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Covers da BBC1 que são tão bons quanto os originais

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Quem nunca sonhou ver sua banda favorita cantando a música do momento ou aquela outra que você adora? Ou ainda, ouviu uma música e imaginou outro artista cantando?

covers

Preciso confessar que eu adoro covers e sou viciada principalmente, nas versíµes que surgem durante o BBC Radio 1 Live Lounge, um programa da rádio BBC que convida artistas para apresentar as versíµes de suas músicas de forma ~desplugada~ e de quebra, dar uma palhinha com o cover de algum hit de outra banda ou cantor. E tenho certeza que você já deve ter visto algum destes covers passando pela timelinda ou até mesmo, amou e compartilhou com os amigos.

Por isso, fiz uma seleção dos meus 10 covers favoritos da BBC1 (+2 de brinde! hihihi) para você amar tanto quanto as versíµes originais <3.

#01- Miley Cyrus, Summertime Sadness (Lana Del Rey)

O que dizer de Mileyzinha, que vem se superando cada dia mais em todos os sentidos? Confesso que até pouco tempo atrás, tinha muita preguiça dela. Mas bastou ela lançar um álbum maravilhoso para que ela ganhasse meu coração e virasse a minha popstar favorita desta nova safra.

Uma prova disso é esse cover maravilhoso de Mileyzinha para um dos grandes hits da Laninha. Ou vai dizer que “Summertime Sadness” não poderia estar entre as faixas de “Bangerz”?

Diga-se de passagem, melhor do que o cover de “Summertime Sadness”, só o de “Why’d You Only Call Me When You’re High” do Arctic Monkeys no Unplugged MTV que ela fez meses atrás.

#02- London Grammar, Pure Shores (All Saints)

Cada dia que passa, fico mais apaixonada por London Grammar. E esse cover do All Saints, uma das principais girlbands dos anos 90, me fez me apaixonar ainda mais. Melhor que isso, só se fosse um cover das Spice *aquelas recentidas*.

Quer mais motivos para amar o London Grammar? Então ouça os covers deles para Wrerking Ball da Miley e Wicked Game do Chris Isaak (possivelmente uma música mais velha do que você).
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Em 1 relacionamento sério com Imagine Dragons

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Já disse algumas vezes aqui no blog que eu tenho uma certa resistência e preguiça de conhecer novos artistas. Mas confesso que, por outro lado, essa coisa do meu gosto musical ter estagnado na primeira metade da década passada (sim, estou falando de 2006 e não 1996 rsss) também me incomoda bastante. Nesses últimos 6 anos, alguns novos artistas tem ganhado meu coração e toda vez que eu vicio em algum deles, venho contar e indicar para vocês conhecerem -e o que também é ótimo me forço a sair da minha zona de conforto musical.

Meu mais novo ví­cio é o Imagine Dragons. Conheci a banda em uma coletí¢nea que a Universal mandou aqui para casa com vários outros artistas com uma pegada mais indie/folk, mas só fui me apaixonar mesmo alguns meses depois, assistindo um show da banda no Lollapalooza Chicago. Achei um rock tão delicinha que não me contentei com as amostras e fui ouvir o álbum completo no Deezer e mais recentemente, acabei comprando o CD também (dsclp, mas não consigo abandonar o hábito de comprar cópias fí­sicas!).

IMAGINE DRAGONS: ROCK FOFINHO SEM SER GRUDENTO

IMAGINE DRAGONS: ROCK FOFINHO SEM SER GRUDENTO

Assim como o Killers, o Imagine Dragons também é de Vegas, o que mostra que a cidade do pecado também já pode virar a cidade mais legal do mundo quando lembramos que Britney fará residência lá pelos próximos dois anos. A banda está na ativa desde 2007 e o primeiro álbum, “Night Visions”, foi lançado ano passado. Diga-se de passagem, o álbum é a mais pura delí­cia cremosa da música e dá vontade de ouvir em looping eterno. Sabe aquela trilha delicinha para ouvir num domingo de preguiça? Ou ainda para acompanhar a ida para o trabalho numa manhã ligeralmente ensolarada de primavera? Então, é isso!

