The Killers

Brandon Flowers sendo maravilhoso (para variar) em “Still Want You”

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Esse mozão, viu! Ele é tão danado que não tem limites para mostrar como é maravilhoso em todos os aspectos, principalmente, no artístico. Como eu já contei nesse post aqui, Brandon está aproveitando as férias do The Killers para trabalhar em seu segundo projeto solo, sucessor do incrível “Flamingo”, e prometeu que “The Desired Effect” será algo diferente de tudo que ele já fez até hoje, saindo completamente da sua zona de conforto. E parece que ele está conseguindo isso de forma brilhante, só lançando tiros de amor.

Depois do hino da geração synthpop “Can’t Deny My Love”, mozão pegou todo mundo de surpresa nesta sexta-feira com a divulgação do single e do vídeo “Still Want You”, que é assim como o anterior, é destruidor mesmo e totalmente diferente de tudo que a gente já ouviu relacionado a Brandon e Killers.

Além de uma música delícia, “Still Want You” ganhou um clipe à altura com fotografia em preto e branco impecável, dancinhas e mímicas dirigido por Warren Fu, que já trabalhou com o Killers nos clipes “Runways”, “Miss Atomic Bomb” e incrível “Just Another Girl”, que fez um flashback dos 10 anos de carreira da banda. Dê o play e encha seu final de semana de lindeza e amor <3.

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Julgando pelos dois singles lançados neste mês, já deu perceber que o resultado da parceria do mozão com o produtor Ariel Rechtshaid está vindo como uma ~wrecking ball~ e destruindo carreiras, né? Vale lembrar que Ariel é o responsável por alguns dos hits do momento, como as irmãs HAIM e a rainha Madonna. Se Brandon virará Brandiva do Pop ainda é cedo para saber, mas não tem como negar que os fãs já estão ganhando um presentão <3.

“Still Want You” será lançada oficialmente na próxima terça-feira (14) já está no Spotify e disponível para compra no Google Play e no iTunes, portanto, não esqueçam de comprar sua cópia para ajudar Brandinho a sustentar a família e pagar o leite das crianças. Já “The Desired Effect” chega às lojas no dia 18 de maio e já está em pré-venda na lodjinha oficial do Brandon -inclusive, preparem-se para o faixa-a-faixa especial do álbum do ano.

Falando nisso, estamos fazendo uma campanha no Queremos! para trazer a tour do Brandon para o Brasil. Se você gosta dele (ou gosta de mim e quer me ver feliz rsssssss), se cadastra no site usando seu Facebook ou Twitter, abra este link e clica em QUERO. Começamos a campanha há mais ou menos 15 dias e já conseguimos angariar mais de 1000 pessoas, mas este número precisa ser muito maior. Ajuda a gente? <3

Brandon Flowers e uma passsagem só de ida pros anos 80 em “Can’t Deny My Love”

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cantdenymyloe

Tô sumida? Tô. Esqueci o 52 Álbuns? Não, inclusive, essa semana desencanto do último post que tá preso no rascunho há quase 1 mês. Mas vim falar de coisa boa? Na verdade vim pra falar de coisa excelente e, quiçá, a melhor notícia do mundo. E sim, é claro que envolve ele, muso deste blog e mozão platônico da minha vida, Brandon Flowers, e seu novo trabalho solo. Ou seja: vai ter muito post, sim, e se reclamar, faço post sobre ele todo dia.

Bom, enquanto o Killers está em merecidas férias depois da tour de divulgação do álbum “Battle Born” e da coletânea ‘Direct Hits” (aka Hiatus Tour), os integrantes aproveitaram a folga para trabalhar em seus projetos paralelos. Junto com o anúncio da pausa em 2013, Brandon também contou que começaria a trabalhar em seu segundo trabalho solo porque né, o mundo não para e ele tem três filhos para criar, precisa garantir o leitinho da criançada. Foram meses de expectativa em torno do novo trabalho e sobre o que poderíamos esperar dele e, uma das poucas informações que tínhamos sobre, era que estava sob produção de Ariel Rechtshaid, responsável por alguns dos hits de outras bandas que amamos como HAIM, No Doubt e Vampire Weekend. Pouco depois, com o trabalho em andamento, Brandon revelou que Ariel o tirou da zona de conforto e que o álbum soaria como uma combinação explosiva de “calor, Pepsi e óculos de sol”, o que, para mim, deveria soar como o terceiro álbum de estúdio do Killers, “Day & Age” (se você nunca ouviu, ouça, pq é maravilhoso!). E tudo o que eu queria era Brandon menos coxindie e mais ousadia & alegria, se é que vocês me entendem.

