the desired effect

Um convite para dançar como se ninguém estivesse vendo em “Lonely Town”

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lonelytown

Que eu estou empolgadíssima com o novo álbum solo do mozão Brandon Flowers não é nenhuma novidade, né? Mas parece que o mô não deixa de surpreender e esfregar na minha cara e de todos os fãs ao veio: saindo completamente da sua zona de conforto, incorporando elementos de suas inspirações musicais e flertando com o pop de maneira majestosa.

Depois das excelentes “Can’t Deny My Love” e “Still Want You”, Brandon liberou a oitentista e forte candidata a hino do synthpop do século XXI “Lonely Town”, que ganhou um clipe gracinha no melhor estilo “dançando como se ninguém estivesse vendo em uma noite qualquer de 1985”, com direito a walkman, fita K7, luzes dignas de uma mini-discoteca da década de 80 e coreôs em cima do sofá.

Vista sua calça ~fusô~, coloque suas polainas, dê o play e saia dançando pela casa como se ninguém estivesse olhando <3:

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Odeio quando eu tô dançando sozinha em casa e os vizinhos me pegam no flagra :/

Odeio quando eu tô dançando sozinha em casa e os vizinhos me pegam no flagra :/

Pelo andar da carruagem, já deu para perceber que “The Desired Effect” vai ser o puro creme sambante dos anos 80 e que vai chegar lacrando/destruindo o que vê pela frente. Enquanto o dia 18 de maio (e o resto do álbum!) não chega, ouça as músicas já lançadas no Spotify e na Deezer.

E para quem também gosta do mozão, fica o lembrete da nossa campanha no Queremos! para trazer a tour do Brandon para o Brasil. Se você também gosta dele ou simplesmente quer me ajudar nesta campanha, se cadastra no site usando seu Facebook ou Twitter, abra este link e clica em QUERO. Ajuda a gente, pvrzinho? <3

Brandon Flowers e uma passsagem só de ida pros anos 80 em “Can’t Deny My Love”

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cantdenymyloe

Tô sumida? Tô. Esqueci o 52 Álbuns? Não, inclusive, essa semana desencanto do último post que tá preso no rascunho há quase 1 mês. Mas vim falar de coisa boa? Na verdade vim pra falar de coisa excelente e, quiçá, a melhor notícia do mundo. E sim, é claro que envolve ele, muso deste blog e mozão platônico da minha vida, Brandon Flowers, e seu novo trabalho solo. Ou seja: vai ter muito post, sim, e se reclamar, faço post sobre ele todo dia.

Bom, enquanto o Killers está em merecidas férias depois da tour de divulgação do álbum “Battle Born” e da coletânea ‘Direct Hits” (aka Hiatus Tour), os integrantes aproveitaram a folga para trabalhar em seus projetos paralelos. Junto com o anúncio da pausa em 2013, Brandon também contou que começaria a trabalhar em seu segundo trabalho solo porque né, o mundo não para e ele tem três filhos para criar, precisa garantir o leitinho da criançada. Foram meses de expectativa em torno do novo trabalho e sobre o que poderíamos esperar dele e, uma das poucas informações que tínhamos sobre, era que estava sob produção de Ariel Rechtshaid, responsável por alguns dos hits de outras bandas que amamos como HAIM, No Doubt e Vampire Weekend. Pouco depois, com o trabalho em andamento, Brandon revelou que Ariel o tirou da zona de conforto e que o álbum soaria como uma combinação explosiva de “calor, Pepsi e óculos de sol”, o que, para mim, deveria soar como o terceiro álbum de estúdio do Killers, “Day & Age” (se você nunca ouviu, ouça, pq é maravilhoso!). E tudo o que eu queria era Brandon menos coxindie e mais ousadia & alegria, se é que vocês me entendem.

Segura esse blazer de onça dourada e esse hino, migos!

Segura esse blazer de onça dourada e esse hino, migos!

O que eu não esperava é que, de fato, o álbum seguisse não só a linha de “Day & Age”, mas que também trouxesse elementos da new wave e synthpop dos anos 80. A primeira amostra disso vem na excelente “Can’t Deny My Love”, que apresenta um Brandon completamente diferente do que nós conhecíamos mas ao mesmo tempo, muito próximo de suas referências musicais pessoais, como New Order e Bowie, já ficaram evidentes em diversos momentos da carreira do Killers, como no álbum de estréia “Hot Fuss”, e também, em faixas posteriores como a maravilhosa “Deadlines And Commitments”, presente no “Battle Born”. Ficou curioso? Então tire pouco mais de 3 minutinhos para ouvir a palavra de Deus dando o play logo abaixo:

“Can’t Deny My Love” faz parte do álbum “The Desired Effect” que será lançado em 18 de maio. Além deste samba da geração, a versão standard do álbum deve conter 9 outras faixas e que, de acordo com a NME, deve contar com a participação do Pet Shop Boys e do HAIM. Ou seja: vai ter muito forninho despencando, sim!

Tá pouco Brandon? Então fica com o show do mozão no festival “Vivo Latino”, realizado na semana retrasada, e que também contou com uma performance especial de “Can’t Deny My Love”. E para quem ainda não conhece o trabalho solo dele, vai ler minha resenha do 52 Álbuns sobre o “Flamingo”.

Em tempo: 52 Álbuns não acabou, tá gente? Pelas próximas semanas, vai ter euzinha postando várias resenhas que estão pendentes para correr atrás do tempo perdido. Para quem ainda não leu minhas sugestões, pode acompanhar neste link!