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Moda, as divas pop e a evolução do estilo

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Com certeza, você já reparou o quanto a moda e música andam juntos. Além do estilo musical quase sempre definir a forma com que aquela pessoa se veste ou a tribo que ela pertence, algumas bandas e cantores também influenciam não só o guarda-roupa de seus admiradores mas também a moda como um todo. E isso também serve para alguns dos personagens mais icí´nicos do cinema.

Para celebrar o estilo de alguns í­cones pop ao longo dos anos e divulgar a linha de styling para cabelos, a Garnier francesa lançou o ví­deo “Evolution Of Style”, que mostra em um pouco mais de 1 minuto, os visuais mais marcantes da música ”“e também do cinema.

O resultado? Dá o play no ví­deo:

Consegui, de primeira, acertar todos os visuais icí´nicos. E você, quantos identificou? :D

(via Don’t Skip)

O comeback de Garbage com Blood For Poppies

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Sou aquele tipo de pessoa que tem um gosto musical bem eclético, daquelas que tem arquivos e cds de tudo que é gênero. Para mim música boa é aquela que agrada meus ouvidos ou que ao menos me divirta de alguma maneira -e talvez isso justifique o fato de eu também adorar uma música bagaceira. Meu iTunes, por exemplo, é uma verdadeira salada de frutas musical: vai de Britney a Hole, de Killers a Gaiola das Popozudas e Funk a Madonna.

GARBAGE E O COMEBACK MAIS AGUARDADO DE 2012

Mas dentre tantas músicas no meu iTunes e cds nos meus cases, uma banda tem um lugar mais do que especial. Comecei a gostar do Garbage no final dos anos 90, nos áureos tempos de Disk MTV com Sabrina Parlattore, entre um clipe e outro dos meus í­dolos pop da época como Backstreet Boys, Spice Girls e 5ive. A banda estava trabalhando em seu segundo álbum, o Version 2.0, que mesmo sendo um rock com batidas eletrí´nicas, soava para mim como um pop mais maduro. Não demorou muito para não só gostar de assistir os clipes na programação da MTV, mas gravá-los em fita VHS e comprar os álbuns. Virei fã, de acompanhar carreira, de desejar um cabelo ruivo a la Shirley Manson. O nome do meu primeiro domí­nio, o SoLikeaRose.net, é o nome de uma das minhas músicas favoritas da banda e da vida.

Depois de um hiatus de 7 anos, o Garbage anunciou no ano passado que estava trabalhando em um novo álbum de inéditas, que seria lançado neste ano. Desde então, a cada notí­cia e novidade sobre o álbum, eu vibrava e ficava ainda mais ansiosa pelo que viria de novo. E finalmente saiu -e valeu cada segundo de espera.

Blood For Poppies é o primeiro single do álbum Not Your Kind Of People e traz de volta o bom e velho Garbage dos anos 90, aquele que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. De cara, já deu pra sacar que ao menos o single de comeback é uma mistura do rock alternativo que nós conhecemos no Garbage (1996) com algo que lembra um pouco a sonoridade meio pop da faixa Shut Your Mouth do Beautiful Garbage (2001).

Como se não bastasse uma música incrí­vel, do jeitinho que os fãs do Garbage esperavam, a banda lançou hoje o clipe da música, toda trabalhado na vibe retrí´-hipster em preto e branco, que me lembrou bastante dois outros clipes da banda, Queer e Push It, e até um Q de Erotica da Madonna com esse filme B&W meio antiguinho. O resultado não poderia ser outro: amor verdadeiro, amor eterno.

Além de Blood For Poppies, outra música já foi liberada pela banda para acalmar os í¢nimos dos fãs mais afoitos (ou seria para nos deixar mais ansiosos pelo álbum completo? HAHAHA), Battle In Me, que foi lançado como single no Reino Unido, e segue a mesma linha “pesada” do novo Garbage.

Agora resta torcer para que Shirloca & Cia venham para o Brasil com a nova tour que deverá começar em breve e para que eu possa enfim ver a minha banda favorita de perto :D

PS: Shirley, compartilha aí­ qual água cê tá bebendo para não envelhecer nunca e ficar mais bonita a cada ano que passa.

Whitney e a carência de divas e músicas para a eternidade

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MAIS UMA DIVA DEIXANDO O Cí‰U MAIS ESTRELADO

Algumas das coisas boas que eu aprendi a apreciar musicalmente foram ouvindo o que meus pais costumavam ouvir em casa. Madonna por exemplo, foi a minha primeira artista “adulta” favorita e olha que eu tinha lá pelos meus 6 anos quando comecei a gostar, no ápice da sua fase bitch. E também sempre teve espaço para as grandes divas. Cresci ouvindo alguns dos clássicos das grandes divas dos anos 90 em alto em bom som por influência dos meus pais, mas despertei minha paixão por elas lá pelos meus 13, 14 anos. Nessa época, era bem fã da Mariah Carey, que me levou a ouvir outras coisas no mesmo estilo que ela, como a Whitney.

Quem tem lá pelos seus vinte e poucos anos deve lembrar das mães se acabarem de tanto chorar assistindo O Guarda Costas, dos grandes duetos e especiais como o Divas Live. E com certeza deve ter entrado na valsa de 15 anos de uma das suas melhores amigas com seu par embalada por alguma dessas vozes. Na minha festa, apesar de não ter sido nos moldes tradicionais, Whitney estava lá com It’s Not Right But It’s Ok, um dos hits do comecinho dos anos 2000, mas perdi a conta de quantas amigas e conhecidas vi entrarem ao som de I Will Always Love You ou Greatest Love Of All.

Confesso que não sou fã da Whitney como fui da Mariah por exemplo, mas é impossí­vel não lamentar a perda de mais uma voz que fez parte das nossas vidas em algum momento delas. E tão triste como a perda de vozes poderosas como a da Amy no ano passado e este ano da Etta James e agora Whitney, é ver que estamos ficando cada vez mais carente de grandes í­cones da música, de hinos e de músicas para a eternidade. Músicas como essas que passam de pai para filho, assim como meus pais passaram para mim o gosto por artistas como Whitney.

PS: esse não era o comeback que eu gostaria de fazer no blog depois de semanas sem atualizar, mas como fã da boa música pop e de uma “velhinha”, me dei este direito. E sim, amanhã as atualizaçíµes voltam ao ritmo normal, amém.

Clássicos de Hollywood em versão zumbi

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Já imaginou que louco se personagens clássicos do cinema fossem possuí­dos pelo rí­tmo Ragatanga virassem zumbis?

Apaixonado pelo tema, o ilustrador Matt Busch lançou o “Hollywood is Dead”, um projeto que transforma posters de clássicos do cinema e da animação em versíµes mortos-vivos. A idéia das ilustraçíµes surge a partir de uma lenda criada pelo próprio Matt, que diz que infeccioso virus se espalhou por Los Angeles, fazendo com que os maiores sucessos de Hollywood fossem mortos e posteriormente reanimados, desta vez em forma de corpos apodrecidos e com fome de carne e cérebros.

O resultado são posters extremamente divertidos, criativos e adoravelmente sanguinários -no melhor dos sentidos, se é que vocês me entendem.

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