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Dose de amor do dia: Ruffhanna em “Dobermans”

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Quase no final do ano passado, Riri v1d4 l0k4 deu um verdadeiro tapa na sociedade com o clipe de “Diamonds”, com enredo e fotografia de tirar o fí´lego até dos menos fãs da musa de Barbados. Mas agora, está circulando na net uma versão que, além de tirar seu fí´lego, vai encher seu coraçãozinho peludo de ternura e amor, nhoim <3.

RUFFHANA: A VERSíƒO CANINA DA MUSA RIHANNA E ESTRELA DE “DOBERMANS”

í‰ que o Pet Collective, aquele canal do YouTube que ficou conhecido por produzir paródias fofí­ssimas dos clipes do momento tendo como protagonistas cães e gatos, lançou recentemente sua versão para o novo hit de Rihanna.

Em “Dobermans”, Ruffhanna reproduz as cenas do clipe com requinte de detalhes, como o momento em que ele recheia o ossinho com diamantes, uma referência digamos, mais “light” do que original.

O resultado são takes tão lindos quanto o original com uma dose cavalar de fofura.

Certeza que Rihanna assistiu, aprovou e achou “Ruffhanna” vida louquí­ssima!

WOOF THAT WOOF TO ME, RUFFHANNA

Gostou? Então aproveita para conferir a versão fofa de “Call Me Maybe” <3.

8 músicas novas para colocar no iPod e sair dançando

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Acho que já deu para sacar que uma das coisas que eu mais gosto na vida é música né? Não sei vocês, mas eu não consigo imaginar minha vida sem uma boa trilha sonora, do momento que eu acordo até a hora de dormir. Por muitos anos, fiquei um pouco presa ao meu gosto musical da adolescência (mais pop e rock anos 80 e 90), fechando as portas para coisas novas. De um tempo para cá, principalmente por influência do BFF Thiago, tenho ouvido coisa nova e também pesquisado em blogs de música e cultura pop.

No último final de semana, aproveitei para atualizar meu iPod com músicas novas e conhecer novos artistas, como o Karmin que eu contei neste post aqui. Por isso, resolvi fazer um post com as minhas 8 novas músicas favoritas para começar o dia com o humor lá em cima ou para sair dançando pela casa. Vamos as minhas favoritas? ;D

08- Justin Bieber, Boyfriend

Nunca achei que um dia na minha vida fosse falar que, de fato, gostei de uma música do Justin Bieber. Mas ele cresceu e está fazendo música boa -e surpreendendo todo mundo. Boyfriend, primeiro single do próximo CD do moço, lembra muito seu chará, Justin Timberlake, tanto na batida da música quanto na voz. Esqueça o preconceito, as piadinhas e saia sensualizando por aí­.

07- Nicki Minaj, Starships

Depois de Superbass, a Barbie resolveu apostar mais uma vez numa faixa mais pop do que as demais do relançamento dos seu álbum “Pink Friday: Roman Reloaded”. Starships é o tipo de música que dá vontade de dançar na pista até perder o rumo. AMO/SOU <3
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Vale tudo mesmo, Rihanna?

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Sí‰RIO QUE VOCíŠ FEZ ISSO RIHANNA? ME DIZ QUE í‰ UMA PIADA DE MAL GOSTO VAI!

Eu sou do tipo de pessoa extremamente sincera e honesta comigo e com meus princí­pios. Desculpa se para algumas pessoas soa hipocrisia, mas eu realmente acredito que algumas coisas estão acima de tudo e dinheiro nenhum pode comprar. Dignidade, integridade, amor próprio e honestidade são algumas delas. Sabe a paz de poder encostar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilamente? Então. Eu não abro mão disso, e não são verdinhas que me fariam mudar de idéia. E talvez seja por isso que em algumas ocasiíµes, fico extremamente assustada e inconformada como as pessoas agem sem escrúpulos, só vislumbrando um resultado que mais me parece uma realização financeira do que pessoal, mesmo que seja preciso pisar em cima dos próprios princí­pios.

