diário

Chilly, a pimenta mais doce da cidade

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Há exatos 4 meses e 3 dias, contava aqui no blog sobre a minha dor de perder a minha pequena e amada cadelinha Jully. Dois meses e alguns dias depois, vinha contar para vocês a história da adoção da Lilly. E hoje, venho oficializar a notí­cia que quem me segue no Twitter ou curte o blog no Facebook está sabendo desde ontem: adotei mais uma cachorrinha! \o/

O desejo de ter 2 cachorrinhas é antigo. Quem é leitor do blog há tempos deve se lembrar da Belly que partiu no final de 2007 e era minha fiel escudeira junto com a Jully. Desde então, a idéia de adotar um segundo cachorrinho era recorrente, mas meus pais sempre vetavam toda e qualquer tentativa de adoção já que a Jully havia se adaptado muito bem como “filha única”. Quando a Jully partiu e eu comecei a cogitar as possibilidades de adoção, minha idéia já era de adotar duas cadelinhas, uma para fazer companhia para outra.

Na mesma semana que eu adotei a Lilly, uma amiga da minha mãe havia comentado com ela que a cadelinha do tio dele estava prenha e ele doaria os filhotes para quem realmente gostasse de animais. Para a minha surpresa nem precisei insistir para minha mãe para adotar um dos filhotes: ela mesma disse que queria uma fêmea para fazer companhia para a Lilloca, já que nós já haviamos notado que ela sentia falta de outros cães.

Ontem, 45 dias depois do nascimento, fui buscar a nova filhota, que é a coisa mais pequena e roliça da cidade!

Colocamos o nome de Chilly (é, com LLY para fazer jus aos cães da famí­lia) é por dois motivos: porque segundo a Alyce ela parece um Chinchilla e porque ela, segundo o tio da amiga da minha mãe, tem cor de pimenta do reino.

Já sobre a Lilly, ela está se adaptado ao pouco com a novidade. Apesar dela ter sentido a falta de outros cães antes da chegada da Chilly, ela anda super carente e morrendo de ciúmes da caçula, mesmo quando nós pegamos as duas no colo ou fazemos carinho ao mesmo tempo. A melhor parte é que o ciúmes da Lilly tem rendido boas risadas pra gente, como a bundada que ela dá na Chilly no ví­deo abaixo:

Enfim, tí´ feliz pra caramba Brasyl! Claro que ainda sinto saudades da Jully, mas tenho certeza que ela está duplamente feliz por mim agora, afinal, Lilly e Chilly tem feito meus dias muito mais divertidos e cheios de amor. E isso, não tem dinheiro neste mundo que pague.

Como eu já disse na outra ocasião, não sou só a favor da adoção de animais como também o faço e ajudo algumas protetoras independentes e ONGs de animais abandonados. Adotar um animal não é só um ato de amor pelos animais, mas também de cidadania. Antes de comprar um animal, que muitas vezes pode ser fruto de uma exploração animal, cogite a possibilidade de adotar um dos milhares cães e gatos que estão abandonados a espera de um lar em ONGs, CCZ e protetores independentes na sua cidade :D

Bem vinda, Lilly

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Há pouco mais de 2 meses eu vivia um dos dias mais tristes da minha vida e contava aqui no blog. Quando a Jully morreu nos meus braços, perdi completamente o rumo de tudo e sem nenhum exagero, era uma parte de mim que estava indo embora naquele momento. Jully foi a minha grande companheira no final da minha infí¢ncia, começo da adolescência e viu eu me tornar adulta. Enxugou minhas lágrimas das minhas brigas com meus pais, relacionamentos frustrados, amores não correspondidos. E também era minha companheira nos momentos de alegria ou do absoluto nada para fazer: a presença dela já era o suficiente para me fazer uma pessoa mais feliz.

