lembranças

1 Milhão de Cores (e lembranças!)

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Todo mundo tem uma história. Se antigamente guardávamos esses momentos na nossa memória, registradas em fotos tiradas com filmes de 12, 24 ou 36 poses e reveladas em 1 hora no melhor estilo “moço, revela só as boas tá?” ou ainda em ví­deos gravados em fitas VHS, hoje usamos as redes sociais para guardar novas lembranças e recordar fatos importantes e até engraçados da nossa vida.

E para quem é adepto dessa vibe nostálgica e adora recordar (e compartilhar!) bons momentos, a página de Tintas Coral lançou o aplicativo “1 Milhão de Cores”. O app puxa todas as informaçíµes do seu perfil no Facebook e transforma seus momentos mais marcantes em um ví­deo super fofo. Quer ver como funciona? Então dá um play no ví­deo aí­ debaixo:

Curtiu? Então vem aqui e faz o seu :D.

Tenho mais CDs do que amigos (e maquiagem)

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Encerrei as atividades da sexta passada com um único desejo: tirar meu final de semana para me dar um tempo. Nada de baladas, ou programas que exigissem o mí­nimo de esforço fí­sico e mental meu. Estava precisando disso, talvez mais do que uma viagem ou algo que tecnicamente me revigoraria normalmente.

Aproveitei meu final de semana no mais puro ócio para fazer algo que eu vinha protelando há muito tempo: reorganizar meu quarto. Não sou a pessoa mais organizada do mundo e confesso que sou bem baguceira, dessas que deixam as roupas acumularem em cima da cama (e não, não me orgulho disso), mas botar as coisas em ordem costuma funcionar quase como uma auto-faxina mental, principalmente quando não estou no meu melhor humor. E a reorganização funciona quase como um ritual: antes de começar, separo os meus CDs favoritos, pego meu aparelho de som e me tranco lá o dia inteiro.

Desta vez, a arrumação foi um pouco mais profunda que das anteriores, e em todos os sentidos. Além das várias caixas de coisas que estavam guardadas e esquecidas no armário, como roupas, bichos de pelúcia, sapatos que eu não uso mais e bijuterias que comprei e jamais usei, resolvi liberar a parte aonde eu guardava meus CDs. E o que era para ser só um bota-fora, acabou se tornando uma viagem no tempo.

MEUS CDS FAVORITOS: PODERIA VIVER OUVINDO-OS EM LOOPING PELO RESTO DA VIDA

MEUS CDS FAVORITOS: PODERIA VIVER OUVINDO-OS EM LOOPING PELO RESTO DA VIDA

Sempre fui uma grande consumidora de CDs, talvez tanto quanto roupas e maquiagem, e este é um hábito que eu cultivo até hoje. Enquanto a maioria das pessoas nutrem amores por DVDs e livros e mulheres por sapatos e batons (não que eu não seja assim, pelo contrário) eu nutro por CDs fí­sicos, mesmo em tempos de MP3 e músicas disponí­veis para serem baixadas gratuitamente pela Internet toda. Claro que eu não vou ser hipócrita de dizer que eu não baixo músicas, inclusive faço isso todos os dias, mas se eu gosto muito de um artista ou de um determinado álbum, faço questão de também ter uma versão fí­sica ”“mesmo que ela fique guardada em algum cantinho no meu quarto.

Para mim, meus CDs contam um pouco da minha história. A cada caixinha que eu pegava e decidia se iria guardar para a posteridade ou se levaria para o armário da garagem, fiquei pensando nas lembranças que cada um deles trazia. Dos mais trashes como as coletí¢neas no melhor estilo “As 7 Melhores da Jovem Pan” e “Axé Brasil 96” a CDs de bandas e artistas que eu amo até hoje como Killers e Hole, cada um deles contavam uma parte do que eu vivi nesses últimos 18 anos, quase como uma trilha sonora da minha vida.

Demodê, vintage ou ultrapassado para as novas geraçíµes, o que importa é que eu pretendo continuar comprando CDs e transformá-los em trilhas de pequenos contos da minha vida real enquanto puder colecioná-los.

E vocês, também continuam comprando CDs ou se contentam apenas com versíµes digitais?

Whitney e a carência de divas e músicas para a eternidade

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MAIS UMA DIVA DEIXANDO O Cí‰U MAIS ESTRELADO

Algumas das coisas boas que eu aprendi a apreciar musicalmente foram ouvindo o que meus pais costumavam ouvir em casa. Madonna por exemplo, foi a minha primeira artista “adulta” favorita e olha que eu tinha lá pelos meus 6 anos quando comecei a gostar, no ápice da sua fase bitch. E também sempre teve espaço para as grandes divas. Cresci ouvindo alguns dos clássicos das grandes divas dos anos 90 em alto em bom som por influência dos meus pais, mas despertei minha paixão por elas lá pelos meus 13, 14 anos. Nessa época, era bem fã da Mariah Carey, que me levou a ouvir outras coisas no mesmo estilo que ela, como a Whitney.

Quem tem lá pelos seus vinte e poucos anos deve lembrar das mães se acabarem de tanto chorar assistindo O Guarda Costas, dos grandes duetos e especiais como o Divas Live. E com certeza deve ter entrado na valsa de 15 anos de uma das suas melhores amigas com seu par embalada por alguma dessas vozes. Na minha festa, apesar de não ter sido nos moldes tradicionais, Whitney estava lá com It’s Not Right But It’s Ok, um dos hits do comecinho dos anos 2000, mas perdi a conta de quantas amigas e conhecidas vi entrarem ao som de I Will Always Love You ou Greatest Love Of All.

Confesso que não sou fã da Whitney como fui da Mariah por exemplo, mas é impossí­vel não lamentar a perda de mais uma voz que fez parte das nossas vidas em algum momento delas. E tão triste como a perda de vozes poderosas como a da Amy no ano passado e este ano da Etta James e agora Whitney, é ver que estamos ficando cada vez mais carente de grandes í­cones da música, de hinos e de músicas para a eternidade. Músicas como essas que passam de pai para filho, assim como meus pais passaram para mim o gosto por artistas como Whitney.

PS: esse não era o comeback que eu gostaria de fazer no blog depois de semanas sem atualizar, mas como fã da boa música pop e de uma “velhinha”, me dei este direito. E sim, amanhã as atualizaçíµes voltam ao ritmo normal, amém.

Meme: Memórias de Infância

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Todo mundo sabe (ou a menos deveria saber) que eu a-m-o anos 80 e 90. Como eu já sou meio “tiazona”, consegui pegar um pedacinho de uma década e a outra inteira. Desculpae criançada, mas minha infí¢ncia foi a melhorevá.

Eu já vinha pensando em fazer um post sobre isso, até que a Nana me passou um meme sobre minhas memórias de infí¢ncia: claro que eu adorei né ? Minha infí¢ncia teve muitos fatos e confesso que foi dificil escolher só alguns, mas vamos lá !

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