Segura esse blazer de onça dourada e esse hino, migos!

Segura esse blazer de onça dourada e esse hino, migos!

O que eu não esperava é que, de fato, o álbum seguisse não só a linha de “Day & Age”, mas que também trouxesse elementos da new wave e synthpop dos anos 80. A primeira amostra disso vem na excelente “Can’t Deny My Love”, que apresenta um Brandon completamente diferente do que nós conhecíamos mas ao mesmo tempo, muito próximo de suas referências musicais pessoais, como New Order e Bowie, já ficaram evidentes em diversos momentos da carreira do Killers, como no álbum de estréia “Hot Fuss”, e também, em faixas posteriores como a maravilhosa “Deadlines And Commitments”, presente no “Battle Born”. Ficou curioso? Então tire pouco mais de 3 minutinhos para ouvir a palavra de Deus dando o play logo abaixo:

“Can’t Deny My Love” faz parte do álbum “The Desired Effect” que será lançado em 18 de maio. Além deste samba da geração, a versão standard do álbum deve conter 9 outras faixas e que, de acordo com a NME, deve contar com a participação do Pet Shop Boys e do HAIM. Ou seja: vai ter muito forninho despencando, sim!

Tá pouco Brandon? Então fica com o show do mozão no festival “Vivo Latino”, realizado na semana retrasada, e que também contou com uma performance especial de “Can’t Deny My Love”. E para quem ainda não conhece o trabalho solo dele, vai ler minha resenha do 52 Álbuns sobre o “Flamingo”.

Em tempo: 52 Álbuns não acabou, tá gente? Pelas próximas semanas, vai ter euzinha postando várias resenhas que estão pendentes para correr atrás do tempo perdido. Para quem ainda não leu minhas sugestões, pode acompanhar neste link!

02/52 Álbuns: o favorito da minha melhor amiga

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flamingo

Este post faz parte do desafio “52 Álbuns em 2015”, que consiste na indicação de um álbum por semana até a primeira semana de 2016. Para saber sobre o desafio e como participar, clique aqui. Acompanhe as resenhas do blog lendo a TAG “52 álbuns”. Para acompanhar as indicações dos outros participantes, entre no grupo do blog no Facebook.

O segundo item do desafio dos 52 álbuns envolvia uma segunda pessoa, no caso, minha melhor amiga. Esse item foi particularmente inspirado em todos os melhores amigos, já que conheci 99% deles por conta de paixões musicais em comum. E com a Bea, não poderia ser diferente. A gente se conheceu um pouquinho depois do show do Killers no Lolla, quando ela deu um like na foto dela com o Brandon que eu havia compartilhado no meu Facebook. Acabamos nos adicionando e nos aproximando ao longo das semanas, até que a gente formou um grupinho do amor entre fãs do Killers carinhosamente apelidado de “Jardineiras” (Brandon Flowers >> Flores >> Jardineiras ãhn ãhn), o que fez com a gente ficasse ainda mais próximas.

Quando fui perguntar para a Bea qual era o álbum favorito dela, meio que já esperava a resposta. E ela ainda tentou pensar em um outro álbum, para ninguém dizer que era marmelada, mas foi inevitável não citar algo relativo a nossa paixão em comum. Por outro lado, preciso confessar que achei ótimo, já que eu sempre falei muito de Killers por aqui e pouco sobre o trabalho solo do Brandon, essa seria uma ótima oportunidade de apresentar para vocês o outro lado do meu vocalista favorito e convidá-los a conhecerem um ~outro lado~ dele, ainda mais com o segundo álbum batendo na porta.