Isso talvez justifique o tamanho da minha decepção pela Rihanna, cantora que até pouco mais de 24h atrás admirava não só musicalmente, mas principalmente por ter conseguido reerguer sua carreira e se estabelecer como um dos maiores nomes da música pop atual depois de ter seu auge nos tempos de Good Girl Gone Bad ofuscado pela agressão causada pelo ex-namorado Chris Brown após uma discussão a caminho do Grammy 2009. Minha admiração não se limitava ao fato de reerguer a carreira, mas também como pessoa, pelo fato de ter conseguido superar, ao menos publicamente, este triste e lamentável acontecimento. E acredito que mesmo quem não a acompanhe, seja por incompatibilidade musical ou por qualquer outro motivo, ficou chocado com a história e admirado com a força que ela teve para reerguer sua vida e a carreira, afinal, violência contra a mulher é uma daquelas coisas que revoltam qualquer pessoa com o mí­nimo de bom senso e compaixão.

Quando começaram os primeiros boatos sobre uma possí­vel parceria do ex-casal para o single de Birthday Cake, confesso que não botei muita fé, bem como uma possí­vel reconciliação noticiadas pelos tablóides depois de todos os ocorridos e das justificativas bizarras de Chris Brown sobre o ocorrido. Até que ontem, no dia do aniversário de 24 anos da Rihanna, eles resolveram dar um presente (só que ao contrário) para os fãs e todos aqueles que torceram por ela: a versão remix de Birthday Cake, novo single do ótimo Talk That Talk, que já contava com uma letra cheia de trocadilhos sexuais e ganhou uma nova estrofe, dessa vez cantada por ninguém menos do que Chris Brown. Estrofe, diga-se de passagem, abusando do mal gosto, algo do tipo “quero te ****** agora, faz muito tempo que não tenho seu corpo”. A questão não é bem a letra ou pagar de puritana em pleno 2012 com a música pop cada vez mais apelativa e sexual, mas com tantos rappers por aí­ e Rihanna bombando no mundo com várias músicas em #1 nas paradas, ela precisava se rebaixar a este ponto com o cara que quase acabou com a vida e a carreira dela? Mesmo?

Há quem diga que tudo isso é “mí­dia” e propositalmente pensado para gerar “polêmica”, mas tudo que eu consigo pensar é numa inversão de valores e a perda do bom senso. Como eu comentei com o André Pacheco, para tudo nessa vida existe um bom senso, inclusive para a máxima do “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. A questão aqui não é um reencontro após uma briga boba de casal, uma rixa criada entre fãs a la Britney x Gaga, um desentendimento: foi um crime. Crime esse que acontece todos os dias em todo o mundo, dentro da casa de muitas pessoas. E desculpa: gerar mí­dia em cima disso é vexatório e vergonhoso. Rihanna não precisava levantar bandeira contra a violência, abrir ONG, virar embaixadora de alguma campanha, mas o que deveria ter no mí­nimo era respeito por outras mulheres que assim como ela, sofreram nas mãos de seus ex-companheiros. Deveria permanecer calada e fazendo o trabalho mega bacana enquanto que ela estava fazendo até então.

Rihanna já é grandinha, completou 24 anos, já sabe muito bem o que fazer da vida. Perdoar alguém que te fez mal em algum momento da sua vida é uma atitude louvável, mas acho que para tudo existe um limite. Guardar mágoa é natural, afinal, quem nunca? O que me assusta nesse caso é essa falta de bom senso, respeito e princí­pios. Será que vale mesmo a pena se sujeitar a isso publicamente só para gerar “mí­dia” e polêmicas desgastantes? Será que vale a pena colocar a ganí¢ncia por mais um #1 nas paradas e pisar em cima dos próprios princí­pios? Acho uma pena que um single, que é ótimo e tinha tudo para ser mais um sucesso, e uma cantora incrí­vel precisem deste tipo de apelo. O resultado está aí­: fãs inconformados, pessoas que admiravam sua carreira e sua garra decepcionados. Ao que parece, o tiro saiu pela culatra e grande parte dos seus admiradores repudiaram a atitude.

Se para ela falta amor próprio, ela deveria ao menos ter compaixão por outras tantas mulheres que passaram pela mesma situação. Lamentável.