Jully foi muito especial não só para mim, quanto para a minha famí­lia inteira. Desde de sua partida, o comentário mais comum da famí­lia era “que saudades daquela cachorra”. E o que era dor, virou saudades e com ela, um vazio. Um vazio que só quem sempre conviveu com bichos sabe o que é. Logo nos primeiros dias, alguns amigos me recomendaram a adoção de outra cadelinha, mas eu preferi esperar. Queria que a dor passasse, que a saudade ficasse e que meu coração estivesse livre para me apaixonar por outro bichinho da forma que ele fosse, não como um “tapa-buraco”. E assim como a Belly e a Jully, queria que a paixão fosse a primeira vista sabe? Então.

Há umas 3 semanas, mais conformada, decidi que era a hora de procurar um cãozinho para adotar. Comecei a saga avisando alguns amigos protetores independentes (eles resgatam, tratam e encaminham para adoção) e visitando sites de ONGs para ver datas de feiras de adoção e fotos de possí­veis candidatos. Nesse meio tempo, foram 5 tentativas e todas sem qualquer sucesso. Até que na segunda-feira, minha tia que também adora cachorros e conhece muitos protetores, me liga falando que havia uma cachorrinha mais ou menos nas caracterí­sticas que eu procurava para adoção: fêmea, porte pequeno, SRD e muito carinhosa. Marquei de visitar a protetora na quarta e foi amor instantí¢neo, a primeira vista. Só conseguia olhar para ela e dizer: filha, filha, filha :D

Foi assim que Lilly surgiu na minha vida: de uma forma inesperada mas instantí¢nea, intensa, como os amores devem ser. Só sei que peguei a pequena no colo e alguns minutos depois, voltava com a minha nova companhia para casa.

Assim como grande parte (para dizer todos) os animais a espera de um lar, a história da Lilly (que antes chamava Bolinha) não é das melhores. Apesar de ter apenas 8 meses, ela já passou por 2 casas. A primeira dona, que cuidava direitinho dela, era uma senhorinha que faleceu algumas semanas depois do nascimento dela. O segundo dono foi o genro desta senhorinha, que a deixava acorrentada durante todo o dia e não dava água nem comida para ela. Foi graças a uma denúncia que esta protetora resgatou a Lilly. Mas como já diria Florence, “dog days are over” (#trocadalhos) e ela enfim poderá ter uma vida digna e cheia de amor e carinho.

Apesar do trauma anterior, a Lilly tem se adaptado super bem a nova famí­lia e rotina. Ela é extremamente carinhosa, daquelas que pulam no sofá e deitam no colo sem que você peça (amo!), de fazer festa quando você chega em casa a ponto de até ir se rastejando te encontrar, depois sair rolando no chão e por fim, pular pedindo colo. Desde quarta não consigo fazer outra coisa nas horas de folga que não seja estar com ela.

 

 

 

 

 

 

Só sei de uma coisa: tí´ apaixonada por ela, Brasyl. Sou definitivamente uma pessoa completa novamente. Tô muito muito muito muito feliz mesmo! E tenhocerteza que a Jully e a Belly estão felizes também, mandando muita energia boa para a Lilly de alguma nuvem fofinha do céu dos animais :D

E se você está a procura de uma companhia, seja um cachorro ou um gatinho, pense 2x antes de comprar um animal. Existem muitos bichinhos lindos (a Jully e a Lilly tão aí­ para provar isso!), fofos e muito carinhosos a espera de um lar em ONGs e CCZ municipais. Além de você garantir uma companhia fiel par a sua vida, você ainda salva uma vida -como já diria Selune e Giu, duas grandes amigas e alocas dos bichos, sobre a adoção de animais!

Pense nisso :)

Blog Day e um post como nos velhos tempos

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Ontem, dia 31/08, foi celebrado o Blog Day, uma data criada em 2005 pelo blogueiro israelense Nir Ofir para incentivar seus leitores a não só conhecerem, mas também indicarem outros blogs neste dia -3108, que se você observar bem, lembra um pouco a palavra “blog”). A idéia surgiu depois que Ofir percebeu que a maior parte dos leitores acabam lendo sempre os mesmos blog o que, diga-se de passagem é uma das grandes verdades da blogosfera.

