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O que eu levo na minha bolsa?

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Este é um post que certamente você viu em vários blogs alguns anos atrás e agora em vlogs mas que eu nunca tinha feito por aqui. A brincadeira começou por conta do “What’s In Your Bag”, um site gringo que reúne fotos e descrição do que pessoas de todas as idades (e em todo mundo!), e é descrito como um tributo as coisas que nós carregamos todos os dias e não conseguimos viver sem. O mais engraçado é que olhando assim, dá para ver como nossa personalidade reflete até com o que carregamos todos os dias pra lá e pra cá.

Aproveitei que queria contar sobre minha experiência com a Mims Bags para fazer a brincadeira e mostrar um pouquinho do que eu levo comigo todos os dias.

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Necessaire: não costumo andar com muitos itens de maquiagem na bolsa, mas carrego o essencial para alguma eventualidade tipo reunião de última hora ou datesjantar com os migos depois do trabalho. Ou seja: um bom corretivo, meu delineador, máscara de cílios, perfume e os batons que eu costumo mais usar no dia-a-dia (atualmente são o Rosadili e o Rosali da Quem Disse Berenice, Collant Marsala da Dailus Pro e o clássico-pau-pra-toda-obra-queridinho-do-meu-<3 Ruby Woo). Além deles, carrego a fita protetora para pés da Nexcare que me socorre frequentemente dos sapatos chatinhos que machucam os pés (funciona, sério!), elásticos e escova de cabelo para ajeitar em alguma eventualidade.

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Necessários: estes são meus artigos de primeira necessidade -e se eu estou com eles, está tudo bem. Meu celular (a capinha é do eBay, vendedor aqui), minhas chavesney de casa (detalhe na keycapney da Britney! <3), powerbank + cabo para carregar o celular (#prioridades), fone de ouvido porque a vida sem música não tem graça nenhuma e um caderninho + caneta para anotar coisinhas (esse super fofo eu ganhei da Cícero Papelaria).

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Essenciais: pela foto, dá para perceber que eu sou aloca das bolsinhas né? Já tentei usar aqueles organizadores de bolsa, mas sempre me perco mais ainda com eles. Por isso, sempre divido minhas coisas em bolsinhas para ficar mais fácil de encontrar neste grande ninho de mafagafinhos que eu chamo de bolsa. E claro, óculos de sol e principalmente, de grau, porque sem ele não sou nada.

Já a bolsa que eu tenho usado atualmente foi uma criação minha na Mims Bags. Sabe aquela bolsa que você sempre quis ter mas não encontra em lugar nenhum? Na Mims você customiza do seu jeitinho, escolhendo desde o modelo ao acabamento do couro e cor, passando pelos acessórios e detalhes especiais. E o melhor é que você pode ir simulando no próprio site, escolhendo a combinação dos seus sonhos, que vai mostrando um preview de como sua bolsa ficará.

Conheci o serviço quando a Sofia, uma das sócias da Mims, entrou em contato comigo para conhecer o serviço e criar uma bolsa exclusiva. A minha escolha foi básica e num modelo que amo, a bolsa-saco (e que na Mims chama Brigadeiro -que por acaso é meu doce favorito!), e com detalhes em dourado tanto no chaveirinho de franjas quanto nas tachinhas na parte debaixo da bolsa. E de quebra, ainda vem com meu nome gravado na etiqueta. Muito amor, sim ou sim?

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Agora quero saber: como seria sua bolsa dos sonhos e o que você não deixa de carregar nela?

Teve Lolla em 2015, sim. E foi lindo!

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Dai que eu fui no Lollapalooza Brasil 2015. Meio no acréscimo do segundo tempo, mas eu fui e se não tivesse ido a uma hora dessas, exatamente 1 semana depois do festival, estaria morta de arrependimento ou chorando no cantinho de tanta mágoa.

Esse foi o primeiro ano que eu demorei para me empolgar com o Lolla e não faltaram motivos para isso. Primeiro que o lineup era bem fraco em comparação aos anos anteriores e, na minha concepção, bem 8 ou 80 -ou tinha coisas que eu queria muito ver, como o Smashing Pumpkins e o Foster The People, ou coisas que eu não gostava/simplesmente não conhecia. Em segundo porque Interlagos é longe para dedeu e, como se não bastasse isso, a distância entre os palcos dentro do festival é enorme (alguns palcos chegam até 3km!) e um tempo de intervalo entre shows ridículo, o que faz com que você seja obrigado a priorizar o que ver ou tirar no palitinho caso eles aconteçam na mesma hora. E aí entra o terceiro problema: nem tudo o que você quer ver é o que seus amigos também querem ver e na condição de única pessoa emo-gótica-suave-vampira-roqueira do rolê, ia ter que ver aos shows sozinha -o que venhamos e convenhamos, faço em último caso porque acho chato demais.