"Euzinha, Bea e umas migas fazendo figuração no encarte" *invejosos dirão que é montagem*

“Euzinha, Bea e umas migas fazendo figuração no encarte do Mozão” *invejosos dirão que é montagem*

Flamingo (2010) é o primeiro álbum solo de Brandon Flowers, front-man do Killers e mozão da minha vida. O vocalista, que já havia se consagrado como um dos ícones do indie rock da primeira parte da década de 2000, decidiu se aventurar em uma carreira paralela durante o hiato da banda após o fim da tour de divulgação do álbum Day & Age, de 2008.

Ao ouvir pela primeira vez o Flamingo, a sensação que eu tive é como se eu estivesse dirigindo em um desses carros conversíveis vermelhos antigos pela Las Vegas Strip, espaço aonde concentra-se as principais atrações da desértica cidade do pecado, sentindo uma leve brisa enquanto meus cabelos voam. Essa sensação fica evidente logo na primeira faixa, “Welcome To Fabulous Las Vegas”, em que Brandon presta uma verdadeira declaração de amor por sua terra natal e inspiração para boa parte de suas composições e vídeos.

A sensação continua na segunda faixa e single do álbum, “Only The Young”, que em muitos momentos remete a uma versão menos elétrica e mais madura dos dois primeiros álbuns da banda, Hot Fuss (2004) e Sam’s Town (2006). O clipe mostra o lado glamouroso de Brandon e remete bastante a atmosfera dos cassinos de Vegas, lembrando algo como um Frank Sinatra em uma versão indie e descolada.

A viagem pela Las Vegas Strip com Brandon narrando mais algumas histórias. Em “Hard Enough”, Brandon narra uma DR de um casal (“And this has been hard enough on you / I know it’s been hard enough on me / Been telling myself that I can roll with the changes”), que ganha mais intensidade com os backing vocals de Jenny Lewis, vocalista da banda indie Rilo Kileys. A história parece continuar em Jilted Lovers & Broken Hearts, que une elementos do tradicional country norte-americano com uma batida que por vezes lembra hits do Killers, como “Somebody Told Me” e “When You Were Young”. Uma das minhas faixas favoritas e hino desperdiçado, já que não virou single.

Uma das músicas que a Bea citou durante nossa conversa para sobre o 52 Álbuns é “Playing With Fire”, que é uma das músicas mais sensíveis do álbum, e eu concordo em muitas partes. Brandon declarou que esta música foi composta inspirada na relação com seu pai, provavelmente por conta da carreira e o fato da família ser mormom. No entanto, a letra nos permite sentir o coração bater mais forte e talvez encaixar na relação com nossos pais ou com pessoas que amamos. Talvez seja uma boa trilha para curtir uma fossa e chorar no cantinho ou abraçada com um pote de sorvete.

Depois do momento deprê, hora de voltar para as faixas animadas. O álbum segue com a pegada country apresentada anteriormente nas deliciosas faixas “Was It Something I Said?” e “Magdalena”, que certamente influenciaram anos mais tarde a faixa “From Here On Out”, do álbum comeback da banda, Battle Born (2012).

Entrando na reta final da nossa viagem pela Las Vegas Trip, vem o primeiro single do álbum, “Crossfire”. A canção nos deu uma boa prévia do que viria semanas depois, ao mesmo tempo lembrava o tom usado pela banda em “Sam’s Town”, além de uma letra tão linda que eu decidi que tatuarei um dos trechos dela em um futuro não muito distante. O clipe, digno de um trailler de filme de ação, mostra a gatézima Charlize Theron como heroína de Brandon em um cativeiro.

Embora a versão standard finalize com “On The Floor”, uma canção gospel com participação de um coral, e “Swallow It”, recomendo fortemente que você ouça as faixas presentes na versão deluxe, que reúne boas músicas tão boas quanto. Se “Playing With Fire” foi escrita para seu pai, a country “The Clock Was Tickin'” foi composta para a mãe de Brandon, que faleceu meses antes do lançamento do álbum. Apesar da batida animadinha, a letra é super triste (“And the weeks fly by and the years roll on / House is quiet now everything inside seems to know she’s gone / There’s a picture of you both sixteen-years-old kissing / That clock upon the wall… was tickin'”) e faz qualquer um chorar. De longe, uma das músicas mais emocionantes do álbum.