Conversando ontem no Twitter com o Phellipe, surgiu o desejo de brincar de Blog Day, coisa que eu não fazia há pelo menos uns 3 anos porque simplesmente eu esquecia. Mas porque eu decidi brincar esse ano? Por um simples motivo: momento nostalgia da old school blogosfera.

Coincidência ou não, tenho estudado muito sobre os blogs e a evolução da blogosfera nos últimos dias por conta da minha monografia do semestre na pós graduação, que será justamente sobre o quanto os blogs mudaram ao longo dos anos e tentar entender um pouco sobre esse boom que aconteceu principalmente nos últimos 2 anos. O mais engraçado de tudo isso é que buscando referências para embasar meu estudo, me sinto viajando no tempo e relembrando tudo o que eu vivi nesses quase 10 anos blogando, sendo 5 deles neste domí­nio. Acho que só quem viveu todas essas épocas de uma forma intensa, tanto como blogueiro ou como leitor, vai entender o que eu to falando. Da época que os blogs eram atualizados com gifs piscantes e frases motivacionais “sua inveja faz a minha fama” com brilhos (como já diria Katylene, quem nooooooooonca?) , os layouts gratuitos e o fórum do By Marina, as trocas quase que semanais de layouts, o saudoso Barraco Virtual da Lari Ventorim (e você ai achando que o Tipo de Blogueira era ~inovador~), os awards organizados por domí­nios, layouts feitos em blender, o Deletéria e mais recentemente os blogs abordando temas mais especí­ficos. Claro que nem todo mundo aderiu a todas as fases, mas é curioso olhar e ver como a blogosfera funciona quase como a nossa vida, cheia de épocas, fases e tendências que desaparecem, voltam ou simplesmente mudam. E eu falo principalmente por mim, que passei por todas essas fases e hoje estou em uma outra que anda lado a lado com meu modo de vida atual: sem roteiros, sem regras, prezando apenas pela liberdade e pelo lado “fun” de tudo aquilo que eu gosto e acredito. E é assim que eu pretendo ficar daqui pra frente, porque é justamente “o do meu jeito” que me faz feliz.

De fato, devo muito do que eu sou hoje ao blog e minha convivência na blogosfera: os amigos que eu fiz, as oportunidades que eu tive e principalmente, em descobrir minha real vocação profissional. Foi blogando que eu descobri que eu gostava de escrever e me comunicar com as pessoas, e mais tarde, participando de açíµes, que eu descobri minha vocação para a área de publicidade ”“e daí­ o resto da história vocês já conhecem. Talvez se eu nunca tivesse blogado, estaria em um escritório trabalhando na área de administração de algum hotel infeliz. E não pense que eu sou a única: conheço muita gente que descobriu, blogando, o que queria ser quando crescer. Ou ainda quem percebeu, fazendo layout, que gostava tanto da coisa que acabou virando designer.

Nos últimos meses tenho blogado muito menos do que eu gostaria pela mais pura falta de tempo. Além estar trabalhando bastante (tks God né gente? Trabalhar e ter dim dim no bolso é sempre bom) estou fazendo pós-graduação, então preciso conciliar meu tempo que anda bastante corrido com tudo isso, meu tempo de lazer (que ultimamente virou lenda) e também praticando a arte que eu mais entendo: a de fazer absolutamente nada, ou seja, dormir. Por outro lado, tenho aproveitado os momentos de folga no trabalho para ler alguns blogs fora do circuito moda-beleza, porque confesso que o fato de trabalhar com este segmento me deixou um pouco de saco cheio desse tipo de leitura nos meus momentos off-work.