A minha favorita até o momento? “It’s Time”, com letra e melodias fofinhas, impossí­vel não viciar e sair cantarolando por aí­ ~~~~~<3.

Agora é só torcer para que a banda venha em breve para o Brasil. Será que no LollaBR 2014 eles estarão escalados para representar Vegas no festival? Tí´ aqui acompanhando e fazendo minha torcida :D.

E para quem quiser conhecer mais sobre a banda, o álbum está disponí­vel na í­ntegra para os assinantes do Deezer e do Rdio.

Whitney e a carência de divas e músicas para a eternidade

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MAIS UMA DIVA DEIXANDO O Cí‰U MAIS ESTRELADO

Algumas das coisas boas que eu aprendi a apreciar musicalmente foram ouvindo o que meus pais costumavam ouvir em casa. Madonna por exemplo, foi a minha primeira artista “adulta” favorita e olha que eu tinha lá pelos meus 6 anos quando comecei a gostar, no ápice da sua fase bitch. E também sempre teve espaço para as grandes divas. Cresci ouvindo alguns dos clássicos das grandes divas dos anos 90 em alto em bom som por influência dos meus pais, mas despertei minha paixão por elas lá pelos meus 13, 14 anos. Nessa época, era bem fã da Mariah Carey, que me levou a ouvir outras coisas no mesmo estilo que ela, como a Whitney.

Quem tem lá pelos seus vinte e poucos anos deve lembrar das mães se acabarem de tanto chorar assistindo O Guarda Costas, dos grandes duetos e especiais como o Divas Live. E com certeza deve ter entrado na valsa de 15 anos de uma das suas melhores amigas com seu par embalada por alguma dessas vozes. Na minha festa, apesar de não ter sido nos moldes tradicionais, Whitney estava lá com It’s Not Right But It’s Ok, um dos hits do comecinho dos anos 2000, mas perdi a conta de quantas amigas e conhecidas vi entrarem ao som de I Will Always Love You ou Greatest Love Of All.

Confesso que não sou fã da Whitney como fui da Mariah por exemplo, mas é impossí­vel não lamentar a perda de mais uma voz que fez parte das nossas vidas em algum momento delas. E tão triste como a perda de vozes poderosas como a da Amy no ano passado e este ano da Etta James e agora Whitney, é ver que estamos ficando cada vez mais carente de grandes í­cones da música, de hinos e de músicas para a eternidade. Músicas como essas que passam de pai para filho, assim como meus pais passaram para mim o gosto por artistas como Whitney.

PS: esse não era o comeback que eu gostaria de fazer no blog depois de semanas sem atualizar, mas como fã da boa música pop e de uma “velhinha”, me dei este direito. E sim, amanhã as atualizaçíµes voltam ao ritmo normal, amém.

Para ouvir: The Saturdays

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Quando a gente pensa em POP e Inglaterra, é praticamente impossí­vel não associar as Spice Girls. Mas apesar desse nosso comodismo musical, a terra da Rainha tem fornecido para o mundo ótimos artistas pops com músicas para a gente atualizar nossas trilhas diárias. Dois bons exemplos disso são o Hurts e a Cher Lloyd, que viraram alguns dos meus artistas favoritos e não saem do meu iPod.

Minha descoberta mais recente e que já conquistou uns mbs no meu dia são as The Saturdays, uma girl band com um nome que mais parece de banda indie, que faz um electro pop chicletinho e delicioso, desses que a gente ama. Mollie, Frankie, Rochelle, Vanessa e Uma seguem a mesma fórmula de suas conterrí¢neas Geri, Emma, Mel C, Mel B e Victoria, unindo estilo, beleza, músicas que grudam no ouvido e coreografias milimetricamente marcadas.

O que eu mais gostei nas meninas do The Saturdays é a mistura do bom e velho pop com o clássico dance europeu, que resulta em batidas irresistivelmente dançantes e um pop chicletudo pero classudo. O single “All Fired Up”, que tem um clipe todo numa vibe diva 2.0 com direito as integrantes fazendo a Sheilinha Mello e virando água, é a música-repeat do momento. Tí´ amando!

Para conhecer outras músicas das meninas do The Saturdays, assista o canal delas no YouTube :D