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Para embalar o final de semana: C’mom, a nova da Ke$ha

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Em 2008, fiz um post aqui no blog reclamando que não se faziam mais artistas pop como antigamente. O engraçado é que agora, 4 anos e pouco depois, apareceram várias realmente coisas boas: Lady Gaga e Rihanna estão aí­, no topo do mundo e divando nas paradas, e não me deixam mentir. E me arrisco a dizer que até o One Direction está no caminho de ser um neo-BSB para esta geração.

Mas, dentre tantos artistas novos que surgiram no pop nos últimos anos, confesso que a Ke$ha está entre minhas favoritas. Embora ela deixe a desejar ao vivo com sua voz desafinada e seus auto-tunes live, vamos confessar que é difí­cil ficar parado quando rola algum hit da moça.

E para a alegria dos seus admiradores, a moça lançou hoje divertido clipe de “C”™mon”, segundo single do álbum Warrior, e que certamente fará você dançar como se não houvesse o amanhã em uma próxima balada.

Dias antes do lançamento do clipe, Ke$ha lançou um lyric-video para o single que é a coisa mais lindafofaaiquevontadedeapertarmeudeusdocéu do mundo, com direito a gatinhos, cachorros, pinguins, e claro: influências ~psicodélicas~ e illuminatis. í‰ tão fofo que vale o play (e o replay!) e se apaixonar -e até me arrisco em dizer que dá de 10 no clipe:

Sério, como não amar? Como? Me diz? <3 keshagif

Em tempo: muito feliz com o comeback do Justin Timberlake (OBG Deus!), do Destiny Child e do 5ive. Já pode preparar o comeback oficial também, Spice :D

Battle Born e o que eu achei do novo álbum do Killers

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E esta semana, vazou mais um dos álbuns aguardadí­ssimos do ano: Battle Born, o quarto álbum de estúdio do The Killers e o primeiro depois de um pequeno hiatus da banda e da rápida carreira solo de Brandon(licious) Flowers e seu Flamingo.

THE KILLERS E A ERA BATTLE BORN

Battle Born é um daqueles álbums 8 ou 80: teve gente que amou e achou sensacional, e teve quem detestasse e ficasse esperando outro álbum Hot Fuss ou Sam”™s Town da vida. Para mim, é um álbum complexo, daqueles que você tem que ouvir algumas dezenas de vezes para ter uma opinião formada, mesmo que você simpatize com ele de cara ”“o que foi meu caso.

O álbum não é cheio de hits fáceis e chicletudos como “Somebody Told Me”, “Mr. Brightside”, “Bones” ou “Read My Mind”. Ainda que traga os sintetizadores, teclados e outras referências do seu passado, o resultado é um trabalho mais denso do que os anteriores, lembrando muitas vezes a sonoridade de Flamingo e dos últimos trabalhos da banda durante esse hiatus, como o lado country faroeste do single de Natal “The Cowboys’ Christmas Ball” em faixas como “Prize Figther” e “From Here On Out” e o cover de “Ultra Violet (Light My Way)” para o tributo promovido pela Q Magazine para homenagear os 20 anos de Achtung Baby, do U2. Diga-se de passagem, a banda declarou que Battle Born traz influências da banda liderada por Bono Vox e do synthpop oitentista do Depeche Mode.

De fato, é um álbum com muitas referências aos anos 80, principalmente nas faixas mais lentas como “Be Still”, que traz toda uma vibe rádio de sala de espera do dentista (mas mesmo é uma das minhas favoritas! HAHAHA) e “Deadlines and Commitments”, que por algum motivo me lembrou o instrumental numa versão mais agitada e moderninha de “The Captain Of Her Heart”. Ainda falando sobre as baladas, “Here With Me” consegue ser tão fofa quanto “Romeo and Juliet” do Sawdust, mas não recomendo ouvi-la se você estiver apaixonada. O mesmo vale para “Heart Of a Girl”.

Dentre as mais animadinhas, “Flesh and Bone” e “A Matter Of Time” (com direito a refrão chiclete! \o/) são as minhas favoritas, e também minhas apostas para possí­veis singles. Também garrei muito amor por “Carry Me Home” e “Prize Fighter”, uma pena que estão apenas na versão deluxe do álbum. E claro, “Runways”, que dispensa qualquer comentário.