Logo em seguida, vem o hino desperdiçado “Jacksonville”, que poderia ter entrado facilmente no “Day & Age” por conta das batidas eletrônicas e teclados característicos do The Killers. O mesmo vale para a faixa que fecha deliciosamente a versão especial do álbum, “Right Behind You”.

Apesar das inúmeras semelhanças sonoras com o The Killers e Las Vegas figurando como sua principal inspiração, acredito que “Flamingo” seja uma excelente oportunidade de conhecermos melhor o lado músico de Brandon e suas influências musicais pessoais, que transitam entre o inesperado country e os já manjados post-punk e synthpop usados pelo Killers ao longo da carreira.

Ficha Técnica
Flamingo (2010)Spotify
Melhores músicas: “Jilted Lovers & Broken Hearts”, “Crossfire” e “Jacksonville”
Pior música (ou a menos menos boa): “Swallow It”
Não deixe de ouvir: “Right Between You” e “Welcome To Fabulous Las Vegas”
Por que você deveria ouvir?: se você curte Killers mas anda enjoado das músicas, ouvir o trabalho solo do Brandon é como ouvir uma versão revigorada da banda
Na escala de 1 a 5 Mozões, quanto vale “Flamingo”?

mozao

Clique aqui para acompanhar todos os posts do “52 álbuns para ouvir em 2015”. Tem algum álbum para indicar para as próximas fases do desafio? Então deixa nos comentários ou sugere no grupo do blog no Facebook. Para acompanhar as indicações de outros blogueiros este tema do desafio, vemk. :)

Os 10 anos do Hot Fuss do The Killers <3 <3

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Aonde você estava quando você ouviu, pela primeira vez, aquela que viria a ser sua banda favorita? Já cansei de dizer aqui que Garbage e o The Killers dividem o posto de minhas bandas favoritas, cada uma com sua particulidade. Se o Garbage foi a banda que marcou minha adolescência, o Killers marcou o iní­cio da minha vida adulta, minhas obrigaçíµes e amadurecimento.

Em 2004, quando ouvi pela primeira vez “Somebody Told Me”, estava no primeiro ano da faculdade de Administração Hoteleira, ainda sem a certeza se era aquilo mesmo que eu gostaria de fazer até os cabelos ficarem todos branquinhos. Era uma fase de incertezas mas também certezas, de tentar me encontrar e saber quem eu gostaria de ser. Nessa época também, comecei a levar o blog mais a sério (leia-se, sosseguei no meu primeiro domí­nio, o So Like a Rose), conheci pessoas fantásticas que fazem parte da minha vida até hoje. Ainda que a letra não seja um primor do rock alternativo, a música fez parte daquele momento da minha vida, assim como a banda.

MINHA COLEí‡íƒO KILLERIANA DO HOT FUSS <3

MINHA COLEí‡íƒO KILLERIANA DO HOT FUSS <3

De lá pra cá, muita coisa mudou. De hoteleira virei publicitária, os cabelos tingidos de loiro caramelo viraram ombre hair, conheci outras tantas pessoas fantásticas e o Hot Fuss não é mais meu álbum favorito. Porém, meu amor por essa banda, para não dizer que nunca mudou, só aumentou.

Como hoje o Hot Fuss completa 10 anos do seu lançamento, fiquei pensando em uma forma de deixar esse momento registrado aqui no blog. E daí­ surgiu a ideia de criar um infográfico em parceria com o Sweet Talk (aka o fandon que eu faço parte), com alguns números e curiosidades do álbum. Abaixo, você pode conferir o resultado da nossa varredura em busca das informaçíµes. Não consegue enxergar direito o que está escrito? Só clicar em cima para ler em tamanho maior :D.

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Quem é victim e gostou, pode replicar por aí­, só peço para não tirar os créditos do Sweet Talk, afinal, todo o trabalho de pesquisa e montagem foi feito por nós.

BRANDINHO (AKA MOZíƒO) EMOCIONADO COM TANTA DEDICAí‡íƒO

BRANDINHO (AKA MOZíƒO) EMOCIONADO COM TANTA DEDICAí‡íƒO

PS: amanhã o Giro da Blogosfera volta, assim como o ritmo normal de atualizaçíµes deste blog AGUARDEíƒN!