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O Guia Definitivo da Dignidade em Festivais

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Faltando pouco mais de uma semana para o Lollapalooza (VEMNIMIM BRANDON!), começam a pipocar várias matérias e posts com dicas do que vestir nos eventos. O problema é que a maior parte destes looks inspiradores são pautados em escolhas das celebridades (ou não) gringas em festivais como Coachella e Glastonbury.

ESSE DIA FOI FODA!

ESSE DIA FOI FODA!

Os looks são lindos e inspiradores, mas vamos combinar que não dá para copiar. Na hora de citar como inspiração, muitos se esquecem que as celebridades ficam em camarotes ou em áreas limitadas destinada aos VIPs, com direito a comidinhas, bebidas e bons puffs e sofás para relaxar quando o cansaço bater.

Em outras palavras, as celebridades e VIPs podem se dar ao luxo de irem com vestidos e saias longas, botinhas de salto médio, mini-saias e outras peças que seriam pouco funcionais e confortáveis em circunstâncias de pessoas normais. Claro que isso não significa que você vai vestir sua pior roupa e ir cagadí­ssima para o festival, mas garanto para você que dá pra manter o estilo e principalmente a dignidade, sem abrir mão do conforto depois de algumas horas em pé.

Baseado em fatos reais e por pessoas normais como euzinha e meus amigos, fiz um compilado de dicas que podem ser boas alternativas para você curtir horas de show arrasando no modelão e sem maiores transtornos.

#01- Vá de shorts jeans

É confortável, é básico e ao mesmo tempo, cheio de estilo. Mesmo com as peças de outono/inverno invadindo vitrines e araras, é fácil encontrar a peça inclusive em grandes redes de fast fashion como Renner e C&A, que estão apostando numa linha mais rocker. Portanto, aproveite a tendência para se jogar nas opções com spikes, pirâmides e tachas. Em algumas lojas, ainda dá para encontrar versões tie-dye, que são bem bonitinhas e divertidas.

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Tá sem grana? Não encontra um shorts do jeito que você quer? Não tem problema: pega aquela calça jeans velhinha que está encostada no armário e transforme em um belí­ssimo shorts. E a customização não para por aí­: dá para aplicar spikes e studs, ou ainda, fazer o efeito tie dye em casa.

#02- Usando saias e vestidos

Quer usar saia ou vestido curto? Se garanta com um shorts por baixo, de jeans ou desses tipo de ginástica. Assim, você evita o constrangimento de no meio da multidão, seu vestido subir e você pagar um mico daqueles.

Já sobre os vestidos e saias longas, não recomendo por motivos de: você pode tropeçar neles no meio da muvuca e acabar caindo.

#03- Legging para os dias frios

Você foi, pensou no look, mas bem no dia do show esfriou? Vá de legging. E nem precisa ser aquelas pretas sem gracinhas: as araras de lojas estão cheias delas com estampas e texturas bem bacanas como as listradas, galaxy, desenhos e a já clássica wet. Daí­ é só escolher uma camiseta mais compridinha para tampar o popó + ~camel toe~, um tênis bacana e pronto!

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Não curte legging? Vá com uma boa e velha calça skinny jeans, de preferência, a mais confortável delas.

#04- Camisetas divertidas ou de banda

Sei que algumas pessoas acham cafona ir à algum show e usar a camiseta do artista que estará se apresentando -mas fuck the police, eu amo. E não só adoro essa moda das camisetas de banda, como tenho algumas que eu uso inclusive no dia-a-dia. Minhas lojas favoritas de camiseta de banda são a Fock (já vem tudo surradinho, coisa linda <3), Conto do Vigário (para quem curte mais larguinha, a unissex é amor!) e a Reverb City, que tem camisetas de algumas bandas que vão se apresentar no Lolla, com estampas ilustradas e bem lindas.

AS CAMISETAS LINDONAS DA REVERBCITY

AS CAMISETAS LINDONAS DA REVERBCITY

Para quem não curte camisetas de banda, outra opção são camisetas com frases e estampas divertidas. Se você não sabe aonde encontrá-las, recomendo dar uma olhadinha na Korova, que tem camisetas com estampas bem bacanas, malha das boas e modelagem mais compridinha e um preço bem OK (nem caro, nem super barato).

#05- Abuse das Camisas

Usar xadrez em festivais de rock é outro clichê, mas vamos combinar que a estampa ajuda a garantir um visual mais descolado e descontraído. Dá para combinar com um shorts + camiseta ou regata mais larguinha e usar desabotoada. Esquentou? É só tirar e amarrar na cintura.

