girl gone wild

Madonna Gone Wild -e eu tô amando!

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Gosto da Madonna desde que eu me entendo por gente. Lá em casa, meus pais sempre ouviram e admiraram sua carreira, inclusive nos momentos mais polêmicos. Lembro como se fosse hoje a primeira passagem da rainha pelo Brasil durante a tour The Girlie Show, para a divulgação do, seu talvez álbum mais polêmico, Erotica, que também foi meu primeiro LP de gente grande. Tinha lá pelos meus 5, 6 anos, não entendia absolutamente nada das letras, mas por algum motivo suas músicas me encantavam tanto quanto Xuxa, Paquitas, Trem da Alegria e outros artistas infantis. Mas vamos combinar uma coisa: que menina nunca sonhou em ser uma popstar poderosa como Madge em algum momento da vida?

MADONNA FAZENDO CARINHA QUE ESTí GOSTANDO DEMAIS

Os anos passaram, e minha admiração pela rainha continuaram, mas sempre com um olhar para o passado. Dos últimos trabalhos, confesso que o único que eu tenho um carinho especial é o Ray Of Light, de 1998, e ainda estava longe de ser AQUELA Madonna. Nesses 18 anos que separaram a Old Madonna de Human Nature, música em que ela pergunta ironicamente “Did I say something wrong? Oops, I didn’t know I couldn’t talk about sex” no seu primeiro album após sua fase mais dirrrty (Erotica + o polêmico livro Sex), o Bedtime Stories, da new Madonna de MDNA muita coisa aconteceu. Madonna deu a luz a duas crianças, adotou outra, casou (e se separou anos depois), deixou o sexo quase que pansexual de lado e incluiu a Kabbalah e Yoga no seu novo estilo de vida, bateu de frente com o Bush, fez confissíµes na pista da buatchy e fazendo a Lu Patinadora, encarnou uma personagem “Maddafoca”, veio pro Brasil (e eu fui!), cometeu ~incesto~ e namorou Jesus (aquele que também alcança o milagre nas Pick Ups mundo a fora), ficou morena, ruiva, voltou para o loiro, lançou um filme. Madonna foi muitas mulheres em uma só, encarnou os mais diversos personagens, sempre fazendo jus a sua fama de camaleoa. Mas enfim ela voltou ao papel que os fãs adoram: o da mulher cheia de personalidade, atitude e com um pezinho no vulgar… a boa e velha Madonna Bitch.

MDNA trouxe um pouco da Madonna que eu sentia falta nos últimos trabalhos, com exceção do Confessions, com letras divertidas e aquela pegada pop dançante que dá vontade da gente dançar alucinadamente na buatchy ou no quarto quando ninguém estiver olhando, coisas que só a titia do pop sabe fazer como ninguém. Se Give All Your Luvin”™ havia me deixado com uma impressão totalmente equivocada do que viria por aí­, mesmo me simpatizando com o single, faixas como Gang Bang (diga-se de passagem, minha favorita!), Turn Up The Radio e I”™m Addicted já fizeram o álbum inteiro compensar. E para completar seu comeback para o trono-mor do POP, Girl Gone Wild com aquele clipe lindo e maravilhoso, cheio de referências de clipes da sua época de ouro como Vogue, Erotica e Human Nature, mostrando que aquela Madonna está de volta de onde nunca deveria ter saí­do.

E como tá linda né? Claro que Madge conta com um mega aparato de beauté, algumas plásticas e outras intervençíµes estéticas, mas vamos combinar que ela está deslumbrante e, me arrisco em dizer até mais bonita do que quando tinha seus trinta e poucos. Diga-se de passagem, amei o cabelão com topetinho e a maquiagem básica com delineador e batom cor de boca no clipe de GGW. Já pode copiar o combo para a balada semana que vem? :D

Agora é só esperar dezembro para que ela cumpra a promessa que ela fez no show de 2008 e reforçou no chat de ontem no Facebook de passar com sua nova tour aqui no Brasil. E dessa vez juro que vou de VIP <3 PS: A Universal lançou um hotsite especial do MDNA para os fãs brasileiros e ficou tão divo quanto a rainha do pop, obra do amigue André Pacheco do Vestiário. Puxo luxo e glamour!