ao contrário do que diziam para você na adolescência, se olhar no espelho e se sentir bem com o que vê no reflexo não te torna uma pessoa pior. Eu sei que você se esconde atrás de uma parede de timidez, mas não precisa ser assim tá?.

Aceite-se mais. Você não precisa ser como as pessoas gostariam que você fosse. Mudanças são sempre bem vindas e eu sei que você adora isso, mas não faça isso pelos outros e sim por você. Não deixe que isso consuma sua energia e sua força.

Não tenha vergonha de ser você mesma. Ouça as músicas que fazem seu dia mais feliz (inclusive aquelas que seus amigos fãs de rock alternativo consideram vergonha alheia), ria das piadas mais sem graças, admita que você assiste programas de TV toscos quando ninguém está assistindo, vista o que você sente vontade. Acredite em mim: um dia isso será absolutamente normal e você estará cercada de pessoas que entenderão esse seu lado B.

Não se entregue nem se dedique tanto aos outros. Eu sei que atrás dessa personalidade forte tem um coração mole com cobertura de caramelo e cravejado com açúcar. Não tenha medo, nem sinta culpa de dizer não. Não espere reciprocidade das pessoas, a maioria delas são ingratas. Faça o que seu coração manda, mas não espere que as pessoas façam o mesmo por você.

Não deixe que erros e traumas do passado dominem e conduzam sua vida. Seja menos medrosa e mais persistente. Controle a ansiedade, seja menos impulsiva. Pense 2, 3, 4, 5, 20x se for preciso.

Cerque-se das pessoas que te fazem bem, que te apoiam incondicionalmente e que façam você sorrir. Afaste-se das pessoas e situaçíµes que lhe fazem mal. Não permita que ninguém roube seu sorriso e sua alegria de viver. Tenha poucos e bons amigos. Sabe aquela história de contar em uma palma da mão com quem você pode contar? í‰ isso.

Não se envergonhe de gostar de ser uma pessoa solitária. Você cresceu assim. E não há nada de errado com isso. Não tenha vergonha de ficar sozinha em casa no sábado a noite, ouvindo o CD da sua banda favorita ou assistindo um filme na TV. Aliás, aproveite que você gosta de ser sozinha e pare de depender dos outros na hora de viajar ou de ir a um show que você quer muito ver.

Corra atrás dos seus sonhos, realize suas vontades, faça o que te faz feliz. Faça as aulas de guitarra que você sempre quis fazer, volte a fazer aula de canto porque te faz feliz. Deixa a preguiça de ir para a academia depois da faculdade. Comece a praticar algum esporte que você goste.

Foque nas suas paixíµes, dedique-se a elas. Escreva mais. Leia mais,ouça mais músicas, assista mais filmes. Saia mais, curta mais, viaje mais. Busque muitas referências para sua vida, saia do mundinho de mais do mesmo.

Ouça mais seus pais. Eles sabem mais da vida do que você. Acredite nos conselhos, ouça as broncas, confie nas intuiçíµes deles.

Por fim, jamais permita que os outros definam quem você é e o que vai fazer da sua vida. A vida é curta demais para você viver para os outros. Pouco tempo demais para ser desperdiçado com que e com quem não vale a pena.

Um beijo do seu eu aos 28,
Victoria.

PS1: já que vim do futuro, aproveito para deixar 2 músicas para você que estão logo no começo desta carta. Elas vão te ajudar nos momentos mais difí­ceis.
PS2: você fica melhor loira do que morena, invista nisso.”

Gostou e quer ler outras cartas? Faça parte do grupo do grupo do Rotaroots no Facebook para acompanhar as outras atualizaçíµes e leia a TAG original “Uma Carta” no blog Hypeness.

14 coisas para ser e fazer em 2014

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Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. E para saber como participar, faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Todo ano é a mesma coisa: o final do ano vem com aquela lista interminável de coisas a serem realizados no ano que se iniciará ”“ou quase isso. No final de 2013, vi uma enxurrada de amigos se posicionando contra simpatias, mandingas, listas e promessas para o ano novo, com a justifica de que apenas o ano mudanmas você não. Mas eu particularmente, não acho que as coisas funcionem assim.

lista-2014

Ok, admito que sou dessas que fazem listas e mais listas de metas, mas que quase sempre acabo procrastinando durante 365 dias e deixando para o ano que vem. Por outro lado, gosto dessa ideia de ano novo e de ser um marco para uma renovação. De sonhos, de metas, de objetivos para serem cumpridos.

Embora entre oficialmente no meu “retorno de Saturno”, prometi para eu mesma í s 0h do dia 01/01 que eu faria desse perí­odo o melhor ano da minha vida e com direito a mudanças sim, mas de hábitos, de atitudes ”“começando em cumprir minhas promessas de ano novo.

O Rotaroots, aquele grupo de blogs oldschool super legal que eu já falei aqui, propí´s para a primeira blogagem coletiva do ano contarmos sobre nossos 14 desejos para 2014. A ideia é que a gente compartilhe agora e no final do ano, voltar para falar o que nós cumprimos de fato. Será que eu consigo? Vamos para minhas metas!

#01 Ser mais organizada

Sempre fui uma pessoa desorganizada, mas, por outro lado, sempre tive meus TOCs de organização. Por exemplo: no meu guarda-roupa, está tudo por ordem de cor (inclusive, degradê!!!!!111) e por tipo de peça e até mesmo, tecido (jaqueta de couro >> jaqueta jeans). E se quer me ver puta da vida, é trocar minhas coisas de lugar ou colocar no lugar errado, insira aqui um “né mãe?”.

organizacao-lontra

Nesse último ano, por conta da reforma/troca de móveis do meu quarto e do home-office, fui picada pelo bichinho da organização. Embora não esteja ainda tudo digno de um virginiano, ver a decoração do jeito que eu queria dá toda uma vontade de manter as coisas sempre em seus devidos lugares (e aquele incí´modo quando está bagunçado). Além disso, essa reforma me forçou a desapegar de muita tranqueira que eu acumulava e organizar o que restou de uma maneira melhor.

Meu desafio em 2014 é conseguir manter essa nova organização e levar para outros pontos da minha vida como trabalho, dinheiro, etc.

Para ler (e me inspirar): “52 Dicas de organização meticulosas para pessoas com TOC” do Buzzfeed (sério, esse post tem idéias incrí­veis!) e o blog Vida Organizada inteiro.

#02 Viajar

Essa é uma das metas que eu venho protelando há alguns anos. A última grande viagem que eu fiz foi para Londres em 2010. Nos anos seguintes, fiz pequenas viagens dentro de SP e o mais longe que eu fui foi uma viagem a trabalho para uma reserva natural no Paraná. Neste ano quero viajar mais com meus amigos, visitar pessoas queridas em outros estados (alí´ Rio e Curitiba!) e principalmente tirar do papel meu desejo de ir para a Europa de novo e quem sabe, fechar o ano em Vegasney, bitch!

Para ler e me inspirar: os blogs Spicy Vanilla e Sundaycooks.

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