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Whitney e a carência de divas e músicas para a eternidade

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MAIS UMA DIVA DEIXANDO O Cí‰U MAIS ESTRELADO

Algumas das coisas boas que eu aprendi a apreciar musicalmente foram ouvindo o que meus pais costumavam ouvir em casa. Madonna por exemplo, foi a minha primeira artista “adulta” favorita e olha que eu tinha lá pelos meus 6 anos quando comecei a gostar, no ápice da sua fase bitch. E também sempre teve espaço para as grandes divas. Cresci ouvindo alguns dos clássicos das grandes divas dos anos 90 em alto em bom som por influência dos meus pais, mas despertei minha paixão por elas lá pelos meus 13, 14 anos. Nessa época, era bem fã da Mariah Carey, que me levou a ouvir outras coisas no mesmo estilo que ela, como a Whitney.

Quem tem lá pelos seus vinte e poucos anos deve lembrar das mães se acabarem de tanto chorar assistindo O Guarda Costas, dos grandes duetos e especiais como o Divas Live. E com certeza deve ter entrado na valsa de 15 anos de uma das suas melhores amigas com seu par embalada por alguma dessas vozes. Na minha festa, apesar de não ter sido nos moldes tradicionais, Whitney estava lá com It’s Not Right But It’s Ok, um dos hits do comecinho dos anos 2000, mas perdi a conta de quantas amigas e conhecidas vi entrarem ao som de I Will Always Love You ou Greatest Love Of All.

Confesso que não sou fã da Whitney como fui da Mariah por exemplo, mas é impossí­vel não lamentar a perda de mais uma voz que fez parte das nossas vidas em algum momento delas. E tão triste como a perda de vozes poderosas como a da Amy no ano passado e este ano da Etta James e agora Whitney, é ver que estamos ficando cada vez mais carente de grandes í­cones da música, de hinos e de músicas para a eternidade. Músicas como essas que passam de pai para filho, assim como meus pais passaram para mim o gosto por artistas como Whitney.

PS: esse não era o comeback que eu gostaria de fazer no blog depois de semanas sem atualizar, mas como fã da boa música pop e de uma “velhinha”, me dei este direito. E sim, amanhã as atualizaçíµes voltam ao ritmo normal, amém.

Feliz Natal! :D

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MINI-BORBOLETA FELIZ NO NATAL 1991 FT. PAPAI "TITIA" NOEL

A gente sempre vê o Natal pelo lado do consumo, da troca de presentes e não pela simbologia que esta data atrás de tudo isso. Claro, não vou ser hipócrita de dizer o quanto é legal ganharmos presente, sermos lembrados por alguém. Mas tão importante e legal quanto isso é estar ao lado das pessoas que a gente ama de verdade.

Não importa se sua tia apertará suas buchechas dizendo “nossa como você cresceu”, se vão cobrar mais uma vez a presença do seu namorado na ceia, se vão perguntar se você já está de casamento marcado, quantas vezes vão fazer a piada do “é pavê ou pra comꔝ na hora da sobremesa ou ainda os inúmeros trocadilhos envolvendo peru e rabanada. Divirta-se, dê risada, faça piadas e trocadilhos clichês, entre no clima. Tire as uvas passas da farofa, o abacaxi do peru. Não tenha medo de ser feliz e de compartilhar este momento ao lado de pessoas tão especiais.

Então aproveite esta data. Dê um abraço nos seus pais, nos seus tios, nos seus primos, nos seus avós, reforce o quanto eles são importantes e fundamentais na sua vida. Peça perdão, faça as pazes. Ligue ou mande SMS para seus melhores amigos e diga o quanto eles são especiais :)

Feliz Natal para vocês!

Bem vinda, Lilly

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Há pouco mais de 2 meses eu vivia um dos dias mais tristes da minha vida e contava aqui no blog. Quando a Jully morreu nos meus braços, perdi completamente o rumo de tudo e sem nenhum exagero, era uma parte de mim que estava indo embora naquele momento. Jully foi a minha grande companheira no final da minha infí¢ncia, começo da adolescência e viu eu me tornar adulta. Enxugou minhas lágrimas das minhas brigas com meus pais, relacionamentos frustrados, amores não correspondidos. E também era minha companheira nos momentos de alegria ou do absoluto nada para fazer: a presença dela já era o suficiente para me fazer uma pessoa mais feliz.

Jully foi muito especial não só para mim, quanto para a minha famí­lia inteira. Desde de sua partida, o comentário mais comum da famí­lia era “que saudades daquela cachorra”. E o que era dor, virou saudades e com ela, um vazio. Um vazio que só quem sempre conviveu com bichos sabe o que é. Logo nos primeiros dias, alguns amigos me recomendaram a adoção de outra cadelinha, mas eu preferi esperar. Queria que a dor passasse, que a saudade ficasse e que meu coração estivesse livre para me apaixonar por outro bichinho da forma que ele fosse, não como um “tapa-buraco”. E assim como a Belly e a Jully, queria que a paixão fosse a primeira vista sabe? Então.

Há umas 3 semanas, mais conformada, decidi que era a hora de procurar um cãozinho para adotar. Comecei a saga avisando alguns amigos protetores independentes (eles resgatam, tratam e encaminham para adoção) e visitando sites de ONGs para ver datas de feiras de adoção e fotos de possí­veis candidatos. Nesse meio tempo, foram 5 tentativas e todas sem qualquer sucesso. Até que na segunda-feira, minha tia que também adora cachorros e conhece muitos protetores, me liga falando que havia uma cachorrinha mais ou menos nas caracterí­sticas que eu procurava para adoção: fêmea, porte pequeno, SRD e muito carinhosa. Marquei de visitar a protetora na quarta e foi amor instantí¢neo, a primeira vista. Só conseguia olhar para ela e dizer: filha, filha, filha :D

Foi assim que Lilly surgiu na minha vida: de uma forma inesperada mas instantí¢nea, intensa, como os amores devem ser. Só sei que peguei a pequena no colo e alguns minutos depois, voltava com a minha nova companhia para casa.

