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Para Ouvir: Kiesza

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Tem um bom tempo que eu ando com preguiça do mundo pop e acredito que para muitos de vocês, o sentimento seja o mesmo: parece que todo mundo segue a mesma fórmula e segue a risca. Daí alguém inova, bomba e o que era novo vira carne de vaca. Não consigo ouvir nenhuma dessas músicas de hoje e sentir que daqui 5, 10 anos ouvirei com o mesmo sentimento de nostalgia que eu tenho quando escuto Backstreet Boys, Spice ou Britney das antigas, por exemplo.

Outro dia estava pensando sobre o revival dos anos 90 e no tanto de coisas que ele tem trazido de volta para nossas vidas 20 anos depois -só olhar as últimas tendências de moda para ver que boa parte das “novidades” são na verdade, uma releitura do que a gente já viu em algum momento. E apesar do revival do grunge e da pegada pop-Mariah da mini Mariah Ariana Grande na música, estava faltando um toque mais dance de algo que a gente pudesse identificar facilmente estas referências.

Bem, faltava. Não falta mais. E o nome da responsável por isso atende pelo nome de Kiesza. Se você nunca ouviu, faça este favor a si mesmo e dê um play aqui embaixo:


Kiesza é canadense e tem 25 anos, ou seja, é filha dos anos 90 e gente como a gente, que viveu essa época. Uma prova disso é o visual da moça, cheio de referência à moda noventista, com suspensórios, jeans e peças esportivas (beijão Mel C!). A outra prova é musicalmente: impossível não ouvir qualquer música da moça e não lembrar dos hits da Euro Dance e do pop da primeira parte da década de 90 -ouça “All Around The World” da Lisa Stansfield + “Deeper and Deepper” da Madonna e tire suas próprias conclusões.

Manda mais referência aos anos 90 que tá poco? Então tá. Não bastava ser maravilhosa, cantar bem, ter estilo, tirar foto com mozão Brandon Flowers e fazer músicas recheadas de influências desta década mágica: tem que fazer uma versão ~samba-enredo~ para o clássico emblemâtico da dance music “What Is Love” do Haddaway.


Gostou? Não deixe de ouvir o debut da moça, “Sound Of a Woman” na Deezer ou no Spotify. Além de “Hideway” e “What Is Love”, recomendo fortemente “No Enemiesz”, “Vietnam”, “Gigant In My Heart” e “The Love” <3.

Em 1 relacionamento sério com Imagine Dragons

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Já disse algumas vezes aqui no blog que eu tenho uma certa resistência e preguiça de conhecer novos artistas. Mas confesso que, por outro lado, essa coisa do meu gosto musical ter estagnado na primeira metade da década passada (sim, estou falando de 2006 e não 1996 rsss) também me incomoda bastante. Nesses últimos 6 anos, alguns novos artistas tem ganhado meu coração e toda vez que eu vicio em algum deles, venho contar e indicar para vocês conhecerem -e o que também é ótimo me forço a sair da minha zona de conforto musical.

Meu mais novo ví­cio é o Imagine Dragons. Conheci a banda em uma coletí¢nea que a Universal mandou aqui para casa com vários outros artistas com uma pegada mais indie/folk, mas só fui me apaixonar mesmo alguns meses depois, assistindo um show da banda no Lollapalooza Chicago. Achei um rock tão delicinha que não me contentei com as amostras e fui ouvir o álbum completo no Deezer e mais recentemente, acabei comprando o CD também (dsclp, mas não consigo abandonar o hábito de comprar cópias fí­sicas!).

IMAGINE DRAGONS: ROCK FOFINHO SEM SER GRUDENTO

IMAGINE DRAGONS: ROCK FOFINHO SEM SER GRUDENTO

Assim como o Killers, o Imagine Dragons também é de Vegas, o que mostra que a cidade do pecado também já pode virar a cidade mais legal do mundo quando lembramos que Britney fará residência lá pelos próximos dois anos. A banda está na ativa desde 2007 e o primeiro álbum, “Night Visions”, foi lançado ano passado. Diga-se de passagem, o álbum é a mais pura delí­cia cremosa da música e dá vontade de ouvir em looping eterno. Sabe aquela trilha delicinha para ouvir num domingo de preguiça? Ou ainda para acompanhar a ida para o trabalho numa manhã ligeralmente ensolarada de primavera? Então, é isso!

A minha favorita até o momento? “It’s Time”, com letra e melodias fofinhas, impossí­vel não viciar e sair cantarolando por aí­ ~~~~~<3.

Agora é só torcer para que a banda venha em breve para o Brasil. Será que no LollaBR 2014 eles estarão escalados para representar Vegas no festival? Tí´ aqui acompanhando e fazendo minha torcida :D.

E para quem quiser conhecer mais sobre a banda, o álbum está disponí­vel na í­ntegra para os assinantes do Deezer e do Rdio.

Para ouvir: Bright Light Bright Light

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Ando numa fase bem musical, e uma prova disso talvez seja a quantidade de posts relacionados ao assunto aqui no blog. O fato é que, dentre todas as artes, música sempre foi a minha favorita e, nos últimos meses tenho buscado sair da minha zona de conforto de anos 80 e 90 e buscado novos artistas para dar uma bombadinha no meu iTunes.

ROD THOMAS DO BLBL: ALí‰M DE FAZER MíšSICA BOA, í‰ UM TETí‰IO

Meu mais novo ví­cio é o Bright Light Bright Light, um projeto lançado pelo cantor, compositor e produtor inglês Rod Thomas, que trabalhou abrindo shows e produzindo álbuns para outras artistas que nós amamos como Marina And The Diamonds e Kylie Minogue respectivamente.

O som lembra bastante alguns dos grupos oitentistas que eu adoro como o Erasure e uma versão alegre do sombrio e recente Hurts. A música “Disco Moment” faz parte do EP lançado pelo moço ano passado, e já é uma das minhas favoritas :)

Outra música delicinha do BLBL é “A New Word To Say”, lançada no final de maio deste ano e é o primeiro single do álbum “Make Me Believe In Hope”, lançado no Reino Unido e Estados Unidos no mês passado.

Curtiu? No SoundCloud do projeto dá para ouvir outras baixas e mashups sensacionais com outros hits do pop!

Dica do QDNG <3