Não é muito chegada ao xadrez? Batas, e camisas soltinhas ou jeans também são boas opçíµes. Mas, por via das dúvidas, vá com uma outra blusinha mais fresca por baixo.
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Como eu me sinto: no transporte público

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Ah a segunda-feira! Hora de retomar a rotina diária e… se estressar. Depender de transporte público tem lá suas vantagens, mas conviver nele diariamente sem passar por ~apuros~ é uma arte. E como se não bastasse o transito e a má qualidade do transporte público (menos do metrí´, que é amor vdd amor eterno), ainda tem o fator conví­vio com outras pessoas que nem sempre, tem a mesma educação que a gente.

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Por isso, baseado no meu dia-a-dia de í´nibus, trem e metrí´, fiz uma seleção de coisas que mais me irritam e/ou me deixam constrangida no transporte público inspirada nos geniais tumblrs “Como Eu Me Sinto Quando” e “Classe Média Sofre”, tendo como personagem principal a nossa musa dos gifs, Neidinha!.

#01: Quando encontro algum conhecido e não quero socializar

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Se “fazer a egipcia” fosse esporte olí­mpico, certamente eu seria campeã. Não que eu não goste de conversar ou encontrar com as pessoas, mas é que convenhamos rola toda uma preguiça de ser simpática e socializar nas primeiras horas da manhã. í‰ claro que, uma hora ou outra, você vai encontrar quem você não gostaria de encontrar na rua, como ex-namorados/peguetes/cunhados, amigos do colégio que você não vê há anos e que conseguem ser piores que as tias que perguntam dos namorados no Natal.

A solução? Leve sempre na bolsa seu iPod devidamente carregado, fone de ouvido e se possí­vel, um livro, revista ou, na pior das hipoteses, destraia-se lendo os últimos tweets na sua timelinda.

#02: Quando a egipcia não funciona e a pessoa vem falar comigo

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Ai não tem jeito né? Se a pessoa for querida (ou ao menos suportável), ainda rola algum entendimento e a conversa pode acabar sendo boa. Agora se for alguém não tão desejável assim, o que resta é apelar para a boa e velha conversa monossilábica no melhor estilo Guru do Gugu.

#03: Quando um estranho começa a conversar comigo

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Como eu já disse ali, sou blasé pela manhã e odeio socializar, mas isso fica meio impossí­vel principalmente quando você pega í´nibus no mesmo ponto e no mesmo horário todos os dias: inevitavelmente alguém vai começar a se sentir í­ntimo o suficiente para puxar conversa com você pelo simples fato de vocês se encontrarem todos os dias. Até aí­, nenhum problema. O problema é quando a pessoa começa a querer saber aonde você mora, o que você faz da vida, aonde você trabalha e começar a compartilhar os dramas da vida como se fossem amigos de infí¢ncia. Apenas não.

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#Destino: Londres – O que fazer (de graça!) pt II

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Como eu disse no último post do Guia de Londres (tá acabando, eu juro!), uma das coisas mais legais da cidade é a opção de programas gratuitos que a cidade oferece. A maior parte dos nossos passeios durante a nossa estadia foi a custo 0 e por isso, selecionei o de mais bacana para compartilhar com vocês!

Para ler a primeira parte do Guia LDN de Graça, clique aqui.

St. James Park

St James”™s Pk St. James Station

O St. James Park, que fica em frente ao Palácio de Buckingham é um dos parques reais mais bonitos de Londres, com direito a lago, patos nadando e esquilos correndo pelo gramado <3

Além disso, tem uma ponte que proporciona 2 vistas aburdamente lindas: de um lado, o Palácio de Buckingham (foto acima). Se você olha para o outro, o Palácio de St. James e mais ao fundo, a London Eye.
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Destino: Londres – Alimentação

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Comer bem na terra da rainha é uma tarefa praticamente impossí­vel. Quer dizer, não tão impossí­vel assim, mas bem perto disso -e é por isso que ganhou um post especí­fico para compartilhar as dicas “cazamiga”.

A Inglaterra não é um paí­s de tradiçíµes gastroní´micas como seus vizinhos França e Itália. Com excessão do tradicional chá inglês (e a pausa da rainha í s 5 p.m para seu tradicional chá), não existe nenhum “alimento” tí­pico. Ou melhor tem: é Fish and Fries, ou seja, peixe frito e batata frita. Isso mesmo meus amigos, sem nenhum arroz, saladinha ou molho vinagretchen como acompanhamento. Fritura + fritura e só. Não sei vocês, mas por mais junkie way of life que eu seja, mas não sou muito chegada em fritura. O cheiro até dava uma vontadezinha, mas como sei que meu fí­gado não aguenta tanta emoção, passei. Além disso, morro de medo de comer coisas fora de casa e imagina isso num paí­s que você não conhece, com temperos e modos de preparo que você também desconhece?
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