Por isso, resolvi fazer um Blog Day “de raiz”, seguindo o principal objetivo do tio Nir Ofir: estimular a leitura de blogs fora do circuito que muitos de vocês estão acostumados a ler no Reader. Gente que compartilha vários assuntos de uma maneira única, divertida e principalmente, cheia de paixão <3

Engraçado, divertido e deliciosamente incrí­vel. Essa é algum dos adjetivos que eu associo quando penso no Maçãs Verdes, blog daquela lindja da Mandy Arruda. Sabe aquelas situaçíµes que nós passamos todos os dias mas nunca sabemos como nos expressar? Aquela sensaão meio que indescrití­vel? A Mandy é craque em traduzir esses nossos sentimentos em posts deliciosos. O post sobre o constrangimento de comprar lingeries mais sexies é um bom exemplo disso.

E a Mandy abriu um novo blog, o “E agora, Donna Reed?”, com o dia-a-dia de uma menina prestes a subir ao altar e o desespero de se tornar, dentro outras mil funçíµes, “do lar”. O blog é novinho em folha, mas tem muitas dicas, principalmente sobre organização. Vale também a indicação e a leitura!

O Spicy Vanilla Cinthia do Make Up Atelier e confesso que se eu já amava o de maquiagem, passei a amar ainda mais esse. O foco aqui são as experiências da Cih em viagens e também em restaurantes em São Paulo e em outras partes do mundo, inclusive sobre o casamento dela em Las Vegas. Inspiração define.

E foi graças a Cih e ao Spicy Vanilla que eu conheci a Clau da Che Peccato, que além de ser minha “cupcakera” oficial, virou uma das pessoas mais queridas da minha vida.

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Linha Ultra-Light da Neutrogena

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Você sabe quando a idade começa a chegar quando algumas coisas que não faziam parte da sua rotina começam a aparecer e se acomodarem sem qualquer permissão nas nossas vidas. Contas para pagar, férias 1x por ano (í´ saudades do colégio!), fios brancos e as nada desejáveis rugas. í‰ bem nessas horas que a gente começa a pensar duas vezes nós não éramos felizes o suficiente na adolescência quando nosso único problema de verdade era aquela espinha indesejável na véspera da festinha mais esperada do ano.

Apesar de ter uma genética excelente, confesso que comecei meus cuidados com o envelhecimento ainda muito cedo. Porém, ainda é bem difí­cil encontrar produtos anti-idade para minha idade e até pouco tempo, era obrigada a me contentar com cremes hidratantes para pele oleosa e sempre usar filtro solar antes de sair de casa. Ou pelo menos era.

A Neutrogena mandou aqui para casa os produtos da linha Ultra-Light, que é composta por 4 produtos que ajudam a afastar e adiar o aparecimento das primeiras ruguinhas. Os produtos dessa linha foram criados para atender justamente a minha faixa etária (20 aos 30) e atende todos os tipos de pele!

Neutrogena Ultra-Light Contorno dos Olhos (R$ 36,90): contém glicerina e THPE, que promove a contração e reorganização das células, ajudando a suavizar bolsas, olheiras e as temidas linhas de expressão.

Neutrogena Ultra-Light Hidratante Facial dia FPS 30 (R$ 36,90): em duas versíµes(pele mista a oleosa e normal a seca), o creme é absorvido rapidinho e não deixa a pele oleosa durante a aplicação nem após o uso. Ele ainda contém glicerina, que ajuda a manter a hidratação da pele, e chá verde, que é considerado um poderoso anti-oxidante, nutriente que ajuda a prevenir o envelhecimento das células.

Neutrogena Ultra-Light Hidratante Facial Noturno (R$ 42,90): contém glicerina e uréia, que garantem a hidratação da pele e ácido glicólico, que ajuda na renovação celular ou seja, contribuindo para o combate das primeiras rugas e linhas de expressão.

Comecei a usar desde que eu recebi e de cara já gostei porque a pele fica hidratada sem ficar oleosa, ponto pra eles. Outra coisa que eu gostei bastante é o fato de ter um produto anti-rugas desenvolvido especialmente para esta faixa etária e por um preço bem acessí­vel.

Para outras informaçíµes sobre os produtos da linha, acesse a página da Neutrogena Brasil no Facebook!