Assim como grande parte (para dizer todos) os animais a espera de um lar, a história da Lilly (que antes chamava Bolinha) não é das melhores. Apesar de ter apenas 8 meses, ela já passou por 2 casas. A primeira dona, que cuidava direitinho dela, era uma senhorinha que faleceu algumas semanas depois do nascimento dela. O segundo dono foi o genro desta senhorinha, que a deixava acorrentada durante todo o dia e não dava água nem comida para ela. Foi graças a uma denúncia que esta protetora resgatou a Lilly. Mas como já diria Florence, “dog days are over” (#trocadalhos) e ela enfim poderá ter uma vida digna e cheia de amor e carinho.

Apesar do trauma anterior, a Lilly tem se adaptado super bem a nova famí­lia e rotina. Ela é extremamente carinhosa, daquelas que pulam no sofá e deitam no colo sem que você peça (amo!), de fazer festa quando você chega em casa a ponto de até ir se rastejando te encontrar, depois sair rolando no chão e por fim, pular pedindo colo. Desde quarta não consigo fazer outra coisa nas horas de folga que não seja estar com ela.

 

 

 

 

 

 

Só sei de uma coisa: tí´ apaixonada por ela, Brasyl. Sou definitivamente uma pessoa completa novamente. Tô muito muito muito muito feliz mesmo! E tenhocerteza que a Jully e a Belly estão felizes também, mandando muita energia boa para a Lilly de alguma nuvem fofinha do céu dos animais :D

E se você está a procura de uma companhia, seja um cachorro ou um gatinho, pense 2x antes de comprar um animal. Existem muitos bichinhos lindos (a Jully e a Lilly tão aí­ para provar isso!), fofos e muito carinhosos a espera de um lar em ONGs e CCZ municipais. Além de você garantir uma companhia fiel par a sua vida, você ainda salva uma vida -como já diria Selune e Giu, duas grandes amigas e alocas dos bichos, sobre a adoção de animais!

Pense nisso :)

Lista5: minhas músicas favoritas do Queen

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Dizem por aí­ que nós formamos nosso gosto musical de acordo com o que nossos pais costumavam ouvir quando nós éramos pequenos. Aqui em casa, isso é uma verdade em partes: pais são bem ecléticos, daqueles que gostam de música boa sem rótulos. Apesar de nossos gostos não serem tão compatí­veis, algumas das coisas que eles ouviam quando eu pequena fazem parte hoje, vinte e poucos anos depois, no meu iPod.

O Queen é uma das bandas que eu automaticamente associo principalmente ao meu pai, que sempre foi admirador das músicas e principalmente da voz do saudoso divo Freddie Mercury. Lembro que How Can I Go On, dueto dele com Montserrat Cabaret, era uma das trilhas sonoras diárias na vitrola lá de casa. Quando meus pais compraram o primeiro aparelho que tocava CD, um dos primeiros álbuns comprados foi justamente um greatest hits do Queen, que anos depois surrupiei para mim.

Não me considero uma fã de Queen, mas uma profunda admiradora da banda e do talento de Freddie não só por sua voz, mas principalmente por sua presença de palco e estilo inconfundí­veis, icí´nicos – ou vai dizer que quando você vê a moda do bigodinho não lembra automaticamente dele?

O DEUSO, O MUSO, O íCONE

Ouvindo Queen e conhecendo a trajetória da banda, a gente consegue entender porque Freddie e sua banda influenciaram tantos artistas que admiramos hoje, embora a maioria não tenha acompanhado, assim como eu e você, de perto o auge. O nome artí­stico da Lady Gaga por exemplo, veio da música Radio Ga Ga. Olhar o Brandon Flowers, suas performances e ouvir as músicas do The Killers e não associar de alguma forma ao Queen e ao Freddie também é quase impossí­vel.

Hoje, dia 5 de setembro, Freddie comemoraria 65 anos se estivesse vivo. Por isso, resolvi fazer um momento “Vitrola Velha” aqui no blog fazendo um TOP 5 das minhas músicas favoritas do Queen. Porque começar a semana com música boa, mesmo que empoeiradinha, não faz mal a ninguém ;)

01- I Want To Break Free

Como se não bastasse a música incrí­vel, no clipe Freddie aparece vestido de dona de casa aspirando o tapete. Tem como não amar? <3

02- Under Pressure

Quando um deuso (Freddie) encontra outro deuso (Bowie). Preciso explicar mais alguma coisa?

03- Radio Ga Ga

Ouvindo dá para entender porque a Lady Gaga é tão boa assim :D

04- We Will Rock You

Hino. Regravado por 5ive e depois pelas divas pop Britney, Beyoncé e Pink para o comercial da Pepsi.

05- Bohemian Rhapsody

Clássico do Queen. í‰ quase impossí­vel falar de Queen e não lembrar de Bohemian Rhapsody. A música é tão clássica que ganhou um cover super fofo dos The Muppets. Coisa mais linda do mundo:

E falando em homenagens, o Doodle de hoje no Google é um dos mais lindos e geniais EVER, com uma animação de Freddie para a música Don’t Stop Me Now com alguns flashes de momentos icí´nicos do divo. Tem como não amar? :D