E não poderia deixar de citar que Brandon está na sua melhor forma ”“e olha que nem estou falando só sobre o fí­sico do muso. A voz está impecável, alcançando notas altí­ssimas e compondo letras ótimas. Como não amar?

Enfim, Battle Born para mim, é um excelente álbum, mas não chega a ser o melhor CD da carreira do Killers, ao mesmo tempo que está longe de ser essa porcaria toda que li em algumas crí­ticas. Como eu disse no começo do post, é um álbum difí­cil de digerir por ser complexo, denso e bem diferente dos álbuns anteriores quando todo mundo esperava uma versão 2.0 de Sam”™s Town. Pode ser que daqui alguns meses, ele se torne meu álbum favorito, ou não. E se você ouviu apenas 1 ou 2 vezes, dê novas chances ao álbum e acredite em mim.

Num geral, gostei bastante e to adorando a experiência de redescobrir o álbum cada vez que eu escuto de novo :D. Seu aniversário já passou, mas vale lembrar que Brandon está mais uma vez de parabéns!

Ah! Para quem curte o Killers, fica a dica: na terça (18), temshow ao vivo transmitido no canal da banda no Youtube í s 18h (horário de Brasilia). Ou seja, apenas ansiosa.

Para ouvir: Karmin

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Sabe aqueles cantores ou bandas que basta uma ouvir uma música para se apaixonar e querer sair atrás de tudo já lançado por ele? Foi exatamente assim que eu me senti ao ouvir Karmin pela primeira vez.

AMY E NICK, OS FOFUCHOS DO DUO POP KARMIN

O Karmin é um duo formado pelo casal Amy Heidemann e Nick Noonan, que ganhou notoriedade entre os amantes da música pop após o casal divulgar alguns covers de hits pop em seu canal no Youtube e ganharem milhares de visualizaçíµes em pouquissimos dias. Uma prova do talento do duo é que eles vão de um pop mais chiclete como LMFAO í  diva Adele, que diga-se de passagem mostra que Amy também tem um vozeirão:

Depois de fazerem tanto sucesso no Youtube, o duo foi convidado a lançar um álbum para chamar de seu, o Hello (Val Marchiori curtiu isso ~apagar~), que deve ser lançado oficialmente na próxima terça-feira. O primeiro single, Brokenhearted, já ganhou um clipe fofí­ssimo que mostra que eles sabem fazer muito mais do que covers bacanas, mas também música pop da melhor qualidade. Tí´ apaixonada sim (x), claro (x)?

Outra coisa que eu também amei é o estilão pin-up rocker da Amy, que parece um mash-up de Gwen Stefani na época do Tragic Kingdom (alí´ anos 90!) com calças folgadas, tops mostrando a barriga e topetes e o lado fofuxo da Katy Perry no começo de carreira.

E para quem curtiu além da música, o visual da Amy e os penteados da moça, fica a dica: ela mesma ensina o topete e o ondulado bagunçadinho no canal deles no Youtube. Tem como não amar desde já a moça? <3

Para ouvir: Jessie and The Toyboys

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Depois de tantos anos sem novidades boas na música pop (reclamei aqui em 2008), estamos recebendo uma nova safra de boas novidades nesses últimos 3 anos: Lady Gaga, Ke$ha, Katy Perry, Mika e Rihanna (que nem é tão recente assim, mas não é da época de ouro do pop teen 90’s) estão aí­ para provar que o pop não morreu e que dá para reinventá-lo sempre. Por isso, toda novidade boa é muito bem vinda.

Quando estavamos na fazendo a setlist daquela Post It que eu discotequei, o Thiago falou que tinha uma carta na manga e me apresentou Jessie and The Toyboys. Daí­ que foi amor a primeira ouvida.

E sim, a banda é na verdade isso mesmo que você está pensando mesmo: os toyboys são na realidade, manequim desses de lojas. A “banda” faz um electropop com um quê meio oitentista, desses que dá vontade de sair dançando pela casa. O primeiro single, Push It (leia-se a carta na manga do Thi) mostra ao que Jessie e seus bonecos vieram:

Não é viciante? í‰ uma daquelas músicas que dão um UP na sua disposição, no humor… tí´ amando! Valentine, que ainda não tem clipe, é tão boa quanto Push It. Já quero muito um cd completo!