Mas parece que o jogo virou mesmo e meu Lolla que tinha tudo para ser um fiasco foi maravilhoso e inesquecível. A saga do Lollaweekend 2015 começou no sábado a noite bem longe do Autódromo à convite da Sempre Livre, para conferir o Lollaparty do Foster The People. Independentemente de ir no domingo, eu já estava considerando fortemente a possibilidade de ir ao sideshow dos moços porque eu queria ver a performance deles de perto e fugir do tumulto que seria formado no show de domingo no Festival. E olha, preciso dizer que o convite veio em boa hora e a decisão de ver o show deles, certeira: casa pequena e de quebra, consegui um lugar estratégico longe da muvuca e ao mesmo tempo do ladinho do palco, com direito a Mark Foster tocando teclado e guitarra na minha cara. Melhor lugar, sim (x) com certeza (x)?

Eu, que comecei a gostar de Foster depois do boom deles (sim, comecei a curtir eles tem uns 2 anos hahaha!) fiquei surpresa com a qualidade do show e saí com vontade de acompanhar mais de perto o trabalho da banda (e juro que nem é só pelo Mark Foster, novo mozão platônico indie). Me diverti hororres, cantei todas as músicas, vi tudo de pertinho e ainda consegui voltar de boas (e sem estar cansada) para casa. Se dependesse de mim, todas as bandas do Lollapalooza fariam shows dias antes em casas pequenas para que a gente possa de fato curtir o show e não só a vibe de festival #idades #velhices.

Já no domingo, foi dia de ir para o Autódromo a convite da Pepsi e curtir o Lollapalooza, agora no meio da muvuca. Como fui com uma amiga que também queria ver as mesmas coisas que eu, combinamos de ir mais no final da tarde para ver mais um pouco de Foster The People (só que dessa vez, de longe :~) e, principalmente, o Smashing Pumpkins.

Foto por I Hate Flash para Lollapalooza Brasil

Foto por I Hate Flash para Lollapalooza Brasil

O Smashing Pumpkins foi uma das primeiras bandas de rock que eu comecei a curtir, junto com o Garbage e o Hole, tornando-se uma das minhas trilhas sonoras favoritas da adolescência e que eu tenho um carinho super especial até hoje. Nunca tinha visto a banda ao vivo, apesar de uma passagem deles bem contraditória e duramente criticada no Planeta Terra 2010 e que me fez ficar menos arrependida de não ter ido na ocasião. Quando eles anunciaram a participação no Lolla, fiquei entre ir pela realização de ver uma banda que eu adoro ao vivo e não ir com medo de destruir as boas lembranças que eu tenho da banda com um show ruim, como já aconteceu com o Kings Of Leon no SWU (pior show da minha vida, de vdd). O fator decisivo para decidir ir ao festival para vê-los foi depois de assistir a excelente performance completa da banda no Lolla Chile, que me convenceu a ir e aproveitar essa pode ter sido minha última chance de ver uma das bandas que marcaram minha vida em atividade.

A experiência de ver o Smashing depois de 16 anos foi uma das coisas mais incríveis e intensas que eu já vivi nesses 29 anos de vida, mais ou menos a que eu senti quando vi o Garbage no Planeta Terra 2012 depois de 15 anos de espera. É como se o show tivesse me teletransportado de volta para meus 13/14 anos, quando comecei a ouvir as primeiras bandas de rock alternativo e ovacionar Billy Corgan por ter escrito duas das minhas músicas favoritas da vida, “Tonight Tonight” e “Disarm”. Como se não bastasse tudo isso, este show tinha um toque todo especial: a participação do Mark Stoermer, baixista do Killers, como integrante ~suplente~ da banda exatamente dois anos depois do Lolla 2013. Coincidências? Acho que não.

Lágrimas e arrepios definem o que eu senti quando vi o Smashing Pumpkins ao vivo. Apesar de não ter me empolgado por este Lolla da mesma forma que eu me empolguei nos anos anteriores, preciso admitir que o fato de ter visto as duas bandas que eu queria ver de perto e escutado algumas das minhas músicas favoritas da vida ao vivo, bem na minha frente, compensou todas as incertezas deste lineup e o cansaço de ter que ir até Interlagos. E eu pudesse dar um conselho, ele seria: assista aos shows das bandas que você ama e tenha a oportunidade de ouvir suas músicas favoritas ao vivo. É uma experiência indescritível e você nunca mais irá ouvi-los de outra forma <3. Estou há 7 dias consecutivos ouvindo o “The Mellon Collie And The Infinite Sadness” e o “Siamese Dream” em looping eterno e com os olhos cheios de lágrimas cada vez que eu lembro que eu ouvi essas músicas que marcaram tanto minha vida ao vivo. Inclusive, toda vez que eu tiver em dúvida se devo ir ou não em um shown depois desta experiência, me lembrarei disso :].

Mais uma vez, obrigada Sempre Livre e Pepsi pelos convites e por terem proporcionado estes momentos inesquecíveis. E Lolla, nos vemos em 2016 (e pfvr, volte para o Jockey e traga o Killers, Brandon Flowers e o Garbage flw vlw).