diva

Lana Del Rey apenas divando na Vogue Italia

postado em  •  8 comentários

Não sou uma grande admiradora de Lana Del Rey. Confesso que gosto de uma música ou outra como Born To Die e National Anthem, mas existem três coisas que eu devo de admitir: a voz incrí­vel, a beleza e o estilo da moça.

Já disse em um outro post sobre outra diva, a Adele, o quanto eu gosto dessa estética tipo Instagram, meio vintage meio moderna. E mesmo não conquistando meus ouvidos, Lana ganhou meu respeito por essa pegada retro-moderna, tanto nos seus ví­deos quanto no visual. Amo as maquiagens, a cor do cabelo, os penteados ora com voluminho a la Brigitte Bardot, ora solto, de lado e com ondas largas meio Rita Hayworth.

E por esses e outros motivos, estou encantada pelas fotos do ensaio da moça para a Vogue Italia clicado pela maravilhosa Ellen von Unwerth, que é craque capturar essa atmosfera retro.


Continue lendo →

O comeback de Garbage com Blood For Poppies

postado em  •  10 comentários

Sou aquele tipo de pessoa que tem um gosto musical bem eclético, daquelas que tem arquivos e cds de tudo que é gênero. Para mim música boa é aquela que agrada meus ouvidos ou que ao menos me divirta de alguma maneira -e talvez isso justifique o fato de eu também adorar uma música bagaceira. Meu iTunes, por exemplo, é uma verdadeira salada de frutas musical: vai de Britney a Hole, de Killers a Gaiola das Popozudas e Funk a Madonna.

GARBAGE E O COMEBACK MAIS AGUARDADO DE 2012

Mas dentre tantas músicas no meu iTunes e cds nos meus cases, uma banda tem um lugar mais do que especial. Comecei a gostar do Garbage no final dos anos 90, nos áureos tempos de Disk MTV com Sabrina Parlattore, entre um clipe e outro dos meus í­dolos pop da época como Backstreet Boys, Spice Girls e 5ive. A banda estava trabalhando em seu segundo álbum, o Version 2.0, que mesmo sendo um rock com batidas eletrí´nicas, soava para mim como um pop mais maduro. Não demorou muito para não só gostar de assistir os clipes na programação da MTV, mas gravá-los em fita VHS e comprar os álbuns. Virei fã, de acompanhar carreira, de desejar um cabelo ruivo a la Shirley Manson. O nome do meu primeiro domí­nio, o SoLikeaRose.net, é o nome de uma das minhas músicas favoritas da banda e da vida.

Depois de um hiatus de 7 anos, o Garbage anunciou no ano passado que estava trabalhando em um novo álbum de inéditas, que seria lançado neste ano. Desde então, a cada notí­cia e novidade sobre o álbum, eu vibrava e ficava ainda mais ansiosa pelo que viria de novo. E finalmente saiu -e valeu cada segundo de espera.

Blood For Poppies é o primeiro single do álbum Not Your Kind Of People e traz de volta o bom e velho Garbage dos anos 90, aquele que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. De cara, já deu pra sacar que ao menos o single de comeback é uma mistura do rock alternativo que nós conhecemos no Garbage (1996) com algo que lembra um pouco a sonoridade meio pop da faixa Shut Your Mouth do Beautiful Garbage (2001).

Como se não bastasse uma música incrí­vel, do jeitinho que os fãs do Garbage esperavam, a banda lançou hoje o clipe da música, toda trabalhado na vibe retrí´-hipster em preto e branco, que me lembrou bastante dois outros clipes da banda, Queer e Push It, e até um Q de Erotica da Madonna com esse filme B&W meio antiguinho. O resultado não poderia ser outro: amor verdadeiro, amor eterno.

Além de Blood For Poppies, outra música já foi liberada pela banda para acalmar os í¢nimos dos fãs mais afoitos (ou seria para nos deixar mais ansiosos pelo álbum completo? HAHAHA), Battle In Me, que foi lançado como single no Reino Unido, e segue a mesma linha “pesada” do novo Garbage.

Agora resta torcer para que Shirloca & Cia venham para o Brasil com a nova tour que deverá começar em breve e para que eu possa enfim ver a minha banda favorita de perto :D

PS: Shirley, compartilha aí­ qual água cê tá bebendo para não envelhecer nunca e ficar mais bonita a cada ano que passa.

Madonna Gone Wild -e eu tô amando!

postado em  •  9 comentários

Gosto da Madonna desde que eu me entendo por gente. Lá em casa, meus pais sempre ouviram e admiraram sua carreira, inclusive nos momentos mais polêmicos. Lembro como se fosse hoje a primeira passagem da rainha pelo Brasil durante a tour The Girlie Show, para a divulgação do, seu talvez álbum mais polêmico, Erotica, que também foi meu primeiro LP de gente grande. Tinha lá pelos meus 5, 6 anos, não entendia absolutamente nada das letras, mas por algum motivo suas músicas me encantavam tanto quanto Xuxa, Paquitas, Trem da Alegria e outros artistas infantis. Mas vamos combinar uma coisa: que menina nunca sonhou em ser uma popstar poderosa como Madge em algum momento da vida?

