Lana Del Rey

Covers da BBC1 que são tão bons quanto os originais

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Quem nunca sonhou ver sua banda favorita cantando a música do momento ou aquela outra que você adora? Ou ainda, ouviu uma música e imaginou outro artista cantando?

covers

Preciso confessar que eu adoro covers e sou viciada principalmente, nas versíµes que surgem durante o BBC Radio 1 Live Lounge, um programa da rádio BBC que convida artistas para apresentar as versíµes de suas músicas de forma ~desplugada~ e de quebra, dar uma palhinha com o cover de algum hit de outra banda ou cantor. E tenho certeza que você já deve ter visto algum destes covers passando pela timelinda ou até mesmo, amou e compartilhou com os amigos.

Por isso, fiz uma seleção dos meus 10 covers favoritos da BBC1 (+2 de brinde! hihihi) para você amar tanto quanto as versíµes originais <3.

#01- Miley Cyrus, Summertime Sadness (Lana Del Rey)

O que dizer de Mileyzinha, que vem se superando cada dia mais em todos os sentidos? Confesso que até pouco tempo atrás, tinha muita preguiça dela. Mas bastou ela lançar um álbum maravilhoso para que ela ganhasse meu coração e virasse a minha popstar favorita desta nova safra.

Uma prova disso é esse cover maravilhoso de Mileyzinha para um dos grandes hits da Laninha. Ou vai dizer que “Summertime Sadness” não poderia estar entre as faixas de “Bangerz”?

Diga-se de passagem, melhor do que o cover de “Summertime Sadness”, só o de “Why’d You Only Call Me When You’re High” do Arctic Monkeys no Unplugged MTV que ela fez meses atrás.

#02- London Grammar, Pure Shores (All Saints)

Cada dia que passa, fico mais apaixonada por London Grammar. E esse cover do All Saints, uma das principais girlbands dos anos 90, me fez me apaixonar ainda mais. Melhor que isso, só se fosse um cover das Spice *aquelas recentidas*.

Quer mais motivos para amar o London Grammar? Então ouça os covers deles para Wrerking Ball da Miley e Wicked Game do Chris Isaak (possivelmente uma música mais velha do que você).
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Dos discos que marcaram minha vida

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Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Quem acompanha o blog já deve ter percebido que música é um dos meus assuntos favoritos. E é mesmo. Sou movida í  ela em todos os momentos: da hora que eu acordo ao momento até o momento que eu chego em casa depois de um longo dia. Gosto mesmo e adoraria que minha vida, que eu costumo brincar que é um grande sitcom dado as bizarrices que acontecem nela todo o dias, tivesse uma trilha sonora.

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Para celebrar o “Dia do Disco”, comemorado no último dia 20, o Rotaroots propí´s nesta blogagem coletiva que nós contássemos quais eram os discos que marcaram nossa vida ”“e não necessariamente os favoritos. E olha, vou fizer que foi difí­cil pra caramba separar os meus favoritos dos que realmente marcaram minha vida, ainda que eles se confundam em vários momentos.

Vamos a minha lista? :)

1986-1995: Xuxa, Xou da Xuxa (todos)

Xou_da_Xuxa

Assim como boa parte das crianças nascidas entre os anos 80 e começo dos anos 90, Xuxa foi meu primeiro í­dolo. Eu AMAVA a Xuxa, era louca por ela e meu grande sonho era ser paquita, só para ficar perto dela todos os dias. Tomava café da manhã na hora do “quem quer pão”, fazia altas coreografias nas festinhas infantis ao som dos hits da rainha dos baixinhos, tinha o microfone, a sandália, comprava sopa de letrinhas dela, enfim, muito fãzoca.

Aliás, pode incluir nesse cálculo todos os álbums da Xuxa até o “Tí´ de Bem Com a Vida”.

1992: Freddie Mercury, Barcelona

Freddie-Mercury-y-Montserrat-Caballe-Barcelona

Meus pais nunca foram muito musicais, mas sempre ouviram poucas e boas coisas, daquelas músicas para a eternidade. Cresci ouvindo Abba, Cher, Gal, Madonna, Michael Jackson e principalmente, Queen e Freddie Mercury.

Lembro que todos o dias, minha mãe colocava a vitrola o vinil do “Barcelona”, trabalho solo do Freddie com Montserrat Caballe. Na época achava um saco porque eu queria ouvir Xuxa, Paquitas ou Trem da Alegria, mas hoje acho o máximo. Toda vez que eu escuto “How Can I Go On”, lembro da minha infí¢ncia, dos meus pais e do apartamento que a gente morava.
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Lana Del Rey apenas divando na Vogue Italia

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Não sou uma grande admiradora de Lana Del Rey. Confesso que gosto de uma música ou outra como Born To Die e National Anthem, mas existem três coisas que eu devo de admitir: a voz incrí­vel, a beleza e o estilo da moça.

Já disse em um outro post sobre outra diva, a Adele, o quanto eu gosto dessa estética tipo Instagram, meio vintage meio moderna. E mesmo não conquistando meus ouvidos, Lana ganhou meu respeito por essa pegada retro-moderna, tanto nos seus ví­deos quanto no visual. Amo as maquiagens, a cor do cabelo, os penteados ora com voluminho a la Brigitte Bardot, ora solto, de lado e com ondas largas meio Rita Hayworth.

E por esses e outros motivos, estou encantada pelas fotos do ensaio da moça para a Vogue Italia clicado pela maravilhosa Ellen von Unwerth, que é craque capturar essa atmosfera retro.


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