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Mixtape #30: Bug do Milênio

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A vibe da blogosfera old-school do post passado me contaminou e confesso que estou mais nostálgica do que nunca. Daí­, como se não bastasse isso, a Pat fez um post com uma seleção de músicas que marcaram a vida dela na década passada (sim, estou falando dos anos 2000!). A Carla, inspirada pela Pat, também fez a dela.

E euzinha não quis ficar de fora deste maravilhoso meme e vim aqui deixar minha contribuição em forma de mixtape, para todo mundo começar a semana com essa vibe mais nostálgica e mais feliz. Essa mixtape também pode ser conhecida como a mais bipolar musicalmente de todos os tempos, já que é uma grande mistura de estilos e hits que fizeram nossa cabeça ao longo da primeira parte da década de 2000.

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Gostou dessa mixtape? Para baixar, clica aqui. E para ouvir todas as outras que já passaram para o blog, vem pra cá! \o/

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Uma semana linda e cheia de coisas maravilhosas para todo mundo \o/

Mixtape #29: Run Baby Run!

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Opa, vamos começar a semana primeiramente voltando í  programação normal? Sim, eu sei que eu prometo isso e desapareço, mas juro que agora vai! HAHAHA :D

E para retomar as atividades normais do blog e começar a semana bem e animada, nada melhor do que uma mixtape novinha em folha. O tema desta vez é músicas para corrida. Calma, eu explico: o blog não virou nem virará um blog sobre fitness ou dieta, até porque eu acho que a decisão de mudar hábitos é algo extremamente pessoal e as mudanças devem vir a partir do desejo de cada um, quando bem entender. O motivo é que esta pessoa que vos escreve resolveu tomar vergonha na cara e começou a acordar mais cedo para fazer exercí­cios todos os dias. E vamos combinar que embora ~chato~, atividades fí­sicas são importantes não só para o corpo, mas principalmente para a mente -sério, minha disposição é outra e meu dia fica estranho quando eu não faço. Por isso, resolvi deixar minha rotina de exercí­cios mais feliz com uma lista de músicas animadas e que dão um UP enquanto faço o aeróbico, e também compartilhar essa minha seleção com vocês.

E para quem não é adepto dos exercí­cios, a mixtape também é ótima para ouvir no trabalho, enquanto dirige, vai para algum compromisso, enfim… é indicada para todo mundo que gosta de música boa, divertida e sem preconceitos!

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Gostou dessa mixtape? Para baixar, clica aqui. E para ouvir todas as outras que já passaram para o blog, vem pra cá! \o/

E se a mixtape não for o suficiente para te animar, segue em anexo algumas imagens motivacionais para você tirar a bunda do sofá estes gifs de corgis marombeiros animadí­ssimos para começar a semana e deixar seu dia mais feliz <3 gifmotivacional1

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Boa semana para todo mundo <3.

O dia em que eu comprei fitas K7 em 2013

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Costumo brincar que o eBay é um seleiro de coisas inúteis mas que você ~precisa ter~. Além de roupas e acessórios, uma das minhas maiores diversíµes por lá é caçar tranqueiras que me fazem mais feliz como toys, CDs, LPs e artigos raros dos meus artistas favoritos.

Minha última aquisição, e uma das minhas favoritas de todos os tempos, foram fitas K7 dos 2 primeiros álbuns do The Killers (vulgo minha banda favorita!), o Hot Fuss (2004) e o Sam”™s Town (2006).

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Sim, são fitas C-A-S-S-E-T-E-S. Roots, tipo aquelas que nós tí­nhamos nos anos 90. Se aqui elas foram rapidamente substituí­das pelos CDs, em alguns paí­ses asiáticos elas ainda eram vendidas até poucos anos atrás. Tanto é que essas belezinhas aí­ de cima vieram diretamente da Malásia.

Como não me lembro de ter uma fita K7 original, só as ~virgens~ que eu usava para fazer aquelas maravilhosas mixtapes de rádio, tinha até esquecido que rolava um encarte. E foi o que eu achei mais fofo, porque é praticamente igual a do CD, só que vem em uma versão mais compacta. Muito amor!

