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Battle Born e o que eu achei do novo álbum do Killers

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E esta semana, vazou mais um dos álbuns aguardadí­ssimos do ano: Battle Born, o quarto álbum de estúdio do The Killers e o primeiro depois de um pequeno hiatus da banda e da rápida carreira solo de Brandon(licious) Flowers e seu Flamingo.

THE KILLERS E A ERA BATTLE BORN

Battle Born é um daqueles álbums 8 ou 80: teve gente que amou e achou sensacional, e teve quem detestasse e ficasse esperando outro álbum Hot Fuss ou Sam”™s Town da vida. Para mim, é um álbum complexo, daqueles que você tem que ouvir algumas dezenas de vezes para ter uma opinião formada, mesmo que você simpatize com ele de cara ”“o que foi meu caso.

O álbum não é cheio de hits fáceis e chicletudos como “Somebody Told Me”, “Mr. Brightside”, “Bones” ou “Read My Mind”. Ainda que traga os sintetizadores, teclados e outras referências do seu passado, o resultado é um trabalho mais denso do que os anteriores, lembrando muitas vezes a sonoridade de Flamingo e dos últimos trabalhos da banda durante esse hiatus, como o lado country faroeste do single de Natal “The Cowboys’ Christmas Ball” em faixas como “Prize Figther” e “From Here On Out” e o cover de “Ultra Violet (Light My Way)” para o tributo promovido pela Q Magazine para homenagear os 20 anos de Achtung Baby, do U2. Diga-se de passagem, a banda declarou que Battle Born traz influências da banda liderada por Bono Vox e do synthpop oitentista do Depeche Mode.

De fato, é um álbum com muitas referências aos anos 80, principalmente nas faixas mais lentas como “Be Still”, que traz toda uma vibe rádio de sala de espera do dentista (mas mesmo é uma das minhas favoritas! HAHAHA) e “Deadlines and Commitments”, que por algum motivo me lembrou o instrumental numa versão mais agitada e moderninha de “The Captain Of Her Heart”. Ainda falando sobre as baladas, “Here With Me” consegue ser tão fofa quanto “Romeo and Juliet” do Sawdust, mas não recomendo ouvi-la se você estiver apaixonada. O mesmo vale para “Heart Of a Girl”.

Dentre as mais animadinhas, “Flesh and Bone” e “A Matter Of Time” (com direito a refrão chiclete! \o/) são as minhas favoritas, e também minhas apostas para possí­veis singles. Também garrei muito amor por “Carry Me Home” e “Prize Fighter”, uma pena que estão apenas na versão deluxe do álbum. E claro, “Runways”, que dispensa qualquer comentário.

E não poderia deixar de citar que Brandon está na sua melhor forma ”“e olha que nem estou falando só sobre o fí­sico do muso. A voz está impecável, alcançando notas altí­ssimas e compondo letras ótimas. Como não amar?

Enfim, Battle Born para mim, é um excelente álbum, mas não chega a ser o melhor CD da carreira do Killers, ao mesmo tempo que está longe de ser essa porcaria toda que li em algumas crí­ticas. Como eu disse no começo do post, é um álbum difí­cil de digerir por ser complexo, denso e bem diferente dos álbuns anteriores quando todo mundo esperava uma versão 2.0 de Sam”™s Town. Pode ser que daqui alguns meses, ele se torne meu álbum favorito, ou não. E se você ouviu apenas 1 ou 2 vezes, dê novas chances ao álbum e acredite em mim.

Num geral, gostei bastante e to adorando a experiência de redescobrir o álbum cada vez que eu escuto de novo :D. Seu aniversário já passou, mas vale lembrar que Brandon está mais uma vez de parabéns!

Ah! Para quem curte o Killers, fica a dica: na terça (18), temshow ao vivo transmitido no canal da banda no Youtube í s 18h (horário de Brasilia). Ou seja, apenas ansiosa.

Madonna Gone Wild -e eu tô amando!

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Gosto da Madonna desde que eu me entendo por gente. Lá em casa, meus pais sempre ouviram e admiraram sua carreira, inclusive nos momentos mais polêmicos. Lembro como se fosse hoje a primeira passagem da rainha pelo Brasil durante a tour The Girlie Show, para a divulgação do, seu talvez álbum mais polêmico, Erotica, que também foi meu primeiro LP de gente grande. Tinha lá pelos meus 5, 6 anos, não entendia absolutamente nada das letras, mas por algum motivo suas músicas me encantavam tanto quanto Xuxa, Paquitas, Trem da Alegria e outros artistas infantis. Mas vamos combinar uma coisa: que menina nunca sonhou em ser uma popstar poderosa como Madge em algum momento da vida?