MADONNA FAZENDO CARINHA QUE ESTí GOSTANDO DEMAIS

Os anos passaram, e minha admiração pela rainha continuaram, mas sempre com um olhar para o passado. Dos últimos trabalhos, confesso que o único que eu tenho um carinho especial é o Ray Of Light, de 1998, e ainda estava longe de ser AQUELA Madonna. Nesses 18 anos que separaram a Old Madonna de Human Nature, música em que ela pergunta ironicamente “Did I say something wrong? Oops, I didn’t know I couldn’t talk about sex” no seu primeiro album após sua fase mais dirrrty (Erotica + o polêmico livro Sex), o Bedtime Stories, da new Madonna de MDNA muita coisa aconteceu. Madonna deu a luz a duas crianças, adotou outra, casou (e se separou anos depois), deixou o sexo quase que pansexual de lado e incluiu a Kabbalah e Yoga no seu novo estilo de vida, bateu de frente com o Bush, fez confissíµes na pista da buatchy e fazendo a Lu Patinadora, encarnou uma personagem “Maddafoca”, veio pro Brasil (e eu fui!), cometeu ~incesto~ e namorou Jesus (aquele que também alcança o milagre nas Pick Ups mundo a fora), ficou morena, ruiva, voltou para o loiro, lançou um filme. Madonna foi muitas mulheres em uma só, encarnou os mais diversos personagens, sempre fazendo jus a sua fama de camaleoa. Mas enfim ela voltou ao papel que os fãs adoram: o da mulher cheia de personalidade, atitude e com um pezinho no vulgar… a boa e velha Madonna Bitch.

MDNA trouxe um pouco da Madonna que eu sentia falta nos últimos trabalhos, com exceção do Confessions, com letras divertidas e aquela pegada pop dançante que dá vontade da gente dançar alucinadamente na buatchy ou no quarto quando ninguém estiver olhando, coisas que só a titia do pop sabe fazer como ninguém. Se Give All Your Luvin”™ havia me deixado com uma impressão totalmente equivocada do que viria por aí­, mesmo me simpatizando com o single, faixas como Gang Bang (diga-se de passagem, minha favorita!), Turn Up The Radio e I”™m Addicted já fizeram o álbum inteiro compensar. E para completar seu comeback para o trono-mor do POP, Girl Gone Wild com aquele clipe lindo e maravilhoso, cheio de referências de clipes da sua época de ouro como Vogue, Erotica e Human Nature, mostrando que aquela Madonna está de volta de onde nunca deveria ter saí­do.

E como tá linda né? Claro que Madge conta com um mega aparato de beauté, algumas plásticas e outras intervençíµes estéticas, mas vamos combinar que ela está deslumbrante e, me arrisco em dizer até mais bonita do que quando tinha seus trinta e poucos. Diga-se de passagem, amei o cabelão com topetinho e a maquiagem básica com delineador e batom cor de boca no clipe de GGW. Já pode copiar o combo para a balada semana que vem? :D

Agora é só esperar dezembro para que ela cumpra a promessa que ela fez no show de 2008 e reforçou no chat de ontem no Facebook de passar com sua nova tour aqui no Brasil. E dessa vez juro que vou de VIP <3 PS: A Universal lançou um hotsite especial do MDNA para os fãs brasileiros e ficou tão divo quanto a rainha do pop, obra do amigue André Pacheco do Vestiário. Puxo luxo e glamour!

Beyoncé Way Of Life

postado em  •  19 comentários

Poucas mulheres no atual cenário musical merecem e fazem jus ao tí­tulo de diva e o direito de portar um ventilador próprio 24h como Beyoncé. Pode vir Gaga, Rihanna, Britney, Aguilera, Katy Perry e até mesmo a rainha Madonna: nenhuma consegue superar Queen B no quesito luxo, poder, glamour, plumas e cabelos ao vento.

Agora imaginem se Beyoncé encarnasse o mesmo papel de diva que ela encarna nos clipes e performances na vida real? Pensando nisso, as comediantes do The Katydids fizeram um ví­deo mostrando mulheres encarnando o “Beyoncé Way Of Life” na vida real, fazendo caras e bocas e coreografias em várias situaçíµes do nosso dia-a-dia, como no supermercado, jantando com o pretê ou no trabalho. O resultado não poderia ser outro: hilariante!

I die, apenas! Imagina você indo no mercado e Pí, coreografia de Crazy In Love, ou sentindo aquele frescor e cabelos ao vento em dias de calor como os que a gente andou passando nas últimas semanas, sem suar no bigodinho nem na testa? D-I-V-A!

Agora o que será que a mamãe de Blue Ivy Carter tem a dizer sobre tudo isso?

NA NA NA DIVA IS A FEMALE VERSION OF A HUSTLA

Te dedico Maraisa, a linda, a nossa Beyonce do Be8! A dica veio do Blue Bus.