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Só sei que estou tão apaixonada que já comprei duas do Garbage e estou considerando comprar das Spice e dos Backstreet Boys por motivos de: quero guardar isso para a eternidade e mostrar para meus filhos! HAHAHAH ;)

MTV Brasil e das coisas boas que ela me trouxe

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Dias desses estava pensando aqui sobre tudo o que eu gosto de ouvir. Sou uma pessoa eclética e não tenho nenhuma vergonha de admitir isso, pelo contrário: acho vazio quem se prende a um determinado estilo musical, se fecha para o mundo, para outras influências e critica tudo aquilo que, por ventura, não faça parte do clichê que ele mesmo criou sobre seu gosto musical. Não critico, e inclusive, acho que eu poderia me tornado uma dessas pessoas se não fosse o fato de ter feito parte da geração MTV.

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Lembro que o primeiro clipe que eu vi na MTV na minha vida foi do Guns, acho que era November Rain, lá por 1993, 1994. Meu primo, que é alguns anos mais velho, estava aqui em casa e sintonizou no canal. Era a banda da moda, anos 90, quase todo adolescente tinha essa inclinação a gostar de Guns e Nirvana. E nessa época, eu que ainda era uma criança, curtia Xuxa e ficava inconformada de não passar nada relacionado í  ela num canal de música. O que eu nunca poderia imaginar é que, anos mais tarde, ela se tornaria fundamental para a formação do meu gosto musical. í‰ engraçado porque a maioria dos meus amigos começaram a gostar de um determinado estilo musical por influência dos pais. Minha famí­lia nunca foi daquelas super musicais, movidas por música: Cher, Madonna e Queen foram algumas das poucas coisas que eu aprendi a gostar por influência deles. Hoje, acompanhando os depoimentos no Facebook e até mesmo na mesa do bar, percebo que muitos dos meus amigos também tiveram esse “empurrãozinho” da MTV na escolha de seus artistas favoritos.

Foi assistindo MTV que conheci duas das minhas bandas favoritas hoje: Garbage e Hole. Tudo isso, quando acompanhava programas como Disk MTV e TOP 10 EUA para assistir (e, obviamente, gravar os clipes na fitinha VHS) os clipes das Spice, Backstreet Boys, Britney, Mariah e Aguilera. Na época, não tí­nhamos TV a cabo em casa e o jeito era assistir í  estes programas na TV chuviscada, que ficava ainda pior em dias de chuva e nem o velho truque do Bom Bril na antena resolvia. Entre um clipe e outro de pop, fui conhecendo outros artistas de diferentes gêneros musicais, mas que de alguma forma agradavam aos meus ouvidos. Além do Hole e do Garbage, foi pela MTV que comecei a gostar de Foo Fighters antes de todo esse hype (sdds Everlong <3), Red Hot Chilli Peppers, Smashing Pumpkins e anos mais tarde, Strokes e Killers. Ah, e a gente viu até a Kelly Osbourne atacando de cantora em seu épico cover para “Papa Don”™t Preach” da Madonna.

A MTV Brasil marcou minha vida pelas coisas simples, que anos atrás até soariam fútil, mas que hoje trazem boas lembranças de uma época feliz. Pela rotina de ir pro colégio na manhã e comentar com as amigas sobre a posição que o Backstreet Boys ficou de manhã, das ligaçíµes que eu fazia para minhas melhores amigas para falar sobre a nova cantora que aparecia de colegial na parada do TOP 10 EUA (e sim, era a Britney!), a expectativa da transmissão do VMA (e o compartilhamento das fitas VHS nos dias seguintes entre os amigos da escola) e até mesmo das briguinhas entre fãs do BSB x ”˜NSync por quem ficou em #1 no Disk MTV.

Há alguns anos não acompanhava a programação do canal, me limitando apenas aos shows especiais do World Stage quando passava algum artista que eu gosto e as excelentes seleçíµes de clipes que transmitiam nas primeiras horas da manhã, mas preciso admitir que o fim, ainda que parcial, dá uma dorzinha no coração. Espero que essa nova administração aproveite essa “90”™s fever” para trazer, para essa nova geração, um pouco desse sentimento que eu e mais um monte de novos adultos sentiram lá em 1999, 2000, e que possa inspirar mais gente a gostar de música boa, seja lá qual for o rótulo ou o estilo.

Deixo aqui registrado meu adeus í  velha MTV Brasil e um agradecimento por ter influenciado meus gostos musicais, por ter me ensinado a não viver sob um rótulo clichê, pelo fim da limitação do gosto musical por estilo, por ter me apresentado algumas das minhas bandas favoritas hoje e enfim, por ter feito parte da minha adolescência. Muito obrigada e boa sorte nesta nova fase.