MADONNA FAZENDO CARINHA QUE ESTí GOSTANDO DEMAIS

Os anos passaram, e minha admiração pela rainha continuaram, mas sempre com um olhar para o passado. Dos últimos trabalhos, confesso que o único que eu tenho um carinho especial é o Ray Of Light, de 1998, e ainda estava longe de ser AQUELA Madonna. Nesses 18 anos que separaram a Old Madonna de Human Nature, música em que ela pergunta ironicamente “Did I say something wrong? Oops, I didn’t know I couldn’t talk about sex” no seu primeiro album após sua fase mais dirrrty (Erotica + o polêmico livro Sex), o Bedtime Stories, da new Madonna de MDNA muita coisa aconteceu. Madonna deu a luz a duas crianças, adotou outra, casou (e se separou anos depois), deixou o sexo quase que pansexual de lado e incluiu a Kabbalah e Yoga no seu novo estilo de vida, bateu de frente com o Bush, fez confissíµes na pista da buatchy e fazendo a Lu Patinadora, encarnou uma personagem “Maddafoca”, veio pro Brasil (e eu fui!), cometeu ~incesto~ e namorou Jesus (aquele que também alcança o milagre nas Pick Ups mundo a fora), ficou morena, ruiva, voltou para o loiro, lançou um filme. Madonna foi muitas mulheres em uma só, encarnou os mais diversos personagens, sempre fazendo jus a sua fama de camaleoa. Mas enfim ela voltou ao papel que os fãs adoram: o da mulher cheia de personalidade, atitude e com um pezinho no vulgar… a boa e velha Madonna Bitch.

MDNA trouxe um pouco da Madonna que eu sentia falta nos últimos trabalhos, com exceção do Confessions, com letras divertidas e aquela pegada pop dançante que dá vontade da gente dançar alucinadamente na buatchy ou no quarto quando ninguém estiver olhando, coisas que só a titia do pop sabe fazer como ninguém. Se Give All Your Luvin”™ havia me deixado com uma impressão totalmente equivocada do que viria por aí­, mesmo me simpatizando com o single, faixas como Gang Bang (diga-se de passagem, minha favorita!), Turn Up The Radio e I”™m Addicted já fizeram o álbum inteiro compensar. E para completar seu comeback para o trono-mor do POP, Girl Gone Wild com aquele clipe lindo e maravilhoso, cheio de referências de clipes da sua época de ouro como Vogue, Erotica e Human Nature, mostrando que aquela Madonna está de volta de onde nunca deveria ter saí­do.

E como tá linda né? Claro que Madge conta com um mega aparato de beauté, algumas plásticas e outras intervençíµes estéticas, mas vamos combinar que ela está deslumbrante e, me arrisco em dizer até mais bonita do que quando tinha seus trinta e poucos. Diga-se de passagem, amei o cabelão com topetinho e a maquiagem básica com delineador e batom cor de boca no clipe de GGW. Já pode copiar o combo para a balada semana que vem? :D

Agora é só esperar dezembro para que ela cumpra a promessa que ela fez no show de 2008 e reforçou no chat de ontem no Facebook de passar com sua nova tour aqui no Brasil. E dessa vez juro que vou de VIP <3

PS: A Universal lançou um hotsite especial do MDNA para os fãs brasileiros e ficou tão divo quanto a rainha do pop, obra do amigue André Pacheco do Vestiário. Puxo luxo e glamour!

Review: Fluidline, M.A.C.

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Há muito tempo lia nos blogs de beauté ótimas indicaçíµes sobre o delineador Fluidline da M.A.C, mas me faltava coragem (aka $$$) de investir no tal potinho. Semana passada aproveitei a chance e investi, sem dó nem piedade -e não decepcionou!

A textura em gel é uma delí­cia e ajuda horrores na hora de aplicar com o pincel chanfrado (para quem gosta de um traço mais forte como eu) e até mesmo com o de delineador. O acabamento também é lindo, meio fosco e super chique e apesar da textura gel, seca muito (mas muito) rápido. A fixação é um show a parte: fica o dia I-N-T-E-I-R-O. Tipo, é amor distribuido em potinhos a um alcance do seu clique.

R$ 71 na Sacks -apesar do preço assustar, o potinho rende 2892393440 aplicaçíµes. Quer dizer…

PS: atendendo a pedidos, voltei com as reviews. E aí­, gostaram? ;]